Aluno que entrou em Medicina por ser descendente de benemérito “não tirou lugar a ninguém”, diz o diretor. Mas só a Católica tem este regime

13 comments
  1. É assim se a privada tem outros cursos então também pode ter medicina. Ponto final. Irritem-se é com açorianos a entrar em medicina com média de 16 ou emigrantes a entrarem com 14, NA PÚBLICA, quando montes de outros foram para enfermagem com 18 e 17 do interior português.

  2. > Um aluno entrou na licenciatura em medicina da Católica através de um regime especial por ser descendente de um benemérito daquela universidade. A polémica? A nota de candidatura é inferior à de muitos outros candidatos que foram excluídos no concurso geral de acesso. Ao Expresso, António de Almeida, o diretor da universidade, lamenta a polémica e **defende o mérito destes alunos**.

    O mérito de ser filho de um investidor…

  3. Claro que não, só contribuiu até para uma área que está com grande défice de profissionais.

    O que chamam a uma pessoa que queria ser médico mas não teve média? Um enfermeiro.

  4. Esta polémica faz-me bastante confusão. Uma Universidade privada atribuir, à sua mercê, uma vaga de um curso organizado pela mesma é uma violação na meritocracia.
    No entanto, na realidade do ensino temos pais a gastar milhares e milhares de euros em colégios e intermináveis explicações, para os filhos ficarem à frente dos com menos posses na corrida pelas vagas públicas.

    Se me perguntarem a mim, eu sei bem qual dos dois casos é pior, a diferença é que esse já está enraizado na sociedade.

  5. E se tirar lugar a alguém? É privada já se sabia de antemão que isto ia acontecer, esse curso existe para fazer dinheiro não para formar médicos

  6. Acho que o maior problema não é o facto da pessoa entrar pela porta do cavalo no curso. Mas o facto desse tipo de pessoas já terem o chamado “vida feita”. Fazem o curso sem grande esforço com facilitismo porque têm conhecimentos. Para os estágios e internatos e contrato nem vão a concurso porque são convidados pelos serviços porque “conhecimentos” (sim isto existe). E quando dermos por ela temos esta pessoa que provavelmente nunca tocou num doente a ser chefe de serviço ou algo do género em hospitais que tais cargos são a convite pelas administrações.

    Por isso sim é algo chato a vários níveis e que pode acabar a prejudicar cidadãos direta e indiretamente.

  7. Aqui a ordem devia intervir, daqui a nada paga se para ser médico e depois temos aí medicos a exercer que percebem tanto de medicina como o gajo do calcitrin… não pode valer tudo.

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