> Segundo a lei, a identidade de género é definida com base na autodeterminação, ou seja, uma pessoa que se sente uma mulher é uma mulher, deve ser respeitada como mulher.
Mas o direito de autodeterminação da reclusa vai bater com o direito de quem pegando num trabalho não quer apalpar órgãos sexuais diferentes dos seus. As guardas não fizeram nada de mal.
> Segundo o que a SIC apurou, a mulher deverá ter o privilégio de ficar numa cela individual, ao contrário das outras reclusas.
E cela privada? Grande lifehack.
Hilariante
Alguém pode auto identificar-se como mulher, o que faz com que revista tenha de ser feita por uma guarda prisional que fica obrigada a olhar para genitais masculinos
>Contactada pela SIC, a Direcção Geral dos Serviços Prisionais afasta a hipótese de processos disciplinares, **apela ao profissionalismo dos guardas prisionais** e fala da necessidade de uma cultura de diálogo e respeito pelos regulamentos em vigor.
Lol, nenhuma guarda foi para essa profissão para andar a apalpar orgãos sexuais masculinos…
Depois vão-se queixar que nenhuma mulher se candidata a guarda prisional e que faltam pessoas.
Grande regabofe vai ser aquela prisão!! Ainda vão aparecer lá umas quantas grávidas!🤣🤣
[deleted]
Portanto um gajo é apanhado, declara que se identifica como mulher e vai parar a uma prisão feminina com direito a cela privada?
Mas é “transfobia”… ya ok
Está certo mas obrigar as desgraçadas a ter que ver e tocar no sexo do gajo/a, também não é correcto
E fizeram bem, nenhuma mulher deveria ser obrigada a apalpar órgãos masculinos, da mesma maneira que nenhuma mulher deveria ser apalpada por um homem numa revista.
What a time to be alive
Que situação merdosa… Por um lado compreendo a intenção dos serviços prisionais, por outro a recusa das guardas faz sentido pois provavelmente não tinham isto em mente quando aceitaram o trabalho.
Enquanto alguém que felizmente nunca teve de entrar numa cadeia e pouco sabe sobre os procedimentos estou curioso:
– É normal realmente *tocar* nos genitais dos reclusos? Despir e mandar dobrarem-se ou assim compreendo, mas é mesmo preciso apalpar sem nenhuma razão de especial?
– Quando um homem visita uma cadeia feminina, é revistado por quem? Presumo que haja lá guardas homens também
– Quando um recluso decide que se identifica com outro género, isso tem efeitos imediatos? Por exemplo, pode mudar de género e ser transferido de cadeia todos os dias? Creio que isto pode ocorrer com pessoas “gender fluid”.
– Se o recluso for não-binário, vai para onde?
Separem as prisões por sexo e já não existem questões de género
Se calhar é importante separar o género do sexo biológico. Mesmo que se possa identificar como mulher. Perante terceiros nesta situação, talvez devesse prevalecer o sexo em vez do género. Ou seja, que fosse revistada por um homem.
A situação ainda se pode tornar mais estranha, se também tiver elementos sexuais femininos.
Aí talvez por exclusão de partes.
Ou colocam a pessoa no raio X como fazem nos aeroportos, quando suspeitam da ingestão de algo ilícito.
Gajo com sorte, tem um harem inteiro agora, de aqui uns meses estão todas grávidas
Chamem o Castelo Branco que ele faz a revista.
[removed]
Então o gajo decide que é uma gaja…..ok
As guardas tem o direito de achar que o gajo lá por dizer que é uma gaja continua a ser um gajo e que não o revistam
Não querem fazer o trabalho delas podem ir procurar outro emprego.
“Uma pessoa que se sente como mulher é uma mulher”
Só que isto é uma mentira e não é porque está na lei que passa a fazer sentido, e é perfeitamente compreensível que o povo se recuse a cumprir leis desprovidas de qualquer nexo. Se amanhã tornar-se lei que é obrigatório bater uma punheta ao patrão todas as manhãs, muitas gente também se vai recusar. Sim, existe lei e existe o que é certo. Dizer que tu és o que tu sentes que és desafia todos os princípios da realidade. Então a minha realidade agora é uma decisão minha? Os meus adjetivos também são uma decisão minha? Também decido a minha altura? E a minha cor? E a minha idade? Porque é que as crianças vão à escola, se a realidade é uma decisão pessoal? Não precisamos de escola para nada. As coisas passam a ser o que cada um sentir que são. Não é necessário critérios objectivos para nada.
