Após ser noticiado o caso dos fundos comunitários recebidos pelo marido, a ministra da Coesão já tinha chorado numa comissão, mas evitado responder a deputados e jornalistas sobre o assunto. Após dias de silêncio, esta segunda-feira Ana Abrunhosa escreveu um artigo no jornal Público em que defende que uma mudança da lei para impedir familiares de ministros de concorrer aos fundos comunitários aumentaria o “clima de desconfiança” sobre a classe política e seria uma “supressão de direitos”. A governante escreve ainda que querem fazer do marido um “cidadão de segunda” e defende-se de várias acusações — incluindo algumas que não lhe foram feitas.
“*Se impedem o meu marido de concorrer a fundos comunitários, eu vim para aqui fazer o quê então? Eu vim para aqui justamente para isso*”
Pqp mais esta gente. E ainda me surpreendo com as merdas q se passam nos states e me admiro como as pessoas admitem isso. Por aqui é igual.
Têm o que votaram.
de um lado temos o argumento da corrupção. do outro temos o argumento da não discriminação.
no meio estão os portugueses a serem enrabados.
Tens uma solução é abandonares o posto assim o teu marido já tem direito, e se não gostares temos pena.
Quem chora em público ri-se em privado.
E com razão. Basta perceber um pouco do assunto para perceber que a Ana Abrunhosa têm razão no que diz, mas como aqui os bots de um certo partido só querem é fazer barulho…
Agora já nem se prestam contas no parlamento ou em entrevistas.
Escreve-se um artigo no jornal e está feito.
Ahahahahahahahahahahaahahah
Olha, que giro! Uma filha da puta à solta no seu habitat natural.
Concordo com ela, familiares de ministros n devem ser excluídos. Devem sim é ser sujeitos a uma avaliação por uma comissão independente e secreta para que n haja contaminação dos resultados
E claramente que não vê qualquer questão de índole ética nesta tomada de posição.
Mais 5% para o PS.
Alguém me explica como é que a sra ainda não se demitiu?
As p… tbm são sérias…..
Na Suécia, uma Ministra foi exonerada por pagar um chocolate com fundos públicos, e aqui é sempre esta palhaçada.
O problema de Portugal é cultural, estou farto de o dizer. Se não gostam do escrutínio nem das limitações que ser governante acarreta, então não vão para governantes. O povo agradece
eu gostava de, seriamente, perceber um pouco melhor a opinião de quem aqui acha que a ministra se deve demitir e que isto é inadmissível.
O marido dela detém 40% numa empresa que recebeu 133.000 euros de fundos comunitários (geridos autonomamente pelas CCDR), e tem inclusive outra empresa que foi rejeitada (tudo isto explicado no texto dela). De acordo com a maioria aqui, isto não se coaduna com o exercício das funções dela.
E se o marido detivesse 20%? 1%? E se se tivessem casado depois de ela entrar no Governo? E se fosse ex-marido? E se fosse uma amiga da ex-cunhada? E se estivessemos antes a falar do acesso por parte do marido um medicamento inovador através SNS (afinal de contas a ministra conhece o ministro da Saúde)? Ou candidatura a uma bolsa na FCT (ela conhece a ministra da Ciência)?
Eu com isto não quero dizer que não acho que não deve haver regulamentação destas situações – tal como o parecer pedido pela ministra ao Ministério Público dizia, a lei é pouco clara, e por isso acho que deve ser aprofundada. Mas a opinião aqui no sub parece ser simplesmente “quem se relaciona de qualquer forma com um político não pode ter nada que ver com o Estado”.
Eu quero que a Ana Abrunhosa se foda.
Acabou-se os tachos pro seu marido.
Parou a Xuxa coitada
Cabra.
Porque é que ela e o marido não estão na choldra, mesmo?
Devia-se fazer uma cerca sanitária no parlamento.
Isto é aquilo a que se chama de “não assunto”. Várias empresas tiveram direito a concorrer a concursos públicos. Se realmente foi atribuída alguma vantagem, aí há assunto, senão, só estamos a dizer que os cônjuges de governantes não têm os mesmos direitos que os outros.
Uma coisa é a empresa ter vantagem em relação às outras, outra completamente diferente é ter tido acesso a fundos que tantas outras tiveram. Há que haver um bocado de bom senso, ou será que apartir de agora só poderemos ser governados por pessoal solteiro?
E vergonha na cara? Não?
Lmao que inesperado
Como dizem os americanos: if it looks like a corrupt duck, swims like a corrupt duck, and quacks like a corrupt duck, then it probably is a corrupt duck.
Siga aprovar!
Bora Marcelo, para de passear e vai promulgar essa merda para dizeres que fazes alguma coisa!
