Duches, utilização de máquinas de lavar e poupança da água, segundo o governo

6 comments
  1. Antes que os críticos do bom costume me caiam em cima, as medidas que aqui estão indicadas fazem todo o sentido e todos deveríamos segui-las em tempos de crise energética ou não.

    A minha questão vai para a maravilhosa parte em que se refere que eventualmente as medidas poderão passar a ser “obrigatórias” na esfera privada, ou seja, seria obrigatório reduzir os tempos de banho, usar menos as máquinas de lavar e secar, diminuir as lavagens de carros etc etc. Ora como é possível controlar estas coisas? De que forma se poderia obrigar as pessoas a seguir esta regras na sua vida privada, dentro de casa?

  2. Dizem para usar menos a máquina e já estou a ver que vai haver malta que vai começar a lavar à mão quando se gasta ainda mais água assim.

  3. Não estou interessado. Já sei poupar. E isto também não vai resolver absolutamente nada. O que resolve é políticas que não nos colocam na merda. Literalmente tudo o que estamos a ver agora é o resultado de políticas. Literalmente tudo. O problema do gás é duplamente o resultado de políticas: Primeiro por darem o cu à Russia e ignorarem a Ucrânia e depois por quererem ser os salvadores da Ucrânia em troca do conforto daqueles que foram votados para ajudar. Esquizofrenia não funciona, é por isso que há medicação. Tudo isto está directamente relacionado com políticas. Até a seca deriva de políticas, não da falta de chuva, já que uma boa parte da água captada é perdida por falta de manutenção e renovação dos sistemas. Tudo é o resultado de políticos incompetentes, e garanto-vos que esses vão continuar a viver confortavelmente. Portanto eu também vou continuar. Eu não sigo regras em competições contra batoteiros. Deixo isso para os mentecaptos.

  4. Um campo de golf equivale a quantos minutos de banho? E as canalizações todas fodidas com água a escorrer durante horas na rua até vir o picket arranjar quantos minutos são? O estado que analise bem e só depois venha cagar larachas

  5. “estas indicações passarão a ter caráter obrigatório caso seja “declarado alerta da União, o Plano de Poupança de Energia 2022-2023”, podendo contemplar medidas excecionais”

    Boa sorte a fiscalizar isso. Vão-me mandar um gajo com um cronómetro a casa todos os dias para ver quanto tempo esfrego cada colhão no banho?

    Vêm medir a temperatura da água sempre que a usar?

  6. O governo não consegue controlar quem gasta mais água ou eletricidade a nível individual. As medidas a virem serem implementadas no âmbito privado “apenas”, serão só de recomendação ou alerta.
    A nível geral, poderá haver cortes de fornecimento de electricidade e água.
    Com a entidade gestora da rede eléctrica poderá ser utilizado o corte de energia ou a redução de potência, isto tudo graças à tecnologia disponível. Por exemplo, um posto de transformação pode ser desligado e todos os edifícios ligados a ele ficaram sem energia, ou pode-se optar pela redução de potência a partir dos contadores inteligentes por cada edifício/habitação (20kVA->10KVa).
    Na poupança da água opta-se por corte pontuais em caso crítico ou então o mais óbvio será a redução do caudal.
    Estas medidas acho que só seriam aplicadas se chegássemos a um estado bastante crítico a nível de recursos.

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