Dizer que uma mulher é quem se sente mulher é um argumento circular. Sabem o que é um argumento circular? Aqui fica:
Uma mulher não pode ser “alguém que se sente como mulher”. A palavra “mulher” tem de estar definida antes de podermos determinar quem o é. Uma cadeira não pode ser “algo que é uma cadeira”. Isso não é uma definição. É um argumento circular.
O próprio dicionário também está corrompido e não oferece uma definição válida da palavra, tirando a “pessoa do sexo feminino”(que é o que realmente é):
A definição que supostamente se enquadraria no caso desta pessoa seria esta:
“Que tem qualidades ou atributos considerados tipicamente femininos”
Que também não faz sentido nenhum, pois validando esta definição, um homem “efeminado” é uma mulher. É isso? Um homem que tenha tiques femininos, gostos femininos e ocasionalmente ande de vestido, é uma mulher? Então e se ele não se considerar mulher? Não será isto ofensivo para alguém que acha que um homem deve poder agir e vestir como quiser sem que o seu género seja questionado? Ou género é um papel social forçado e obrigatório? E são os anti tradição e anti conservadorismo que defendem isto? É irónico, no mínimo. Porque é que os progressistas vivem obcecados com papeis sociais? Não era suposto quererem libertar-se de preconceitos e permitir ao homem e à mulher desempenhar qualquer papel? Agora ser mulher já é agir de determinada forma? As mulheres têm de ser encaixotadas para serem mulheres? Bem, parecem-me mais conservadores do que os conservadores.
Chegamos então à conclusão que “mulher” é uma palavra que costumava significar algo muito claro mas agora, por culpa de instituições que querem corromper a realidade, destruir as convenções sociais e ajoelhar perante minorias(porquê, é um mistério para mim), não significa absolutamente nada. É apenas uma palavra que tu gostas e decides que és. Não tem valor nenhum.
E então, gostas de mulheres ou de homens? Já não podes responder a isso, pois uma mulher pode ser qualquer um. Tanto podes estar a dizer que gostas de rata como de pila. Ou seja, és bissexual à força, a menos que inventes um novo vocabulário só para ti, para especificar o que realmente gostas. A palavra “mulher” já não significa o que sempre significou. Antigamente se dissesses “gosto de mulheres” ou “para mulheres” toda a gente sabia a quem te referias. Agora é uma palavra órfã. Serve de ferramenta de validação de desejos pessoais. Antigamente era apenas uma ferramenta de comunicação. Agora é um traje que se usa.
Eu só quero saber quando for para revistar alguem não binario aonde é que vão buscar o guarda não binário.
Disforia de género é um problema real, com consequências devastadoras para a saúde mental. No entanto, temos de parar de fingir que a cura para este problema é a tirania ideológica. Temos de parar de fingir que o sentimento de gratificação momentânea de uma percentagem minúscula da população justifica forçar toda a gente a alterar a sua visão do mundo. Eu sei o que é uma mulher. Sempre soube. Cresci com o conceito bem presente no meu entendimento. Não é um entendimento de dias, mas sim de décadas. Ninguém tem o direito de me vir forçar a alterar toda a minha percepção da realidade para agradar uns poucos, como se eles fossem senhores do universo e eu fosse apenas um fantoche que existe para servi-los. Uma mulher tem o direito de se sentir desconfortável na presença de um homem desconhecido nu. Uma mulher tem o direito de não querer ver pilas a andar do lado para o outro no seu balneário. E o governo não tem nada de lhes vir dizer “não, aquilo na realidade é uma mulher”. As leis não alteram a realidade da mente de cada um. Podem punir à vontade que a realidade mantém-se.
[removed]
Mas que grande esgoto de comentários… Se alguma vez tiverem descendentes que não se identifiquem com o sexo atribuído à nascença, não se esqueçam de lhes dizer as coisas que estão a dizer para aqui 🙂
Vamos precisar de guardas de 55 géneros.
Este sub parece que vive todo em 1980 ou o crl. Retrógrados que não sabem aceitar mudança societal
Mas como é que funciona essa merda? basta querer? se a casa de banho dos homens no trabalho estar toda mijada, cheia de pintelhos e merda espalhada pelo chão posso me identificar como uma mulher e utilizar a das mulheres? depois volto a me identificar como homem, ninguem me vai poder questionar certo?…ja que se eu digo que me identifico como uma mulher a minha palavra é que conta
da proxima vez que me mandarem para numa operação stop e me quererem revistar vou dizer que me identifico como uma mulher
É mais seguro para todos se for para uma prisão de homens. Pode ser menos seguro para o transsexual mas compensa por ser mais seguro para as mulheres presas.
