A culpa não é dos extremistas, é da democracia ( e do karma)

11 comments
  1. Começar um post com a frase “Sou um defensor da democracia, mas…” é uma excelente forma de revelar o posicionamento de quem o escreveu. Aliás, a fórmula “sou X, mas…” ou “não sou X, mas…” é geralmente um bom barómetro do que se segue.

  2. Toda a gente reclama (e com alguma razão) mas nunca vejo ninguém a apresentar soluções

    O artigo demonstra um grande dramatismo fatalista e faz-me pensar o que o autor deseja? Outra revolução?
    Ou o fim de todas as ajudas que o Estado dá?

    Será isto sequer viável para o nosso país ou realidade?

    São 4 da manhã tou a morrer de sono nem sei se isto faz sentido, boa noite

  3. >Sou um defensor da democracia mas, no caso, Português é a causa **directa e concreta** dos nossos males: conseguimos aliar um Estado demasiado grande, ineficiente e castrador do progresso ( legitimado pela maioria), com um processo democrático inquinado, em que as maiorias exploram as minorias ( o que é ilegítimo).

    por vezes as sinapses neuronais criam coisas que são de admirar, isto não pertence a essa categoria.

    pela ordem de ideias do autor, se a democracia é a causa dos nossos males então a solução é acabar com ela. ora, se o processo democrático não é o utilizado para a governação de portugal, qual seria então o processo?

  4. Apesar do artigo ser um amontoado de disparates, eu até concordo que o crescimento dos extremismos chegófilos não é tanto por mérito dos extremistas, mas sim dos políticos ditos *mainstream* que não respondem aos problemas de cada vez maior parte da população.

    TL;DR; O mérito do crescimento do Chega não é do Venturinha, é do Sócrates, do Passos Coelho, do Paulinho das Feiras, do António Costa e do irrelevante que estava no PSD antes do Luis Montenegro (do Luis Montenegro não espero grande coisa também, mas ainda não teve tempo para grande coisa) e dos outros antes que nos trouxeram aqui.

  5. Impostos são roubo, economia não se influência com canetas, sou democrata mas…

    É isto a nova direita ?

  6. Desculpa lá, mas recuso-me a ler este texto. Por mais razão que o autor eventualmente tenha, três calinadas é o meu limite para sequer me dar ao trabalho de ler a opinião de alguém que nem teve a paciência de fazer uma revisão do texto.

  7. Gosto particularmente da crítica aos 50% que vão votar, na cabeça desta gente são pensionistas, função pública e pouco mais… Mas sobre os outros 50% que não metem lá o cú nem uma palavrinha?! Amigos, querem mudança? è ir lá e votar… A ideia que o problema é o sistema democrático e que quem se abstem está isento de culpas por omissão é maquiavélica e perniciosa.

  8. Que texto de merda de mais um neoliberal CEO. Claro que não gosta de democracia, sobretudo a verdadeira [que não é a liberal, a que vivemos].

    É chorar, facho!

  9. “Sou um defensor da democracia, mas”

    O problema não é a democracia! O problema é termos um mundo político mais preocupado em aplicar medidas que seguem as respetivas ideologias do que propriamente em aplicar soluções inteligentes e eficazes (mesmo que não estejam de acordo com a ideologia política). Deste modo, parece que andamos sempre com meias medidas que a longo-prazo só agravam os problemas.

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