Judocas escrevem carta aberta ao Governo a pedir intervenção no conflito com a Federação Portuguesa de Judo

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  1. Só o episodio de despedir uma pessoa por mail… devia de ser grave. Uma federação com um presidente que quer ser vedeta.

  2. Esta polémica já não é nova, a maioria dos judocas de topo está do mesmo lado e mostra o descontentamento e nem sei como é que o otário que está à frente disto ainda não foi enxotado de lá para fora.

    Vi o gajo a falar na tv e faz-me lembrar aqueles patrõezecos que têm toda a razão, quando têm tudo e todos contra ele.
    Não o que mais é preciso fazer para que o gajo seja corrido de lá para fora, estamos numa altura crucial para a qualificação para os JO e o gajo faz isto.

  3. Já o disse quando os atletas falaram pela primeira vez, e repito agora.

    O presidente da FPJ é e sempre foi um grunho tasqueiro. Só lá foi parar porque era preciso tirar de lá o presidente anterior, e como se mantém lá eu não sei.

    Quem o conhece sabe o que é ele aparecer dia sim, dia sim em todos os eventos importantes do judo nacional (salvo competições) com bochechinhas vermelhas depois de almoços bem regados com treinadores e pessoas importantes no judo português (que o apoiem, claro, os outros não eram convidados).

    Assim que entrou, manteve atletas no projeto olímpico por serem do seu antigo clube quando já havia pessoas que as deviam estar a substituir/manter o seu filho porque, pronto, é o seu filho.

    E agora que tudo está a ser feito de forma aberta só revela mais o quão tasqueiro é. Uma coisa fez bem, ao início, que foi descentralizar o judo de Lisboa, passando a fazer estágios em Coimbra. Mas com o passar do tempo viu-se que passou a tentar centralizar em Coimbra, o que poderia ser por estar no centro do país, mas que provavelmente era para fazer favores a amigos em Coimbra e nunca foi com os judocas em mente.

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