>Desconhecidos atearam fogo a um homem sem-abrigo, esta quinta-feira de madrugada, na Rua Barros Lima, junto ao cruzamento com a Rua Fernão de Magalhães, na cidade do Porto. A vítima foi levada para o hospital já esta manhã.
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>Foi a vítima, com 52 anos, que se dirigiu ao Hospital Joaquim Urbano, onde fazia tratamento de metadona, cerca das 8 horas, dizendo “pegaram-me fogo” e pedindo roupa para substituir a que havia sido queimada.
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>Foi só quando virou costas e começou a descer que funcionários do hospital lhe viram a camisa e as costas queimadas, tendo acionado de imediato o INEM e a PSP.
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>Não foi possível apurar, até ao momento, o estado de saúde da vítima, que é conhecida como “Gigio”. Sabe-se que viveu com a mãe, até há cerca de um mês, em Gondomar, mas saiu de casa após uma zanga.
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>Segundo uma vizinha e alguns utentes do Joaquim urbano, a vítima é um homem inofensivo, franzino e de baixa estatura, que não se metia com ninguém e que, nos últimos dias, tem passado as noites à porta de um prédio da Rua Barros Lima, bem perto do hospital. A PSP do Porto confirma o incidente.
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>Pelas 10 horas desta quinta-feira, agentes da PSP vigiavam o local onde tudo aconteceu, para preservação e análise dos indícios do crime, que há-de ser feita por elementos da Divisão de Investigação Criminal.
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>No chão, há vestígios do fogo, nomeadamente o que resta de um casaco queimado.
**ACTUALIZAÇÃO:**
>**Cigarro aceso causou fogo**
Inicialmente, julgou tratar-se de crime até porque já tinham incendiado pertences de sem-abrigo que ali pernoitavam para os afugentar do local. Porém, após uma investigação preliminar da PJ tudo aponta para que um cigarro aceso esquecido tenha incendiado o casaco de Gigio, que era feito de um material altamente inflamável. Quando este se apercebeu, já tinha as costas queimadas. Despiu o casaco, apagou as chamas e continuou a dormir.
F*da-se! Ao que isto chegou!
É o que dá o radicalismo, cometem-se as maiores barbáries com base em estereótipos e generalizações, mas sempre alicerçados em falsos “benefícios para a sociedade”.
Que este homem tenha a melhor sorte na recuperação e que o/os animal/is seja/m punido/os exemplarmente.
Que tipo de gente é que faz estas coisas?
É uma vida humana que tem a mesma dignidade de outra qualquer, só consigo entender que quem fez isto foi alguém com pouco mais de dois neurónios que não tem nada que fazer na vida.
Agora é serem apanhados, julgados e depois na prisão mereciam que lhes marcassem o nome do sem abrigo na testa, com um ferro quente, como se fazia (?!) com alguns animais.
Mas que cambada de filhos da p
Foi para algum tiktok???
Filhos da grande puta!!!
Pena de morte com “extreme prejudice” para os culpados, sinceramente há certas pessoas que não merecem compaixão.
Atirem-me aos lobos mas é a minha opinião sincera.
Ok, depois de ler a noticia e esta thread fico com uma dúvida…
O pessoal que está a falar em psicopatas, assassinos, penas de morte e etc, não acredita no que a Policia Judiciária diz, ou acha que o próprio sem abrigo devia levar com a pena de morte por ter sofrido um acidente?
9 comments
>Desconhecidos atearam fogo a um homem sem-abrigo, esta quinta-feira de madrugada, na Rua Barros Lima, junto ao cruzamento com a Rua Fernão de Magalhães, na cidade do Porto. A vítima foi levada para o hospital já esta manhã.
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>Foi a vítima, com 52 anos, que se dirigiu ao Hospital Joaquim Urbano, onde fazia tratamento de metadona, cerca das 8 horas, dizendo “pegaram-me fogo” e pedindo roupa para substituir a que havia sido queimada.
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>Foi só quando virou costas e começou a descer que funcionários do hospital lhe viram a camisa e as costas queimadas, tendo acionado de imediato o INEM e a PSP.
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>Não foi possível apurar, até ao momento, o estado de saúde da vítima, que é conhecida como “Gigio”. Sabe-se que viveu com a mãe, até há cerca de um mês, em Gondomar, mas saiu de casa após uma zanga.
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>Segundo uma vizinha e alguns utentes do Joaquim urbano, a vítima é um homem inofensivo, franzino e de baixa estatura, que não se metia com ninguém e que, nos últimos dias, tem passado as noites à porta de um prédio da Rua Barros Lima, bem perto do hospital. A PSP do Porto confirma o incidente.
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>Pelas 10 horas desta quinta-feira, agentes da PSP vigiavam o local onde tudo aconteceu, para preservação e análise dos indícios do crime, que há-de ser feita por elementos da Divisão de Investigação Criminal.
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>No chão, há vestígios do fogo, nomeadamente o que resta de um casaco queimado.
**ACTUALIZAÇÃO:**
>**Cigarro aceso causou fogo**
Inicialmente, julgou tratar-se de crime até porque já tinham incendiado pertences de sem-abrigo que ali pernoitavam para os afugentar do local. Porém, após uma investigação preliminar da PJ tudo aponta para que um cigarro aceso esquecido tenha incendiado o casaco de Gigio, que era feito de um material altamente inflamável. Quando este se apercebeu, já tinha as costas queimadas. Despiu o casaco, apagou as chamas e continuou a dormir.
F*da-se! Ao que isto chegou!
É o que dá o radicalismo, cometem-se as maiores barbáries com base em estereótipos e generalizações, mas sempre alicerçados em falsos “benefícios para a sociedade”.
Que este homem tenha a melhor sorte na recuperação e que o/os animal/is seja/m punido/os exemplarmente.
Que tipo de gente é que faz estas coisas?
É uma vida humana que tem a mesma dignidade de outra qualquer, só consigo entender que quem fez isto foi alguém com pouco mais de dois neurónios que não tem nada que fazer na vida.
Agora é serem apanhados, julgados e depois na prisão mereciam que lhes marcassem o nome do sem abrigo na testa, com um ferro quente, como se fazia (?!) com alguns animais.
Mas que cambada de filhos da p
Foi para algum tiktok???
Filhos da grande puta!!!
Pena de morte com “extreme prejudice” para os culpados, sinceramente há certas pessoas que não merecem compaixão.
Atirem-me aos lobos mas é a minha opinião sincera.
Ok, depois de ler a noticia e esta thread fico com uma dúvida…
O pessoal que está a falar em psicopatas, assassinos, penas de morte e etc, não acredita no que a Policia Judiciária diz, ou acha que o próprio sem abrigo devia levar com a pena de morte por ter sofrido um acidente?