Há 22 anos estreava o “Branca de Neve” de João César Monteiro

22 comments
  1. Gloriosos tempos pré-internet. Este senhor não só gozava bem o prato como era um creep medonho. Que esta figura fosse alvo de uma adulação acrítica por parte da elite cultural da altura diz quase tudo o que é preciso saber sobre o circlejerk pago a peso de ouro que era o cinema português há um quarto de século.

  2. Recebeu 650mil euros de apoios mais 130mil da RTP para fazer um filme com um ecra preto durante 90 minutos e depois ainda manda os todos foder, inclusive a RTP e o publico portugues

  3. Então João, o filme já tá pronto?

    >filme? Então isto não era uma peça pra rádio?

    Oh João, tu és cineasta! Porque é que te havíamos de contratar pra rádio?

    >Então a sardinha enganou-me!

    Sardinha, João? Que sardinha?

    > A sardinha vestida de Cármen Miranda que me encomendou o filme… Ah espera já percebi onde tá a confusão.
    Fdx o lsd bate-me mesmo mal.

  4. Este homem era um visionário, da forma que as coisas andam hoje em dia esta deve ser a única maneira de fazer um filme sem ofender algum grupo…

  5. O Woody Allen do cinema português.

    (No sentido em que só fazia filmes para apalpar mulheres)

  6. O meme elevou a lenda para outro patamar, mas a obra deste homem tem que ser mais celebrada.

    Passear por Alfama depois de assistir ao “Recordações da Casa Amarela”, 30 e tal anos depois da rodagem, foi das experiências mais fantásticas que tive enquanto apaixonado por viagens e cinema.

  7. Uma vez que me arrependi seriamente de me tentar aculturar com um filme português, e sair da bolha Hollywood, lá arranjei um torrent escondido nos recessos da Internet e forcei-me a ver um filme produzido por este gajo que devia ser só chamado “Gelados e pedofilia” durante o que parecia ser horas a fim, nunca mais pensei no assunto e nunca vi ninguém mais falar desta pessoa, mas pelo menos fico feliz de saber que não fui o único a vomitar.

  8. Este tipo reúne em si todos os clichés e defeitos de um pseudo intelectualismo bolorento que apenas as elites mais moralmente corrompidas apoiavam.

    Só de olhar para ele nota-se o vício do tabaco, álcool e provavelmente outras substâncias ilícitas.

    O mais ridículo foi ter conseguido financiamento para fazer borradas destas.

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