
[https://sicnoticias.pt/podcasts/justica-sem-codigos/2022-09-29-Comentarios-nas-redes-sociais-podem-levar-a-despedimento-dd36efa0](https://sicnoticias.pt/podcasts/justica-sem-codigos/2022-09-29-Comentarios-nas-redes-sociais-podem-levar-a-despedimento-dd36efa0)
Mais um bom episódio deste podcast. Penso que seja útil para quem usa o Reddit com frequência.
O intro é um exemplo do tipo de descrição que devemos ter em relação aos nossos métodos de trabalho, bem como as ferramentas com que trabalhamos. Existe muito soft-skill no trabalho dos hackers.
Deixo também uma questão: conhecem ou sabem alguma história de alguém que foi despedido ou de alguma forma admoestado no trabalho por coisas que disse nas redes sociais?
Boa quinta-feira!
4 comments
> Existe muito soft-skill no trabalho dos hackers.
Errado. Está provado que os inteligentes são derrotados pelos imbecis que os rodeiam. Um hacker por si só é inofensivo. O que faz mossa é quem lhe compra a informação e esse alguém está muito perto da dita vítima.
> Deixo também uma questão: conhecem ou sabem alguma história de alguém que foi despedido ou de alguma forma admoestado no trabalho por coisas que disse nas redes sociais?
Não sei. Se bem que segundo o código laboral Português isso é impossível. Mas há entidades que foram prejudicadas pelo comportamento dos funcionários nas redes sociais. Mas verdade seja dita, em Portugal se for nas redes sociais então é no café.
Sim, acho que foi um dos primeiros. Não encontro a fonte por isso vou colar o texto que tenho guardado.
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> A notícia que caíu hoje nas redações, relata que um vigilante da ESEGUR, que tinha sido despedido em Janeiro por comentários no Facebook que a empresa considerou difamatórios, pretendeu impugnar o despedimento mas viu o Tribunal dar razão à empresa.
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> A notícia refere que o juiz do tribunal de Matosinhos, considerou os comentários/Posts do vigilante, ofensivos da imagem, dignidade e “bom nome” da Esegur, dos seus responsáveis e de alguns colaboradores.
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> O vigilante em causa que era ao mesmo tempo delegado sindical, administrava um grupo criado no Facebook, designado “Trabalhadores da ESEGUR”, composto por cerca de cento e cinquenta membros, todos trabalhadores ou ex-trabalhadores da empresa.
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> Segundo o J.N., (…) entre setembro e dezembro de 2012, o vigilante terá publicado vários comentários, em que afirmava ter sido humilhado, calado e perseguido, classificando nos mesmos comentários, alguns dos colegas como analfabetos, reportando-se a delatores que apelidou de imbecis, chegando a postar imagens de palhaços para retratar alguns superiores hierárquicos (…).
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> Este é um caso inédito em portugal, mas serve de exemplo e alerta para os profissionais do setor, no cuidado que devem ter no futuro, quando fizerem comentários sobre as empresas onde trabalham, como é vulgar ver-se nas redes sociais.
Supõe que vais trabalhar para uma Worten e dizes que só estúpidos é que lá vão fazer compras e devia-lhes acontecer algo horrendo a todos os clientes que lá passam.
Achas que a empresa teria direito de o despedir?
Imaginando que na rede social em questão ele se identifica como trabalhador da Worten, qual é a diferença?
portugal no bom caminho…