Faz sentido, nessa pequena parte da Grande Lisboa existe forte pressão turística e de investimento internacional imobiliário (município de Lisboa). Na maioria da restante Grande Lisboa (Amadora, Odivelas, Sintra, Loures) existe espaço e condições para o investimento em arrendamento. O problema são duas coisas: a mentalidade pequena das pessoas da região de Lisboa que não conseguem processar uma região e não apenas centralizar tudo num pequeno município como Lisboa e o Estado que não ajusta os seus investimentos a essa mesma grande área, a Grande Lisboa.
Lisboa está inclusivamente a caminhar para ser um concelho menos apelativo para viver, também. Exceptuando zonas como Campo de Ourique ou arredores da praça de Espanha, parece-me impensável viver e trabalhar na cidade, principalmente com filhos.
4 comments
Faz sentido, nessa pequena parte da Grande Lisboa existe forte pressão turística e de investimento internacional imobiliário (município de Lisboa). Na maioria da restante Grande Lisboa (Amadora, Odivelas, Sintra, Loures) existe espaço e condições para o investimento em arrendamento. O problema são duas coisas: a mentalidade pequena das pessoas da região de Lisboa que não conseguem processar uma região e não apenas centralizar tudo num pequeno município como Lisboa e o Estado que não ajusta os seus investimentos a essa mesma grande área, a Grande Lisboa.
Lisboa está inclusivamente a caminhar para ser um concelho menos apelativo para viver, também. Exceptuando zonas como Campo de Ourique ou arredores da praça de Espanha, parece-me impensável viver e trabalhar na cidade, principalmente com filhos.
*em geral
“menos apelativo”
boa