Trabalho árduo português

Trabalho árduo português from portugal

28 comments
  1. Pessoas do campo »»»»»»»»» pessoas da cidade.

    Pena que o governo não dê condições absolutamente nenhumas para que o povo possa levar uma vida mais digna nas áreas rurais.

    Com as comunicações que temos hoje, seria uma excelente solução pois o isolamento e o atraso já não é parte integrante destas regiões.

    Porém, tão pouco as regras comunitárias permitem que o comunitarismo dos povos Europeus possa voltar a ser um modo de vida digno.

    Há que proteger os grandes lobbies e manter a população dependente das organizações estatais. Se assim não for, como é que hão de ter poder sobre as pessoas?

  2. Digo-te já, ao contrário de tanta merda que vejo aqui que é um claro farm de karma: fantástico. Emocionei-me. Onde posso ver mais coisas tuas, especialmente fotos em boa resolução, se é que é possível ?

  3. Ao autor: Adorei isto, está muito bem feito, e fizeste amigos! Parabéns! Aposto que eles adoraram também o resultado.

  4. Veio-me uma lágrima ao olho.

    Isto é o que está por trás das reportagens que vemos todos os dias. Isto é o que as pessoas têm que passar para poder sobreviver e fazer pela vida.

  5. Finalmente um post em que mostram coisas boas de Portugal e não carregado de politiquices e ódio uns dos outros! Obrigada OP

  6. Muito bom mas… porquê a música espanhola? Não há bons cantores portugueses ou esses só fingem que trabalham?

  7. “Povo que lavas no rio

    Que talhas com o teu machado

    As tábuas do meu caixão

    Povo que lavas no rio

    Que talhas com o teu machado

    As tábuas do meu caixão

    Pode haver quem te defenda

    Quem compre o teu chão sagrado

    Mas a tua vida não

    Fui ter à mesa redonda

    Beber em malga que esconda

    O beijo de mão em mão

    Fui ter à mesa redonda

    Beber em malga que esconda

    O beijo de mão em mão

    Era o vinho que me deste

    Água pura, fruto agreste

    Mas a tua vida não”

  8. ‘Do povo, do Portugal, do Portugal que trabalha’.
    Caramba, emocionei-me.
    Gente humilde, fez-me lembrar as minhas origens. Do campo à probreza, à grandeza.

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