Bosque Portugal (Curitiba/Paraná/Brasil)

3 comments
  1. >«Não tenho sentimento nenhum politico ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriotico. Minha patria é a lingua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incommodassem pessoalmente. Mas odeio, com odio verdadeiro, com o unico odio que sinto, não quem escreve mal portuguez, não quem não sabe syntaxe, não quem escreve em orthographia simplificada, mas a pagina mal escripta, como pessoa própria, a syntaxe errada, como gente em que se bata, a orthographia sem ípsilon, como escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.

    >Sim, porque a orthographia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-m’a do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.»

    Em suma, abayxo as reformas e acordos orthographicos! Abayxo aquelles que não sabem quando usar correctamente a ênclise e mesóclise ou se abstêm de as usar por completo. Merecedores de odio são aquelles que desvirtuam o bom portuguez.

  2. Os Russos pensam o mesmo, por isso os Ucranianos querem acabar com a língua russa na sua terra. Um país está onde está a sua língua.

  3. Eu acho que a língua portuguesa é simplista e demasiado parecida com o espanhol para ter real orgulho nela. Dito isto, só gostaria que as pessoas aprendessem a escrever **há**.

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