Morreu docente com cancro que não conseguiu ficar colocada junto a casa

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  1. Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) anunciou, esta sexta-feira, no seu site oficial, a morte de uma professora, que sofria de uma doença oncológica, colocada a mais de 200 quilómetros de casa este ano letivo, devido às novas regras da mobilidade por doença.

    De acordo com o SPRC, Josefa Marques, de 51 anos, era docente do 1º. Ciclo dos distritos da Guarda e Castelo Branco. Nos últimos anos, encontrava-se colocada no concelho de Almeida, onde residia ao abrigo do regime de mobilidade por doença. “A colocação de Josefa no concelho de residência permitia-lhe ser apoiada pela família, mas também exercer a profissão que tanto gostava”, revelou o sindicato.

  2. Faz-me confusão que tantos doentes oncológicos não se possam focar a 100% na recuperação.

    Pagaria impostos de bom grado para não termos de ler mais notícias destas.

  3. É a vergonha que este país é.. nem decência conseguem ter para com pessoas com doenças letais, como é que queremos que eles sejam decentes com as outras? Continuem a votar nesta gente

  4. Muita desinformação aqui:
    A professora não estava a trabalhar – estava de baixa. Algo muito normal na situação.
    A incapacidade referida era a dada pelo atestado multiusos. Basta ter um tumor, mesmo in situ (ou seja curável) e que não deixe qualquer tipo de sequela para ter automaticamente uma incapacidade de 60%. Isto e mais um quadro ansioso provocado pela própria doença e temos facilmente uma incapacidade acima de 70%.
    Ela não morreu por causa do tumor mas sim por causa de um AVC (os tumores podem aumentar o risco de AVC).

  5. O governo anda a colocar professores com doenças incapacitantes a montes de km’s de casa, depois o ministro ainda se queixa que desde que as aulas começaram já houve 1000 professores a meter baixa como maneira de desculpa para a quantidade de alunos ainda sem professores…. pudera eu se tivesse uma doença que necessitasse de tratamentos regulares e do apoio da família não ia viver para um sitio a 200 km’s de casa de certeza para deixar de fazer tratamentos e de ter o apoio da minha familia.

    Enfim depois admiram-se que não há professores e têm de andar a alterar leis para facilitar a entrada na carreira de professor, tratam a profissão como lixo durante anos e depois admiram se que os jovens já não seguem essa carreira, PS a Pêésar.

  6. Está pessoa deverias ter seguido as indicações. Infelizmente ficar em cada nem sempre vai tudo ficar bem. É triste saber que uma vida podia ser poupada se não tivesse que fazer tantos kilómetros para ir trabalhar com cancro em vez de ter tempo e fazer os tratamentos. Este tipo de notícias nos chama a atenção para ter sempre presente as indicações da DGS ou do médico e nunca do ministério da educação.

  7. O impressionante desta noticia é terem usado a morte de uma pessoa para agenda politica.

    Esta ao nivel das noticias feitas pelo putin na russia.

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