“Em Portugal, talento não falta, mas é destruído pelo sistema de educação”, diz fundador do THU

8 comments
  1. Uma coisa que não percebo nestes empreendedores é que andam sempre à procura do investimento do Estado (leia-se dinheiro dos nossos impostos, direta ou indiretamente) para conseguirem viabilizar as suas macaquices.

    Então se o camarada até tem uma visão global sobre o sistema educativo português porque “um dia foi a umas universidades e achou umas coisas que não fazem sentido para ele” não deveria usar todas as suas capacidades e montar a sua feira sem precisar do nosso dinheiro?

  2. Escreveu mal empresas*. O sistema de educação sofre de ansiedade formativa pois se sabe e percebe que nunca mais na vida de um adulto que trabalhe por conta de outrem terá o mesmo capacidade de se requalificar ou formar sem dar cabo da mínima estabilidade financeira do seu agregado.

  3. E a opinião deste indivíduo que as tantas para alem de ser empreendedeiro nunca exerceu um cargo tecnico decentemente na vida conta exatamente porquê?

  4. Eu até gosto da thu, vejo o canal de youtube e tem lá bons videos e até recomendo bastante, mas não percebo o comentário.

    Logo no início ele diz “Não temos um Candy Crush em Portugal. Há uma visão bastante redutora das indústrias criativas. Falta impacto de escala, internacionalização, criação de valor, vendas. Não vejo sequer um plano.”

    Se não há empresas criativas em Portugal não vai haver trabalho para essas pessoas. Ele próprio sabe isso. Nunca vai haver dinheiro em Portugal porque não há razão para haver.

    Ou essas pessoas criativas começam empresas em Portugal e com sorte a indústria aumenta ou vão para fora onde essa industria existe. É o mesmo que acontece com o Cinema. Não há industria em Portugal logo não há valorização.

    Não faz sentido valorizar algo que não existe.

  5. estes tipos nunca dão ponto sem nó.

    tirei licenciatura em desenvolvimento de jogos (na altura pioneira no país), e na altura era só promessas de parcerias com estúdios portugueses, empresas xpto, profissionais da área, professores competentes, etc.

    realidade: 99% professores que leccionaram nunca na vida trabalharam em videojogos nem lançaram um produto – nem tão pouco conhecem a realidade do meio, alguns estavam lá por favor (muitos interesses políticos à mistura, a triste realidade da esmagadora maioria do nosso país), directores de curso a cortar as pernas a grupos de alunos interessados em dinamizar o curso/escola/instituição de ensino (através de parcerias com marcas, criação de projectos, etc.), gritante falta de material INDISPENSÁVEL à componente prática do curso (ou tinhas PC em condições ou tinhas PC em condições, não haviam laboratórios, e os que vieram a ser construídos foram sempre de muito difícil acesso), e um número infindável de merdas que nem vale a pena descrever.

    nos anos em que estive a estudar a 100%, tive 1 professor que efectivamente percebia da poda, era um tipo 5* e com o qual dava gosto ter aulas (o gajo fazia exemplos em casa sobre a matéria a leccionar e para explicar um ou outro conteúdo – e sabia explicar a mesma coisa de formas diferentes), os restantes eram uns bananas bem empoleirados.

  6. Mais um a tentar passar a mensagem que o Sistema Educativo deve virar Centro de Formação Profissional pago pelos Contribuintes, promovendo a Profissionalização/Laborização do aluno em vez da elevação do Indivíduo em termos Culturais, Sociais e Profissionais.

  7. Tirei licenciatura em Gestao numa certa universidade publica em Lisboa.

    No primeiro ano, um prof de macroeconomia doutorado em Harvard inicia o curso a dizer “voces nao estao aqui para trabalhar em Portugal. Aqui ensina-se para que vao para fora”.

  8. Se é coisa que Portugal tem de bom é a educação.

    Agora todas as empresas em Portugal sao uma verdadeira parasita na sociedade. As empresas querem escravos.

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