Em Portugal, 15,9% dos jovens estão desempregados — pior do que a média da UE | Desemprego | PÚBLICO

26 comments
  1. Procura-se jovem dinamico recem licenciado com menos de 21 anos de idade, com 20 anos de experiencia em tecnologias que ainda não foram inventadas para estágio IEFP para tirar cafés para a malta. Assinado: Chefe Barrigudo.

  2. Tudo a emigrar

    O governo nao vai criar condicoes para estrs jovens

    Porque haveriam os jovens de criar condicoes oara o governo?

    O governo nem quer saber dos jovens tugas, dai estar a importar escravos jovens para aumentar a natalidade e aceitar ordenados maus

  3. A caminhar a passos largos para o sonho de nos tornar-mos num pais aos standards de africa. Que sonho /s

  4. E bem. Trabalhar em Portugal é uma má decisão financeira, particularmente se se conseguir viver em casa dos pais, encontrando fontes alternativas de rendimento.

    Um jovem que decida sair e até conseguia suportar um arrendamento ou casa, estará anos agrilhoado a salários medíocres e custos de vida elevados, que dificilmente o vão possibilitar a progredir. Dá por si, facilmente, numa completa sobrevivência que em nada o dignifica.

  5. O título da notícia é bastante enganador. A taxa de desemprego mede o número de pessoas desempregadas em proporção do número de pessoas que estão no mercado de trabalho (emprego + desemprego).

    Excluí todos os jovens que estão fora do mercado por algum motivo (inclusivé estudos, treino). Isto não é um problema muito grave quando se olha para a taxa de desemprego de grupos etários mais velhos. No entanto, a taxa de desemprego não é um bom indicador para os jovens simplesmente porque uma parte substancial está a estudar.

    Considerando que as pessoas que têm menos estudos normalmente têm taxas de emprego mais baixas, não podemos inferir que esta taxa seria igual para a generalidade dos jovens caso todos tivessem a trabalhar.

    A melhor medida para medir “desemprego” entre os jovens é usar NEET rates (not in employment, education nor training). Em 2021 (dados mais recentes), os jovens Portugueses que não [trabalhavam nem estudavam estava nos 7.6%](https://ec.europa.eu/eurostat/databrowser/view/tipslm90/default/table?lang=en).

    O maior problema entre os jovens são os salários baixos, e poucas oportunidades de progressão, não o desemprego.

  6. Trabalhar? o que é isso?

    Secalhar devia-se ensinar a esta malta o que é trabalhar… Pois porque para ganhar € sem fazer nada é o que a malta anda a fazer com tantos estudo…

    O País presisa de pessoal pra trabalhar e não para licenciados e mestrados e doutoramentos pra não fazer nada… e não venham dizer que só se ganha muito $ só quem tem estudos superiores… claramente enganados…

    Profissões que cada vez vai ficar mais caro e nimguém quer fazer…

    (exemplo: eletricista, picheleiro, carpinteiro, pintor auto, construção cívil, etc…) isso não porque é preciso trabalhar…

    Mas mais cedo ou mais tarde o povo vai pagar bem a quem faça este tipo de trabalhos… e não falta muito para isso…

  7. Não parece. Quando vou ao Insta, anda tudo em festas, jantar fora regularmente, férias. Ou então só tenho no meu feed pessoas com dinheiro.

  8. Procura-se jovem dinâmico e com vontade de trabalhar em todos os anúncios de trabalho. Quem é que quer uma responsabilidade dessas no primeiro emprego

  9. E isto são os que se dão ao trabalho de estarem registados. O número real é muito pior.

  10. Agora vamos a ver quantos desses 15,9% estão desempregados porque querem. Cada vez mais as empresas contratam pessoas com 30-40 anos porque a muitos dos “miúdos” pensa que um salário não exige trabalho, é só dar entrada e saída de turno, entretanto as 8h que estão lá é para ir passando o tempo.

  11. Não estão nada! Esses 15% são empreendedores no facebook e no YouTube! Vendem cursos da forex, roupa no Facebook entre outros! 🤣🤣

  12. Procuro trabalho ou estágio na área mesmo para servir cafés. Quando conseguir e findo o mesmo, tento lá fora.

  13. O estado português mentiu aos seus jovens há muito tempo, mas as consequências ainda se sentem.

    Esta ideia irracional de aumentar o nível da educação para melhorar a prosperidade do país sempre foi uma idiotice. A prosperidade, em qualquer país, sempre veio primeiro, com a educação a seguir lógica e naturalmente.

    Mas aqui muito se falou de cursos a abrir, muitos deles pouco úteis em países de primeiro mundo, e extensamente inúteis no nosso. E isto bem que disfarça o desemprego terrível do nosso país, mas não dura.

    Os jovens saem dos seus cursos, não têm um único emprego à vista se não forem de informática ou medicina, e basicamente podem agradecer ao estado por lhes ter artificialmente estendido o período de educação que de nada lhes irá servir. O estado mentiu-lhes desde que puseram os pés na escola primária.

    Sim, os patrões são uns sacanas, mas nunca esquecer que essa taxa de desemprego muito provavelmente é 5% mais alta; o tempo em educação superior é que disfarça os números. Toda a gente em direito, humanidades e artes devia contar para a taxa de desemprego se quiséssemos números a sério.

    Se tivesse o estado tentado controlar a corrupção e a exploração no país em vez de andar nesta cruzada pela educação desnecessária, talvez agora tivéssemos um país com melhores salários e a caminho do nível extensivo de educação que temos hoje. Infelizmente, estamos exatamente ao contrário, e a educação maravilhosa de Portugal nada consegue fazer pelos seus jovens.

  14. Tudo calão e pouco dinâmico
    Ou os que trabalham é só reclamar e quiet quittins e porras

    Vou por o /s pode ser pouco óbvio

  15. Estou neste momento desempregado mas a cada dia fico com mais vontade é de ir para fora. Nada tem a ver com o querer ou não trabalho, para mim tem a ver com o tempo. Eu se estou a trabalhar estou a dar o meu tempo, que não vou ter de volta, para chegar ao fim do mês com o salário mínimo. Para ter de pagar impostos ridículos, para ter de me mentalizar que não existe progressão de carreira e que provavelmente vou andar a receber esse mesmo salário mínimo por +10 anos.
    Pagamos muito recebemos pouco. Espero angariar coragem para ir antes dos meus 30.

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