DGS recrutou 5.000 influenciadores para dar “confiança” na vacina Covid

35 comments
  1. Lol isto das vacinas mexeu com muita coisa, principalmente a mente do povo. Foi um belo teste

  2. Se a vacina [e boa. qual a razão de contratar influencers?

    Eu tomei a vacina, teve quer ser, e após ambas as doses, fiquei doente, tendo na 2a vez ido ao hospital. Não me caíu bem.

  3. “Pessoal podem chamar nomes ao pessoal que está hesitante em tomar a vacina e pressiona-Los a aceitar as nossas decisões? Tomem lá dinheiro dos contribuintes!”

    Que nojo de governantes. Anos de constantes de mentiras e opressão.

  4. A notícia não esclarece, houve lugar a pagamento? Se sim que belo desperdício de fundos, Portugal é dos países que mais confia nas vacinas, não precisava nada disso para atingir taxas de vacinação elevadas.

  5. DGS se estás a ler isto, contacta-me pois sou muito influenciador e tenho disponibilidade para dar “confiança” na vacina da varíola do macaco. Faço preço de amigo.

  6. Se foram contratados para dar confiança, sabiam que não iam confiar na vacina? Se sim, qual seriam as razões para não confiar na vacina que exigisse um batalhão de influenciadores?
    A confiança não vêm das farmacêuticas em primeiro lugar?

  7. acredito que muitos governos o tenham feito na altura.

    quando começaram a campanha de vacinação vi a partilha de alguém com 1M de seguidores sobre um mail do CDC para publicação de um post e uma história pelo valor de 50 000$

  8. Não me admira nada que a DGS tenha feito isso, visto que havia com cada chalupa que dizia cada barbaridades. Como por exemplo, ” ah e as vacinas têm chips para te controlar”, “quem inventou as vacinas contra a Covid 19 come crianças ao pequeno-almoço”, “eles querem matar os velhinhos porque eles sabem.mais que os novos e assim não vão poder avisar as gerações futuras” e entre outras ideias sem cabimento.
    E o que mais me assusta é que estes lunáticos estavam a começa a juntar “seguidores”, não me admira que a dgs tenham recrutado os influenciadores por causa destes chalupas, sendo que são pessoas “credíveis” para o seus seguidores.

  9. E qual é o problema? Também não se faz o mesmo para apelar à alimentação saudável, aos perigos do álcool e das drogas, ao apelo ao exercício físico, etc, etc.

    Sempre se usaram os meios de comunicação para promover a prevenção primária. Vivemos no séc XXI, havia um crise de saúde pública e estes são uma grande parte dos atuais meios de comunicação social.

    Estas respostas soam a teorias da conspiração.
    Já não é in ser pro vacinas?

    Estamos a falar de saúde pública, não de propaganda política, como aqui muitos querem fazer passar.

  10. Citação: para “fornecerem fontes de informação fidedignas às comunidades durante a pandemia de Covid-19”.

    Pelo menos foi para fornecer informação fidedignas e não mentiras como muitos fizeram, por isso a notícia a mim não me choca minimamente. Se tiver salvo a pelo menos 1 vida (tenha sido ou não da minha família próxima) já valeu a pena.

  11. Complicado falar de “informações fidedignas” quando informações oficiais estiveram frequentemente erradas. Entre outras, Junho 2021: “ideia da imunidade do grupo com 70% de vacinados está ultrapassada, diz especialista”

    Como ficam os influencers que reproduziam esta desinformação antes de ser, assim, “ultrapassada”?

    No fundo se colocou “influenciadores” sem qualificação nem responsabilidades para promover um produto farmacêutico com base em evidências fracas e mutáveis.Não parece o caminho ético, mas foi o que foi e o resultado já está…

  12. Concordo a 100% . Marketing também se faz para o bem. Escusado será dizer aos anti-covid e anti-vacina : não me venham sequer com comentários de burros.

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