> A primeira grande proposta foi feita em 1876 pelo engenheiro Miguel Pais, tendo sido a que despertou mais atenção durante cerca de seis décadas, por ser a mais adequada do ponto de vista ferroviário.[6] De acordo com este plano, a ponte ligaria a zona dos Grilos, em Lisboa, ao Montijo, na margem oriental, seguindo depois a linha até ao Pinhal Novo, onde já existia um importante nó ferroviário.[5]
…
> No ano seguinte surgiu uma nova proposta para a travessia, da parte dos engenheiros franceses Bartissol e Seyrig, tendo este último ganho notoriedade como construtor da Ponte de D. Luís, no Porto.[3] Preconizavam uma ponte com um só tabuleiro, que iria servir tanto o tráfego ferroviário como rodoviário, suportado sobre vários arcos, e que ligaria Almada a um local acima da Rocha do Conde de Óbidos, com um comprimento de 2 310 m.
…
> Decorria o ano de 1929, quando o engenheiro português António Belo solicitou a concessão de uma via férrea a estabelecer sobre o rio Tejo, a partir da zona do Beato, em Lisboa, e o Montijo. Perante esta iniciativa, o então ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, acabou por nomear, no ano de 1933, uma Comissão com o fim de analisar a proposta em causa, tendo ele próprio, apresentado, em 1934, uma proposta ao Governo, de que fazia parte, para a construção de uma ponte rodoferroviária sobre o Tejo.
…
> Em 1934 foi aberto um concurso público, baseado na solução que Miguel Pais tinha apresentado em 1876.[6] Este processo foi muito concorrido, tendo o correspondente caderno de encargos sido pedido por 128 empresas de engenharia, gerando uma grande quantidade de propostas, mas a construção não avançou devido aos problemas de estabilidade pelos quais o país estava a atravessar.[6] Na Década de 1930, existiam duas grandes propostas para o local onde deveria ser construída uma ponte sobre o Tejo, unindo a cidade de Lisboa à margem Sul.[7] A primeira era uma evolução do plano de Miguel Pais, e preconizava uma ligação entre o Beato, em Lisboa, e o Montijo, enquanto que a solução alternativa ditava a construção da ponte no local onde o rio era mais estreito nas imediações da capital, entre Santos e o Bom Sucesso, na margem Norte, e de Cacilhas ao Lazareto, na margem Sul.
………
> As obras iniciaram-se em 5 de Novembro de 1962, tendo nessa altura sido prevista a sua conclusão em 5 de Fevereiro de 1967.
FIM
Felizmente alguma entidade com bom senso!
Se formos-o construir finalemente , o aeroporto , será (a este andar) a velocidade do novo aeroporto de berlim ( que está a 20 anos por terminar).
Temos que ser sinceros: isto só lá vai num governo do PSD.
Nesse momento toda a gente vai concordar e já não vai haver impedimento nenhum, nem que seja em Chaves.
SANTAREM!!!!!!!!
Imaginem o melão da malta que comprou ou tem terrenos ali a volta…
13 comments
Nem acredito…quem foi o grupo de cidadãos? Props pela iniciativa!
Mais uns 50 aninhos? Enquanto se perde milhares de milhões de receita? Porque Portugal tem uma economia que pode dar ao luxo de fazer isso. /s
Santarém parece estar a avançar: https://expresso.pt/economia/2022-09-02-Grupo-Barraqueiro-e-um-dos-investidores-portugueses-ligado-a-proposta-de-construcao-de-um-aeroporto-em-Santarem-6add33a5
O mito do aeroporto continua.
Este projeto nunca vai sair da gaveta.
A solução ideal não existe e vai existir sempre alguém a meter processos em tribunal
Reza a lenda que num dia de nevoeiro um novo aeroporto vai surgir para livrar a Portela do excesso de tráfego.
Aeroporto do Montijo: **500 milhões** (NÃO)
Outro Resgate à TAP: **900 milhões** (SIM)
Mais o resgate do ano passado dava para construir 3 aeroportos e ainda sobrava para manutenção.
^(Se isto é democracia gostava de saber o que é feito dos referendos quando se gastam milhares de milhões assim.)
Alguma perspectiva: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_25_de_Abril
> A primeira grande proposta foi feita em 1876 pelo engenheiro Miguel Pais, tendo sido a que despertou mais atenção durante cerca de seis décadas, por ser a mais adequada do ponto de vista ferroviário.[6] De acordo com este plano, a ponte ligaria a zona dos Grilos, em Lisboa, ao Montijo, na margem oriental, seguindo depois a linha até ao Pinhal Novo, onde já existia um importante nó ferroviário.[5]
…
> No ano seguinte surgiu uma nova proposta para a travessia, da parte dos engenheiros franceses Bartissol e Seyrig, tendo este último ganho notoriedade como construtor da Ponte de D. Luís, no Porto.[3] Preconizavam uma ponte com um só tabuleiro, que iria servir tanto o tráfego ferroviário como rodoviário, suportado sobre vários arcos, e que ligaria Almada a um local acima da Rocha do Conde de Óbidos, com um comprimento de 2 310 m.
…
> Decorria o ano de 1929, quando o engenheiro português António Belo solicitou a concessão de uma via férrea a estabelecer sobre o rio Tejo, a partir da zona do Beato, em Lisboa, e o Montijo. Perante esta iniciativa, o então ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, acabou por nomear, no ano de 1933, uma Comissão com o fim de analisar a proposta em causa, tendo ele próprio, apresentado, em 1934, uma proposta ao Governo, de que fazia parte, para a construção de uma ponte rodoferroviária sobre o Tejo.
…
> Em 1934 foi aberto um concurso público, baseado na solução que Miguel Pais tinha apresentado em 1876.[6] Este processo foi muito concorrido, tendo o correspondente caderno de encargos sido pedido por 128 empresas de engenharia, gerando uma grande quantidade de propostas, mas a construção não avançou devido aos problemas de estabilidade pelos quais o país estava a atravessar.[6] Na Década de 1930, existiam duas grandes propostas para o local onde deveria ser construída uma ponte sobre o Tejo, unindo a cidade de Lisboa à margem Sul.[7] A primeira era uma evolução do plano de Miguel Pais, e preconizava uma ligação entre o Beato, em Lisboa, e o Montijo, enquanto que a solução alternativa ditava a construção da ponte no local onde o rio era mais estreito nas imediações da capital, entre Santos e o Bom Sucesso, na margem Norte, e de Cacilhas ao Lazareto, na margem Sul.
………
> As obras iniciaram-se em 5 de Novembro de 1962, tendo nessa altura sido prevista a sua conclusão em 5 de Fevereiro de 1967.
FIM
Felizmente alguma entidade com bom senso!
Se formos-o construir finalemente , o aeroporto , será (a este andar) a velocidade do novo aeroporto de berlim ( que está a 20 anos por terminar).
Temos que ser sinceros: isto só lá vai num governo do PSD.
Nesse momento toda a gente vai concordar e já não vai haver impedimento nenhum, nem que seja em Chaves.
SANTAREM!!!!!!!!
Imaginem o melão da malta que comprou ou tem terrenos ali a volta…