é muito conveniente não haver explicação para o estragamento.
Esta notícia deixou-me igualmente triste e revoltada.
Deve ter sido nas aulas práticas de Geografia para demonstrar a desmatacao da Amazónia.
não escolheu espécies resilientes… eucaliptos, pequenada, eucaliptos!
Um jornalista a escrever “elo de ligação”… Um elo que não liga nada é uma argola
Quando nem as instituições onde, supostamente, se deveriam consciencializar os jovens tem cuidados, o que esperar?
Mas de louvar a lição que um jovem deu, pena o desgosto que poderá ter sentido.
Que tristeza
Para a maioria a PS 5 é bem mais interessante
>Em vez de gastar dinheiro num videojogo
Que diferença enorme.
Acho que mais importante que lamentar ou identificar os culpados é aprender com os erros. Neste caso, acho que o projeto deste rapaz aconteceu um pouco á revelia, a escola deixou e ele fez mas a comunicação falhou. Com certeza quem destruiu o que ele construiu não sabia a mínima ideia de que aquilo era 1. Projecto de alguém e 2. Que tinha algum valor do ponto de vista da aprendizagem e preservação.
Ora o projecto de construção deste habitat a avançar novamente deverá ter outros moldes. Deverá ser suportado ativamente pela escola e deverá ser protegido no mínimo pela inclusão de sinalética. O projeto sem apoio ativo por parte da escola nunca deve avançar sobe pena de ser novamente destruído. Legalmente nada o protege da destruição daquele canto e mesmo referindo espécies protegidas será muito pouco provável que o jardineiro ou quem quer que seja o reconheça como tal e se sinta impedido de continuar o serviço.
A escola deveria compensar o aluno, por exemplo, meter recursos a apoiar a recuperação do espaço. Em vez disso, ignoram-no, deixando-o ficar quase num estado depressivo. Bela merda de sistema.
Pelo menos serve-lhe como liçao de vida.
Nesse tipo de trabalhos manda o denominador comum e o denominador comum é munta fraquinho.
É bem feito, este vai estar preparado para a vida adulta. Ainda com 17 anos e já começam os desgostos com o ser humano.
Este país está podre…
Que triste notícia,mais um triste exemplo do estado da sociedade e educação portuguesa, espero que este rapaz não desista do que está a fazer e continue mostrar o exemplo que é, precisamos de mais portugueses como ele !
Portugal numa notícia.
Parece-me boa altura para os carros da direção da escola aparecerem arranhados e com os pneus furados e ninguém saber o responsavel.
Aposto que queriam lá por parque de estacionamento ou algo do género. Ele se quisesse processava a escola na boa.
Extremamente lamentável. E o prior disto é que o/a director/a da escola não se coloca à frente, enfrenta as consequências e oferece uma explicação.
A prova de que Portugal é um país desinteressado. Ninguém quer saber de nada. A área é responsabilidade da escola e ninguém sabe o que aconteceu, nem os responsáveis. Quem é de direito não assume responsabilidade. Um país sem esperança, nas mãos de gente que só está interessada no seu bem estar a curto prazo. Não há pensamento estratégico, plano a longo prazo, para meter o país para cima. É uma tristeza.
20 comments
é muito conveniente não haver explicação para o estragamento.
Esta notícia deixou-me igualmente triste e revoltada.
Deve ter sido nas aulas práticas de Geografia para demonstrar a desmatacao da Amazónia.
não escolheu espécies resilientes… eucaliptos, pequenada, eucaliptos!
Um jornalista a escrever “elo de ligação”… Um elo que não liga nada é uma argola
Quando nem as instituições onde, supostamente, se deveriam consciencializar os jovens tem cuidados, o que esperar?
Mas de louvar a lição que um jovem deu, pena o desgosto que poderá ter sentido.
Que tristeza
Para a maioria a PS 5 é bem mais interessante
>Em vez de gastar dinheiro num videojogo
Que diferença enorme.
Acho que mais importante que lamentar ou identificar os culpados é aprender com os erros. Neste caso, acho que o projeto deste rapaz aconteceu um pouco á revelia, a escola deixou e ele fez mas a comunicação falhou. Com certeza quem destruiu o que ele construiu não sabia a mínima ideia de que aquilo era 1. Projecto de alguém e 2. Que tinha algum valor do ponto de vista da aprendizagem e preservação.
Ora o projecto de construção deste habitat a avançar novamente deverá ter outros moldes. Deverá ser suportado ativamente pela escola e deverá ser protegido no mínimo pela inclusão de sinalética. O projeto sem apoio ativo por parte da escola nunca deve avançar sobe pena de ser novamente destruído. Legalmente nada o protege da destruição daquele canto e mesmo referindo espécies protegidas será muito pouco provável que o jardineiro ou quem quer que seja o reconheça como tal e se sinta impedido de continuar o serviço.
A escola deveria compensar o aluno, por exemplo, meter recursos a apoiar a recuperação do espaço. Em vez disso, ignoram-no, deixando-o ficar quase num estado depressivo. Bela merda de sistema.
Pelo menos serve-lhe como liçao de vida.
Nesse tipo de trabalhos manda o denominador comum e o denominador comum é munta fraquinho.
É bem feito, este vai estar preparado para a vida adulta. Ainda com 17 anos e já começam os desgostos com o ser humano.
Este país está podre…
Que triste notícia,mais um triste exemplo do estado da sociedade e educação portuguesa, espero que este rapaz não desista do que está a fazer e continue mostrar o exemplo que é, precisamos de mais portugueses como ele !
Portugal numa notícia.
Parece-me boa altura para os carros da direção da escola aparecerem arranhados e com os pneus furados e ninguém saber o responsavel.
Aposto que queriam lá por parque de estacionamento ou algo do género. Ele se quisesse processava a escola na boa.
Extremamente lamentável. E o prior disto é que o/a director/a da escola não se coloca à frente, enfrenta as consequências e oferece uma explicação.
A prova de que Portugal é um país desinteressado. Ninguém quer saber de nada. A área é responsabilidade da escola e ninguém sabe o que aconteceu, nem os responsáveis. Quem é de direito não assume responsabilidade. Um país sem esperança, nas mãos de gente que só está interessada no seu bem estar a curto prazo. Não há pensamento estratégico, plano a longo prazo, para meter o país para cima. É uma tristeza.