Não sei em que tempos cresceste tu, mas parece-me mais que tinhas era vizinho ou vizinhos bestas.
Cresci nas décadas de 70 e 80, joguei muito à bola, basket, volley, etc nas ruas perto da minha casa, num Centro Histórico, sem ter tido problemas desses. Já para não falar em Skates, Pressões de Ar, Hoquei, Batalhas campais…
Partiamos vidros e ninguém se chateva, as Drogarias até agradeciam, só era chato quando era a vez dos filhos das drogarias pagarem xD
Para recuperar as bolas subiamos a varandas pelos postes e saíamos pela porta da frente, que geralmente só tinha o “trinco batido”, sem qualquer stresse porque todos conheciamos as casas uns dos outros como a palma da mão.
Já para não falar no que se via às vezes pendurado nas varandas ou dentro de casa eheeh.
Os nossos pais até se davam ao trabalho de colocar os carros de modo a deixar uma ou mais ruas livres para nós, às vezes jogavam também e ensinavam “aos filhos dos outros” a andar de bicicleta por exemplo.
Como havia muita restauração, nunca tinhamos sede, pois se não fosse A seria B a dar-nos desde àgua , copos de “gasosa fresca” a Frisumo.
Muitas vezes era “mobília prá rua”, muita cozinha em acção e muita vizinhança a fazer almoçaradas e jantaradas na rua como se fossemos uma só família.
Tenho 46 anos e ainda hoje quando vou visitar a minha mãe que me chama pelo meu nome sem diminutivos, muita da vizinhança onde cresci ainda me chama de …inhos.
Portanto a foto que colocaste aí **é que é** um bom exemplo.
Ou tu passavas a vida a mandar bolas para dentro do quintal do teu vizinho, de propósito, ou o teu vizinho era uma bestinha.
Eh pá!!! Que bilhete a pedir a devolução da bola tão amoroso! Esses putos merecem a devolução sim senhor! E estão aí pais que se esforçaram! 👏🏻
7 comments
Não é apenas no teu tempo.
Podem sempre devolvê-las furadas
Não sei em que tempos cresceste tu, mas parece-me mais que tinhas era vizinho ou vizinhos bestas.
Cresci nas décadas de 70 e 80, joguei muito à bola, basket, volley, etc nas ruas perto da minha casa, num Centro Histórico, sem ter tido problemas desses. Já para não falar em Skates, Pressões de Ar, Hoquei, Batalhas campais…
Partiamos vidros e ninguém se chateva, as Drogarias até agradeciam, só era chato quando era a vez dos filhos das drogarias pagarem xD
Para recuperar as bolas subiamos a varandas pelos postes e saíamos pela porta da frente, que geralmente só tinha o “trinco batido”, sem qualquer stresse porque todos conheciamos as casas uns dos outros como a palma da mão.
Já para não falar no que se via às vezes pendurado nas varandas ou dentro de casa eheeh.
Os nossos pais até se davam ao trabalho de colocar os carros de modo a deixar uma ou mais ruas livres para nós, às vezes jogavam também e ensinavam “aos filhos dos outros” a andar de bicicleta por exemplo.
Como havia muita restauração, nunca tinhamos sede, pois se não fosse A seria B a dar-nos desde àgua , copos de “gasosa fresca” a Frisumo.
Muitas vezes era “mobília prá rua”, muita cozinha em acção e muita vizinhança a fazer almoçaradas e jantaradas na rua como se fossemos uma só família.
Tenho 46 anos e ainda hoje quando vou visitar a minha mãe que me chama pelo meu nome sem diminutivos, muita da vizinhança onde cresci ainda me chama de …inhos.
Portanto a foto que colocaste aí **é que é** um bom exemplo.
Ou tu passavas a vida a mandar bolas para dentro do quintal do teu vizinho, de propósito, ou o teu vizinho era uma bestinha.
Eh pá!!! Que bilhete a pedir a devolução da bola tão amoroso! Esses putos merecem a devolução sim senhor! E estão aí pais que se esforçaram! 👏🏻
Isto é maravilhoso. Miúdos impecáveis! 🤗
Nós saltávamos o muro e íamos buscar à socapa.