Entre a vergonha e a ambiguidade. Que direitas há no país?

9 comments
  1. Seria bom haver uma direita que arranjasse maneira de limitar a entrada de turistas e imigrantes de pé descalço, mas ja seria tarde de qq maneira.

    Ha que votar no Chega para mostrar a PS e PSD o quanto falharam.

  2. >Rui Ramos considera que a “sociedade” portuguesa “tem alguma dificuldade em aceitar a pluralidade” e que esse “preconceito” vem “sobretudo da esquerda”. No entender do historiador, que sempre se assumiu como de direita, há leituras que “revelam uma grande limitação de inteligência e de cultura”. Exemplo? “Tudo o que não é de esquerda é fascista, é logo a primeira coisa que se diz” quando o que é proposto “não encaixa dos padrões da esquerda”.

    o mano anda a drunfos… a drunfos de xanax, prozac, valium e ~~amendoira~~ amendoeira amarga.

  3. >Exemplo? “Tudo o que não é de esquerda é fascista, é logo a primeira coisa que se diz” quando o que é proposto “não encaixa dos padrões da esquerda”.

    Facts

  4. O verdadeiro erro é tentar dividir o espectro político em esquerda e direita. Trata-se de uma dicotomia que já não faz sentido nos dias de hoje. Para mim faz muito mais sentido classificar como liberais ou conservadores.

  5. Isso não interessa nada. Todos a mesma pandilha. Ps. “Todos” inclui a escumalha socialista, o caviar de esquerda e os rublo-dependentes.

  6. Boa peça de jornalismo. De facto, parece que ser de direita (no seu sentido popular) é, em Portugal, sinónimo de ser fascista ou salazarista.

  7. > André Freire relaciona este crescimento de partidos da “lei e da ordem e do liberalismo económico” com o facto de a “esquerda ter deixado de proteger os mais desfavorecidos

    Sempre que leio isto, fico com a impressão que quem o escreveu sofre de algum distúrbio de personalidade narcisista que os faz achar que os seus delírios completamente desconexos da realidade é algo mais do que uma mescla de verborreia e propaganda.

    Qualquer pessoa que se *digne* a ver as notícias, seja no telejornal ou online, vai certamente dar de caras com dezenas de intervenções dos partidos da ala Esquerda da política portuguesa a:

    – Reclamar conta a delapidação dos direitos dos trabalhadores;

    – Reclamar pelo aumento dos salários no geral, e do mínimo em particular;

    – Exigir maior fiscalização dos preços praticados pelas grandes superfícies e gasolineiras;

    Se isto não é tentar proteger os mais desfavorecidos, é o que?! Bilhar de bolso?!?!

    > Rui Ramos considera que a “sociedade” portuguesa “tem alguma dificuldade em aceitar a pluralidade” e que esse “preconceito” vem “sobretudo da esquerda”. No entender do historiador, que sempre se assumiu como de direita, há leituras que “revelam uma grande limitação de inteligência e de cultura”. Exemplo? “Tudo o que não é de esquerda é fascista, é logo a primeira coisa que se diz” quando o que é proposto “não encaixa dos padrões da esquerda”.

    Tudo o que este Rui Ramos ~~caga~~ escreve é material para o /r/persecutionfetish.

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