Investigadora da Universidade de Coimbra, Leona Polyanskaya, conquista 1,5 milhões de euros para desvendar o impacto do uso de diferentes línguas na forma como tomamos decisões

12 comments
  1. talvez dos mais importantes aspetos da linguagem para estudar. e talvez o mais difícil de experimentação científica devido acima de tudo ao significado pessoal que cada palavra tem para cada indivíduo.

  2. Isto é engraçado. Noutro dia estava a falar com o meu irmão e incidia sobre uma coisa do quotidiano mas envolvia absolutamente o pensamento racional. E estava a falar em português mas com uma certa entoação do inglês.

    Depois pensei um pouco e está relacionado com a minha forma de aprendizagem, pois fui absorver isso essencialmente da minha leitura do inglês.

  3. **(…)”desvendar o impacto do uso de diferentes línguas na forma como tomamos decisões”**

    Eu não recebi 1,5Milhões e até eu sei que uma lingua no sitio certo é capaz de influenciar a tomada de decisões da outra pessoa! (¬‿¬)

  4. Estou mesmo a ver daqui a uns anos um político qualquer a justificar as más decisões políticas com o facto de falar Português…

  5. De vez em quando vê-se aqueles inquéritos feitos pela europa fora e há sempre alguns países que ficam bastante fora do expectável. Normalmente nesses países a pergunta é feita de uma forma ligeiramente diferente da norma, seja por diferenças na estrutura gramatical, seja por expressões que não transportam a mesma ideia da mesma forma. Por ex – qualquer crime é inaceitável vs alguns crimes são justificáveis.

    Até quando todos falamos a mesma língua há questões de semântica que geram confusão. Dizer que alguém é responsável por uma tarefa para alguns significa que é essa pessoa que tem de fazer, para outros significa que é ela que responde por qualquer resultado que advenha dessa tarefa ter sido feita ou não.

  6. Já há vários estudos que apontam para o facto de que as pessoas são mais racionais nas suas decisões quando as situações não são na sua língua mãe.

  7. Por acaso é uma pergunta interessante…

    … mas acho estranho isto não ser uma área algo “batida” em termos de investigação.

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