Infrações deixaram motorista de Cabrita sem reação

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  1. Segundo a peritagem, à qual o JN teve acesso, o excesso de velocidade e o facto de o carro circular na via mais à esquerda, sem que fosse a fazer qualquer ultrapassagem, são infrações que reduziram para metade o raio de visibilidade do motorista e do próprio operário, que, caso contrário, teria tido tempo para escapar ao atropelamento, mesmo sem ser ter de correr.

    A perícia também assinala o facto de o motorista ter infringido as regras estradais sem acionar sinais sonoros ou luminosos da viatura.

  2. Noticias a sair diariamente, que se contradizem uma a outra.

    Ontem os peritos da Universidade do Minho, que tiveram no terreno, que foram fazer testes para o Autodromo para simular as condiçoes de velocidade, travagem, desvio etc, relatam que o funcionario teria tempo de passar mesmo que o veiculo fosse a 220km/h, e que teria 180m de visibilidade.

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    >Os peritos foram depois ao local fazer a medição e replicaram os testes. Aqui chegaram mesmo a pedir a um militar da GNR para circular no local a 200 quilómetros / hora (a velocidade a que, segundo explicam, se falava na comunicação social) com um dos peritos colocados no separador central a ver se via o carro aproximar-se.
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    >Na perícia da Universidade lê-se então que, no lugar onde estava Nuno, no separador central, era possível ter avistado um carro que viesse a 200 quilómetros hora. Era também possível, de acordo com os parâmetros já definidos nestas investigações, que Nuno conseguisse atravessar aquela via em 4 segundos. O que não foi medido no relatório foi o tempo que alguém numa situação destas demora a tomar uma decisão e a agir.
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    >”O peão poderia ter atravessado se o carro fosse a 220 km”, dizem os peritos que estiveram no local do acidente a fazer testes e dizem que, a estar na estrada, Nuno Santos teria tido tempo de ver o carro e de atravessar a via.
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    >“Uma pessoa colocada dentro do rail de proteção interior da curva, no local onde presumivelmente o peão estaria antes de ter tentado atravessar, teria cerca de 180 metros de visibilidade para os carros que circulassem na faixa esquerda”. O que, sustentam, daria tempo para o peão passar. “O peão poderia ter atravessado se o carro fosse a 220 km”, acrescentam.

    [https://observador.pt/especiais/gnr-pediu-pericia-a-engenheiros-do-minho-depois-de-bmw-nao-conseguir-apurar-velocidade-calculos-de-militares-apontavam-para-145-km-h/](https://observador.pt/especiais/gnr-pediu-pericia-a-engenheiros-do-minho-depois-de-bmw-nao-conseguir-apurar-velocidade-calculos-de-militares-apontavam-para-145-km-h/)

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    JN tem acesso a um documento de peritagem, que ja contradiz em parte isso mesmo.

    Enfim…

  3. > o excesso de velocidade e o facto de o carro circular na via mais à esquerda

    Só faltou conduzir com o joelho

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