A questão de que uma pessoa se “identifica” como x, não implica que outros a identifiquem como tal.
As guardas prisionais identificam uma “mulher de gaita” como um homem e não querem andar a mexer na pila.
Qual a legitimidade para as forçar?
Lei sujeita a uma quantidade de abusos enorme por parte de delinquentes para conseguirem ficar em celas privadas ou ao lado de mulheres.
Consequências?
Dezenas de gravidezes na prisão, como tem acontecido em Los Angeles, algo impensável há 20 anos atrás.
Parece que falta uma parte do cérebro a alguns destes ditos “progressistas”. Mas os “lawmakers” estão se pura e simplesmente marimbando.
Eu não me acredito que estão todos a discutir isto como se ouvesse muito por onde discutir
Plot twist: Um dos guardas é transgénero e também se recusou a revistar. Para ver pilas já basta a minha – disse.
Faz sentido os médicos também só interagem com pessoas com os mesmos orgãos sexuais que os seus. Não há ginecologistas masculinos.
É igual aos enfermeiros, certo?
🤡
Não sei se acho hilariante ou revoltosos ver os comentários a defender que os direitos dos transgéneros sobrepõem se ao das mulheres.
Vais apalpar os tomates à gaja e não vais piar!
Lúcidos
Lindo
Se eu me identificar como cortina de chuveiro fico em prisão domiciliária? Sinto-me agredido quer seja colocado num estabelecimento prisional masculino ou feminino
Lá para 2030, num cenário destes o/a recluso/a transgénero sai directo para a CMTV para contar os transtornos que lhe causaram, e as guardas vão dentro dez anos por insubordinação… com possibilidade de sair mais cedo se mudarem de género.
Guardas prisionais machistas, hetero-nazis, arautos da descriminação de género !! não se admite em pleno sec. XXI
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> Segundo a lei, a identidade de género é definida com base na autodeterminação, ou seja, uma pessoa que se sente uma mulher é uma mulher, deve ser respeitada como mulher.
Mas o direito de autodeterminação da reclusa vai bater com o direito de quem pegando num trabalho não quer apalpar órgãos sexuais diferentes dos seus. As guardas não fizeram nada de mal.
> Segundo o que a SIC apurou, a mulher deverá ter o privilégio de ficar numa cela individual, ao contrário das outras reclusas.
E cela privada? Grande lifehack.
Hilariante
Alguém pode auto identificar-se como mulher, o que faz com que revista tenha de ser feita por uma guarda prisional que fica obrigada a olhar para genitais masculinos
>Contactada pela SIC, a Direcção Geral dos Serviços Prisionais afasta a hipótese de processos disciplinares, **apela ao profissionalismo dos guardas prisionais** e fala da necessidade de uma cultura de diálogo e respeito pelos regulamentos em vigor.
Lol, nenhuma guarda foi para essa profissão para andar a apalpar orgãos sexuais masculinos…
Depois vão-se queixar que nenhuma mulher se candidata a guarda prisional e que faltam pessoas.
Grande regabofe vai ser aquela prisão!! Ainda vão aparecer lá umas quantas grávidas!🤣🤣
[deleted]
Portanto um gajo é apanhado, declara que se identifica como mulher e vai parar a uma prisão feminina com direito a cela privada?
Mas é “transfobia”… ya ok
Está certo mas obrigar as desgraçadas a ter que ver e tocar no sexo do gajo/a, também não é correcto
E fizeram bem, nenhuma mulher deveria ser obrigada a apalpar órgãos masculinos, da mesma maneira que nenhuma mulher deveria ser apalpada por um homem numa revista.
What a time to be alive
Que situação merdosa… Por um lado compreendo a intenção dos serviços prisionais, por outro a recusa das guardas faz sentido pois provavelmente não tinham isto em mente quando aceitaram o trabalho.
Enquanto alguém que felizmente nunca teve de entrar numa cadeia e pouco sabe sobre os procedimentos estou curioso:
– É normal realmente *tocar* nos genitais dos reclusos? Despir e mandar dobrarem-se ou assim compreendo, mas é mesmo preciso apalpar sem nenhuma razão de especial?
