O machismo também é delas

10 comments
  1. Estupidez. O q realmente é, é paternalismo, dá jornalista, dos ministros, etc. É pensar que coitadinhas das “crianças” se são expostas a isto e se deixam continuar isto a acontecer que as “raparigas” vão aceitar insultos e violência nas suas relações pessoais e que os “rapazes” vão agir dessa forma quando forem mais adultos.

    Dêm um pouco de crédito às mulheres e aos homens, não são crianças e sabem muito bem distinguir as coisas. Só quem nunca fez merda ou participou em alguma tradição académica é que acha que isso vai influenciar o seu comportamento futuro.

  2. Calma meninos, deixem se de mrdas.. quando é para ofender, às gajas chamo as de p*tas e aos gajos chamo filhos da p*ta… Tá tudo tranquilo.. ahahahah

  3. A senhora Helena Norte deve ter perdido o norte há algum tempo.

    Chamar puta a uma mulher é o equivalente a chamar virgem ou incel ou seja lá qual for o termo derrotatório que está na moda para insultar um homem. É tão “superioridade masculina” envergonhar a mulher pelo excesso de sexo como é “superioridade feminina” envergonhar o homem pela falta dele.

    Já sei que o que não faltará serão comentários dos putos universitários que frequentam este sub, todos ofendidos com o parágrafo anterior. Estes ainda acham que “quanto mais respeito derem a uma mulher, quanto mais a puserem num pedestal, ela merecendo ou não, maiores são as chances de ter sexo com ela(s)”. Virão para aqui tal como cavaleiros a defender as suas senhoras, espada pelo pescoço de qualquer um, mesmo que a senhora ande a cavalgar em tudo o que aparece à frente quando cai a noite.

    Mas às mulheres, prestem bem atenção ao seguinte parágrafo.

    Podem ir para o Tinder procurar a próxima viagem de fim de semana, podem ir para as noites trocar copos por bicos, podem fazer o que quiserem. Não há lei que vos impeça, são livres! Eu também posso submeter-me ao medo da rejeição e não falar com nenhuma mulher. A consequência é a mesma. Chegamos aos 30/40 e as relações resumem-se à playstation ou aos animais de estimação. Todas as ações vêm com resultados e é a responsabilidade de qualquer adulto acarretar com as consequências. Estudos não faltam a comprovar que a promiscuídade nas mulheres está diretamente relacionada com a incapacidade de encontrar plenitude e felicidade numa futura vida familiar.

    Nenhum gajo que se preze e tenha alternativas irá aceitar-vos sabendo que várias dezenas já vos conhece o interior. No máximo dão umas voltas, divertem-se, mas a possibilidade de virem a carregar filhos dele é um pesadelo para ele, dá-lhe nojo. Falem com qualquer homem que conheçam bem e saibam que tem várias opções, perguntem-lhe diretamente se ele gostaria de constituir família com a Mia Khalifa ou outra atriz pornográfica. O puto de 18 anos diz que sim todo sorridente, mas o homem que já paga impostos e já começou a construír o seu legado terá uma reação totalmente diferente. Querem divertir-se durante os 20? Força! Lembrem-se é de não culpar os homens que vos irão rejeitar quando chegarem aos 30. Esses procuraram por vocês antes do divertimento, e agora continuam à procura da moça que aos 20 prefere divertir-se com ele do que com a equipa de futebol toda.

  4. > O que surpreende é a reação das alunas alvo dos insultos.

    Pasmem-se… As supostas vítimas não se sentem vitimizadas e uma feminista, em vez de aceitar a perspetiva delas como diversa e valida presume que é machismo internalizado ou algo do género. Parece que as mulheres só são capazes de pensar e articular quando o que dizem se conform com uma qualquer agenda.

    > Consideram que não se trata de machismo, mas de tradição, um rito normal entre os estudantes da Universidade Complutense de Madrid, uma brincadeira de mau gosto tirada do contexto.

    Compreendo que haja muita gente que seja anti praxe e anti rituais semelhantes mas, de facto, não é sexista sobretudo se tiverem o mesmo comportamento com homens (que certamente têm). São só jovens a ser palermas. Nada de novo.

    > É a normalização do insulto, a aceitação do abuso,

    É só gente cheia de hormonas a picarem-se de forma competitiva.

    > a perpetuação da violência do género que, em Espanha tal como cá, assume dimensão endémica.

    Que nojo de pessoa é que compara uma brincadeira entre colegas a violência de género? Se a vítima não se considera vítima não é violência. É doentio tentar insistir nisso.

    > Porque quem admite como normais as injúrias públicas de colegas, provavelmente, também vai aceitar que, na intimidade, um namorado ou marido lhe controle o telemóvel, dite a indumentária, humilhe ou agrida emocional, sexual ou fisicamente.

    Há tanta falácia nesta uma frase que nem as consigo enumerar. É por causa de mentes brilhantes como esta que as ciências humanas não são levadas a sério.

    > E, enquanto sociedade, é a confirmação de que a misoginia é uma patologia de origem cultural que não é exclusiva dos homens. O machismo também é delas.

    Se é delas não é machismo. Quem mais vejo a criticar a roupa, maquilhagem, atitude e postura das mulheres não são os homens. A esmagadora maioria das atitudes tóxicas que vitimizam as mulheres são levadas a cabo por mulheres… Dizer que o fazem porque são “machistas” é só assumir que “machismo” tem zero significado e é apenas uma expressão usada sempre que se quer dizer que os homens são uma merda.

    A mim o que me chateia a sério é a normalização da misandria e como gente sexista como esta gaja conseguem perpetuar uma agenda ficcional gerada pela sua mente perturbada. Perturba-me como as feministas infantilizam as mulheres e lhes retiram qualquer agência ou autonomia de pensamento ou decisão. Incómoda-me que havendo tantas causas em que o feminismo podia atuar em Portugal e no mundo, esta pseudo jornalista pseudo feminista decida investir a sua energia a lutar contra uma sombra.

    Não passa duma cadela a tentar morder a própria cauda.

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