Bandeira da União Europeia vai passar a estar hasteada na Assembleia da República – Observador

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  1. Faz sentido, Portugal já não é um país soberano mas uma região da proto-federação de Bruxelas Alemanha. Aliás, só funciona devido às injeções do BCE e pacotes de “investimento”.

  2. Não vejo qual é o problema. Portugal faz parte da UE, portanto até faz sentido que a bandeira esteja hasteada na Assembleia.

  3. É representativo do que Portugal se tornou: Uma colónia.

    Tal como numa colónia, os nativos foram educados para acreditarem que não conseguem sobreviver sem a potência colonizadora. O território é explorado para benefício de outros povos (neste caso passar férias e pouco mais) e os indígenas existem para os servirem.

    Uma pequena elite corrupta gere a colónia em nome de interesses externos, sendo recompensada com cargos na UE ou nas empresas outrora portuguesas mas vendidas ao desbarato a grupos estrangeiros.

    O estado da coisa é tal que os nativos estão satisfeitos com a situação.

    Os próximos passos serão o desmantelamento das forças armadas, a criação de uma cidadania europeia (tal como os colonizados africanos que também eram todos portugueses) e a ~~unificação~~ subordinação bancária e fiscal.

    O que há a fazer? Nada. Talvez pudesse ter sido feita alguma coisa uma ou duas décadas atrás. Mas preferimos férias e bmw. Agora é tarde, fomos colonizados, pronto, é adaptarmo-nos o melhor possível ao nosso novo estatuto.

  4. Queremos o dinheiro mas não queremos a bandeira? A maioria do Costa não é difícil de perceber quando se lê o que por aqui se escreve. O Reddit está a ficar um Facebook jeitoso.

  5. Da maneira que andam as coisas e da forma que vivemos subalternos a todas as ordens comunitárias, mais valia era retirar a Portuguesa.

  6. Uma pergunta honesta: Nestes casos de lenta integração, quando se considera que a soberania nacional foi perdida ou dada a outra entidade? Diria que a soberania de um território é atribuída a quem lhe gere as fronteiras, a economia, força militar, e uma população que se rege por regras específicas, e por aí começa a ser difícil chamar Portugal soberano.

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