Fazer o trabalho para o qual fui contrato agora é “demissão silenciosa” lol.
​
Estes gajos estão com tanto medo que as pessoas simplesmente conheçam e façam valer os seus direitos como trabalhadores que tiveram que meter uma equipa de marketing atrás do “fenómeno” para o pintar de forma negativa.
​
“*Muitos jovens profissionais estão agora a recusar-se a viver para trabalhar, continuando a trabalhar mas não permitindo que o emprego os controle*.”
​
O horror😱
Agora fazer aquilo que lhes pagam para fazer é quiet quitting.
Se alguém é pago o mínimo para uma função então o que têm que fazer é o mínimo dessa função. Simples, não é?
Eu encontro-me neste “quiet quitting”.
Recebo muito mal para as funções que faço, para a experiência e até mesmo para a formação e simplesmente não vai haver melhoria.
Já andei a procura de trabalho, mas a oferta é a mesma treta. A vantagem deste trabalho agora é que não tenho despesas adjacentes quase nenhumas, fora o combustível. Noutro trabalho, mesmo que ganhasse mais, esse extra ou era comido por essas despesas adjacentes ou pelo IRS.
Faço as pausas que quero, não faço atendimento ao público, tenho um chefe que não se opõe nos dias que marco férias ou quando tenho que chegar mais tarde ou sair mais cedo por algum motivo importante.
Concluindo, recebo mal, mas tenho boa qualidade de vida. Já tive um trabalho onde ganhava mais, mas era um inferno.
Agora, não faço absolutamente mais nada que não seja a minha responsabilidade. Digamos que faço o mínimo para o mínimo que recebo. E já cá estou há 2 anos.
Se chegar o dia que sou obrigado a dar o máximo, a ficar mais tarde e assim e a receber o mesmo, é o dia que apresento a demissão.
As corporações estão com cada vez menos ideias quanto aos nomes que devem dar ao conceito de “exploração”.
Eu se tivesse uma pipa de massa adoraria fazer experiências com o pessoal. Uma das experiências seria criar um trabalho temporário de 6 meses, escolhia pessoas com certo conjunto de competências e dizia “têm esta folga de 6 meses a receber de salário 2x a média para as vossas funções, têm liberdade total mas se a empresa não for auto-sustentável em 6 meses tenho que fechar a empresa. 25% de todos os lucros são distribuídos pelos trabalhadores”.
Não sei, tenho impressão que escolhendo razoavelmente bem as pessoas isto era uma experiência interessante…
Um de marketing um para programar e um designer, dava uma experiência engraçada…
O governo está em demissão?
É que parece que desde a tragédia, o horror, que era o orçamento chumbado e consequente gestão em serviços mínimos, nada mudou… Depreende-se que o governo está em demissão.
Não percebo este nome. Se estás num trabalho e ganhas pouco para o que fazes, ou tentas ganhar mais, ou em último caso começas a fazer menos. Parece-me justo trabalhar para o ordenado que se recebe.
Welcome to my life
Salário mínimo esforço mínimo… tenho dito! E olhem que pratico isso no dia-a-dia!
Acho que há uma fase em que se tem que trabalhar o maximo para ganhar e subir, estar nos vintes e trintas já no Quiet quitting pode gerar arrependimentos rapidamente, digo eu.
As redundâncias nao lhe chamam “quite firing” pois nao? Propaganda pro-empregador de merda.
11 comments
Fazer o trabalho para o qual fui contrato agora é “demissão silenciosa” lol.
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Estes gajos estão com tanto medo que as pessoas simplesmente conheçam e façam valer os seus direitos como trabalhadores que tiveram que meter uma equipa de marketing atrás do “fenómeno” para o pintar de forma negativa.
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“*Muitos jovens profissionais estão agora a recusar-se a viver para trabalhar, continuando a trabalhar mas não permitindo que o emprego os controle*.”
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O horror😱
Agora fazer aquilo que lhes pagam para fazer é quiet quitting.
Se alguém é pago o mínimo para uma função então o que têm que fazer é o mínimo dessa função. Simples, não é?
Eu encontro-me neste “quiet quitting”.
Recebo muito mal para as funções que faço, para a experiência e até mesmo para a formação e simplesmente não vai haver melhoria.
Já andei a procura de trabalho, mas a oferta é a mesma treta. A vantagem deste trabalho agora é que não tenho despesas adjacentes quase nenhumas, fora o combustível. Noutro trabalho, mesmo que ganhasse mais, esse extra ou era comido por essas despesas adjacentes ou pelo IRS.
Faço as pausas que quero, não faço atendimento ao público, tenho um chefe que não se opõe nos dias que marco férias ou quando tenho que chegar mais tarde ou sair mais cedo por algum motivo importante.
Concluindo, recebo mal, mas tenho boa qualidade de vida. Já tive um trabalho onde ganhava mais, mas era um inferno.
Agora, não faço absolutamente mais nada que não seja a minha responsabilidade. Digamos que faço o mínimo para o mínimo que recebo. E já cá estou há 2 anos.
Se chegar o dia que sou obrigado a dar o máximo, a ficar mais tarde e assim e a receber o mesmo, é o dia que apresento a demissão.
As corporações estão com cada vez menos ideias quanto aos nomes que devem dar ao conceito de “exploração”.
Eu se tivesse uma pipa de massa adoraria fazer experiências com o pessoal. Uma das experiências seria criar um trabalho temporário de 6 meses, escolhia pessoas com certo conjunto de competências e dizia “têm esta folga de 6 meses a receber de salário 2x a média para as vossas funções, têm liberdade total mas se a empresa não for auto-sustentável em 6 meses tenho que fechar a empresa. 25% de todos os lucros são distribuídos pelos trabalhadores”.
Não sei, tenho impressão que escolhendo razoavelmente bem as pessoas isto era uma experiência interessante…
Um de marketing um para programar e um designer, dava uma experiência engraçada…
O governo está em demissão?
É que parece que desde a tragédia, o horror, que era o orçamento chumbado e consequente gestão em serviços mínimos, nada mudou… Depreende-se que o governo está em demissão.
Não percebo este nome. Se estás num trabalho e ganhas pouco para o que fazes, ou tentas ganhar mais, ou em último caso começas a fazer menos. Parece-me justo trabalhar para o ordenado que se recebe.
Welcome to my life
Salário mínimo esforço mínimo… tenho dito! E olhem que pratico isso no dia-a-dia!
Acho que há uma fase em que se tem que trabalhar o maximo para ganhar e subir, estar nos vintes e trintas já no Quiet quitting pode gerar arrependimentos rapidamente, digo eu.
As redundâncias nao lhe chamam “quite firing” pois nao? Propaganda pro-empregador de merda.