– Quando um homem visita uma cadeia feminina, é revistado por quem? Presumo que haja lá guardas homens também
– Quando um recluso decide que se identifica com outro género, isso tem efeitos imediatos? Por exemplo, pode mudar de género e ser transferido de cadeia todos os dias? Creio que isto pode ocorrer com pessoas “gender fluid”.
– Se o recluso for não-binário, vai para onde?
Separem as prisões por sexo e já não existem questões de género
Se calhar é importante separar o género do sexo biológico. Mesmo que se possa identificar como mulher. Perante terceiros nesta situação, talvez devesse prevalecer o sexo em vez do género. Ou seja, que fosse revistada por um homem.
A situação ainda se pode tornar mais estranha, se também tiver elementos sexuais femininos.
Aí talvez por exclusão de partes.
Ou colocam a pessoa no raio X como fazem nos aeroportos, quando suspeitam da ingestão de algo ilícito.
Gajo com sorte, tem um harem inteiro agora, de aqui uns meses estão todas grávidas
Chamem o Castelo Branco que ele faz a revista.
[removed]
Então o gajo decide que é uma gaja…..ok
As guardas tem o direito de achar que o gajo lá por dizer que é uma gaja continua a ser um gajo e que não o revistam
Não querem fazer o trabalho delas podem ir procurar outro emprego.
“Uma pessoa que se sente como mulher é uma mulher”
Só que isto é uma mentira e não é porque está na lei que passa a fazer sentido, e é perfeitamente compreensível que o povo se recuse a cumprir leis desprovidas de qualquer nexo. Se amanhã tornar-se lei que é obrigatório bater uma punheta ao patrão todas as manhãs, muitas gente também se vai recusar. Sim, existe lei e existe o que é certo. Dizer que tu és o que tu sentes que és desafia todos os princípios da realidade. Então a minha realidade agora é uma decisão minha? Os meus adjetivos também são uma decisão minha? Também decido a minha altura? E a minha cor? E a minha idade? Porque é que as crianças vão à escola, se a realidade é uma decisão pessoal? Não precisamos de escola para nada. As coisas passam a ser o que cada um sentir que são. Não é necessário critérios objectivos para nada.
Dizer que uma mulher é quem se sente mulher é um argumento circular. Sabem o que é um argumento circular? Aqui fica:
[https://filosofianaescola.com/falacias/argumento-circular/](https://filosofianaescola.com/falacias/argumento-circular/)
Uma mulher não pode ser “alguém que se sente como mulher”. A palavra “mulher” tem de estar definida antes de podermos determinar quem o é. Uma cadeira não pode ser “algo que é uma cadeira”. Isso não é uma definição. É um argumento circular.
O próprio dicionário também está corrompido e não oferece uma definição válida da palavra, tirando a “pessoa do sexo feminino”(que é o que realmente é):
[https://dicionario.priberam.org/mulher](https://dicionario.priberam.org/mulher)
A definição que supostamente se enquadraria no caso desta pessoa seria esta:
“Que tem qualidades ou atributos considerados tipicamente femininos”
Que também não faz sentido nenhum, pois validando esta definição, um homem “efeminado” é uma mulher. É isso? Um homem que tenha tiques femininos, gostos femininos e ocasionalmente ande de vestido, é uma mulher? Então e se ele não se considerar mulher? Não será isto ofensivo para alguém que acha que um homem deve poder agir e vestir como quiser sem que o seu género seja questionado? Ou género é um papel social forçado e obrigatório? E são os anti tradição e anti conservadorismo que defendem isto? É irónico, no mínimo. Porque é que os progressistas vivem obcecados com papeis sociais? Não era suposto quererem libertar-se de preconceitos e permitir ao homem e à mulher desempenhar qualquer papel? Agora ser mulher já é agir de determinada forma? As mulheres têm de ser encaixotadas para serem mulheres? Bem, parecem-me mais conservadores do que os conservadores.
Chegamos então à conclusão que “mulher” é uma palavra que costumava significar algo muito claro mas agora, por culpa de instituições que querem corromper a realidade, destruir as convenções sociais e ajoelhar perante minorias(porquê, é um mistério para mim), não significa absolutamente nada. É apenas uma palavra que tu gostas e decides que és. Não tem valor nenhum.