28 comments
Após ser noticiado o caso dos fundos comunitários recebidos pelo marido, a ministra da Coesão já tinha chorado numa comissão, mas evitado responder a deputados e jornalistas sobre o assunto. Após dias de silêncio, esta segunda-feira Ana Abrunhosa escreveu um artigo no jornal Público em que defende que uma mudança da lei para impedir familiares de ministros de concorrer aos fundos comunitários aumentaria o “clima de desconfiança” sobre a classe política e seria uma “supressão de direitos”. A governante escreve ainda que querem fazer do marido um “cidadão de segunda” e defende-se de várias acusações — incluindo algumas que não lhe foram feitas.
“*Se impedem o meu marido de concorrer a fundos comunitários, eu vim para aqui fazer o quê então? Eu vim para aqui justamente para isso*”
Pqp mais esta gente. E ainda me surpreendo com as merdas q se passam nos states e me admiro como as pessoas admitem isso. Por aqui é igual.
Têm o que votaram.
de um lado temos o argumento da corrupção. do outro temos o argumento da não discriminação.
no meio estão os portugueses a serem enrabados.
Tens uma solução é abandonares o posto assim o teu marido já tem direito, e se não gostares temos pena.
Quem chora em público ri-se em privado.
E com razão. Basta perceber um pouco do assunto para perceber que a Ana Abrunhosa têm razão no que diz, mas como aqui os bots de um certo partido só querem é fazer barulho…
Agora já nem se prestam contas no parlamento ou em entrevistas.
Escreve-se um artigo no jornal e está feito.
Ahahahahahahahahahahaahahah
Olha, que giro! Uma filha da puta à solta no seu habitat natural.
Concordo com ela, familiares de ministros n devem ser excluídos. Devem sim é ser sujeitos a uma avaliação por uma comissão independente e secreta para que n haja contaminação dos resultados
E claramente que não vê qualquer questão de índole ética nesta tomada de posição.
Mais 5% para o PS.
Alguém me explica como é que a sra ainda não se demitiu?
As p… tbm são sérias…..
Na Suécia, uma Ministra foi exonerada por pagar um chocolate com fundos públicos, e aqui é sempre esta palhaçada.
O problema de Portugal é cultural, estou farto de o dizer. Se não gostam do escrutínio nem das limitações que ser governante acarreta, então não vão para governantes. O povo agradece
eu gostava de, seriamente, perceber um pouco melhor a opinião de quem aqui acha que a ministra se deve demitir e que isto é inadmissível.
O marido dela detém 40% numa empresa que recebeu 133.000 euros de fundos comunitários (geridos autonomamente pelas CCDR), e tem inclusive outra empresa que foi rejeitada (tudo isto explicado no texto dela). De acordo com a maioria aqui, isto não se coaduna com o exercício das funções dela.
E se o marido detivesse 20%? 1%? E se se tivessem casado depois de ela entrar no Governo? E se fosse ex-marido? E se fosse uma amiga da ex-cunhada? E se estivessemos antes a falar do acesso por parte do marido um medicamento inovador através SNS (afinal de contas a ministra conhece o ministro da Saúde)? Ou candidatura a uma bolsa na FCT (ela conhece a ministra da Ciência)?
Eu com isto não quero dizer que não acho que não deve haver regulamentação destas situações – tal como o parecer pedido pela ministra ao Ministério Público dizia, a lei é pouco clara, e por isso acho que deve ser aprofundada. Mas a opinião aqui no sub parece ser simplesmente “quem se relaciona de qualquer forma com um político não pode ter nada que ver com o Estado”.
Eu quero que a Ana Abrunhosa se foda.
Acabou-se os tachos pro seu marido.
Parou a Xuxa coitada
Cabra.
Porque é que ela e o marido não estão na choldra, mesmo?
Devia-se fazer uma cerca sanitária no parlamento.
Isto é aquilo a que se chama de “não assunto”. Várias empresas tiveram direito a concorrer a concursos públicos. Se realmente foi atribuída alguma vantagem, aí há assunto, senão, só estamos a dizer que os cônjuges de governantes não têm os mesmos direitos que os outros.
Uma coisa é a empresa ter vantagem em relação às outras, outra completamente diferente é ter tido acesso a fundos que tantas outras tiveram. Há que haver um bocado de bom senso, ou será que apartir de agora só poderemos ser governados por pessoal solteiro?
E vergonha na cara? Não?
Lmao que inesperado
Como dizem os americanos: if it looks like a corrupt duck, swims like a corrupt duck, and quacks like a corrupt duck, then it probably is a corrupt duck.
Siga aprovar!
Bora Marcelo, para de passear e vai promulgar essa merda para dizeres que fazes alguma coisa!