Marcelo preferia SNS gerido de forma ″mais autónoma″ face ao ministério

13 comments
  1. Este Marcelo é de chorar a rir… Constantemente a mandar bitaites (acertados ou não, não é a questão) sobre a governação e depois acaba dizendo: “não sou analista político”. AHAH

  2. O cargo de Presidente da República Portuguesa começa a parecer mais um título de “Zé da Tasca” glorificado.

  3. Ele diz quer o SNS gerido de forma autónoma para corroborar as medidas que o Governo vai tomar (a tal direção executiva do SNS), se o Marcelo queria mesmo isso, queria vê-lo dizer há 1 ano ou 2 ou 3.

  4. Já nem disfarçam

    Querem uma empresazita pública para gerir o SNS não é? Depois é só vender

    Assim facilita o processo…

    O SNS precisa é de deixar de ser gerido pelo Ministério das Finanças e passar a ser verdadeiramente gerido pelo Ministério da Saúde

  5. sim, seria mt melhor. Era ter um director executivo do SNS e estava tudo resolvido.

    Ah e quem nomeia o director? o governo. E quem ocupa o cargo? políticos amigos como sempre. Ui, vai ser cá uma diferença…

  6. Burrego a burregar.

    Outro com as mãos sujas. Vai dar beijinhos à criança sobrevivente ou à mãe que perdeu o filho nas caldas ? Vai tirar selfies aos tipos que morreram do AVC por estarem à espera mais de 1 hora da ambulâncias que não havia disponíveis ?

    Todas as vezes que tivemos este país na lama foi quando tivemos presidentes coniventes com as patifarias dos governos. A única função de um presidente é fiscalizar e este nem isso faz.

    Um presidente não é um parceiro do governo.

    ​

    Como dizia o outro no Youtube:

    * Quem quer abortar vai ao SNS
    * Quem quer dar à luz vai a Espanha (sentido figurado, claro)

    Era ao contrário há uns anos atrás…

  7. Eu entendo por um lado o que é que o homem está a querer dizer mas por outro ele próprio deveria de saber que não é exequível todo o ministério funcionar de forma autónoma quando não existe autonomia para tal fazendo com que todo o corpo da saúde dependa de um ministro para tomar decisões.

    O que este senhor está a propor necessitaria de uma revisão da constituição. Quanto aquilo que ele talvez se quisesse referir como o funcionamento do corpo de saúde continua a funcionar na perfeição sem ministro simplesmente não se vão verificar alterações significativas visto que ninguém tem autonomia para tal.

    Agora é óbvio que não íamos fechar os hospitais todos de norte a sul só porque não existe ministro das Finanças.

    Juro que às vezes tenho dificuldades em perceber o Marcelo. Talvez a culpa seja da comunicação social por não enquadrar devidamente as declarações do mesmo ou talvez a culpa seja do próprio por também não se dá ao trabalho de contextualizar as próprias declarações para facilitar a interpretação.

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