E então, gostas de mulheres ou de homens? Já não podes responder a isso, pois uma mulher pode ser qualquer um. Tanto podes estar a dizer que gostas de rata como de pila. Ou seja, és bissexual à força, a menos que inventes um novo vocabulário só para ti, para especificar o que realmente gostas. A palavra “mulher” já não significa o que sempre significou. Antigamente se dissesses “gosto de mulheres” ou “para mulheres” toda a gente sabia a quem te referias. Agora é uma palavra órfã. Serve de ferramenta de validação de desejos pessoais. Antigamente era apenas uma ferramenta de comunicação. Agora é um traje que se usa.
Eu só quero saber quando for para revistar alguem não binario aonde é que vão buscar o guarda não binário.
Disforia de género é um problema real, com consequências devastadoras para a saúde mental. No entanto, temos de parar de fingir que a cura para este problema é a tirania ideológica. Temos de parar de fingir que o sentimento de gratificação momentânea de uma percentagem minúscula da população justifica forçar toda a gente a alterar a sua visão do mundo. Eu sei o que é uma mulher. Sempre soube. Cresci com o conceito bem presente no meu entendimento. Não é um entendimento de dias, mas sim de décadas. Ninguém tem o direito de me vir forçar a alterar toda a minha percepção da realidade para agradar uns poucos, como se eles fossem senhores do universo e eu fosse apenas um fantoche que existe para servi-los. Uma mulher tem o direito de se sentir desconfortável na presença de um homem desconhecido nu. Uma mulher tem o direito de não querer ver pilas a andar do lado para o outro no seu balneário. E o governo não tem nada de lhes vir dizer “não, aquilo na realidade é uma mulher”. As leis não alteram a realidade da mente de cada um. Podem punir à vontade que a realidade mantém-se.
[removed]
Mas que grande esgoto de comentários… Se alguma vez tiverem descendentes que não se identifiquem com o sexo atribuído à nascença, não se esqueçam de lhes dizer as coisas que estão a dizer para aqui 🙂
Vamos precisar de guardas de 55 géneros.
Este sub parece que vive todo em 1980 ou o crl. Retrógrados que não sabem aceitar mudança societal
Mas como é que funciona essa merda? basta querer? se a casa de banho dos homens no trabalho estar toda mijada, cheia de pintelhos e merda espalhada pelo chão posso me identificar como uma mulher e utilizar a das mulheres? depois volto a me identificar como homem, ninguem me vai poder questionar certo?…ja que se eu digo que me identifico como uma mulher a minha palavra é que conta
da proxima vez que me mandarem para numa operação stop e me quererem revistar vou dizer que me identifico como uma mulher
É mais seguro para todos se for para uma prisão de homens. Pode ser menos seguro para o transsexual mas compensa por ser mais seguro para as mulheres presas.
A questão de que uma pessoa se “identifica” como x, não implica que outros a identifiquem como tal.
As guardas prisionais identificam uma “mulher de gaita” como um homem e não querem andar a mexer na pila.
Qual a legitimidade para as forçar?
Lei sujeita a uma quantidade de abusos enorme por parte de delinquentes para conseguirem ficar em celas privadas ou ao lado de mulheres.
Consequências?
Dezenas de gravidezes na prisão, como tem acontecido em Los Angeles, algo impensável há 20 anos atrás.
Parece que falta uma parte do cérebro a alguns destes ditos “progressistas”. Mas os “lawmakers” estão se pura e simplesmente marimbando.
Eu não me acredito que estão todos a discutir isto como se ouvesse muito por onde discutir
Plot twist: Um dos guardas é transgénero e também se recusou a revistar. Para ver pilas já basta a minha – disse.
Faz sentido os médicos também só interagem com pessoas com os mesmos orgãos sexuais que os seus. Não há ginecologistas masculinos.
É igual aos enfermeiros, certo?
🤡
Não sei se acho hilariante ou revoltosos ver os comentários a defender que os direitos dos transgéneros sobrepõem se ao das mulheres.
Vais apalpar os tomates à gaja e não vais piar!
Lúcidos
Lindo
Se eu me identificar como cortina de chuveiro fico em prisão domiciliária? Sinto-me agredido quer seja colocado num estabelecimento prisional masculino ou feminino
Lá para 2030, num cenário destes o/a recluso/a transgénero sai directo para a CMTV para contar os transtornos que lhe causaram, e as guardas vão dentro dez anos por insubordinação… com possibilidade de sair mais cedo se mudarem de género.
Guardas prisionais machistas, hetero-nazis, arautos da descriminação de género !! não se admite em pleno sec. XXI
Oopps.. os guardas são mulheres…