Há acordo para gasoduto entre Península Ibérica e França. O MidCat dá lugar a novo projeto de “corredor de energia verde”

21 comments
  1. Marselha.. muáháhá!!!

    Mácron a en… Sanchez e Costa, que otários…

    Se isto for para a frente só terá um sentido, de França para Portugal e não ao contrário xD

  2. um passo na direção correta. deve ser gás, eletricidade e hidrogénio. é muito bom para o futuro da união europeia.

  3. Relevante para a Europa, não para Portugal (no sentido que não vamos lucrar com isto diretamente, apenas indiretamente).

  4. o melhor dia para começar era ontem. se for para demorar 2 anos, esqueçam. No máximo devia estar pronto no inverno de 23.

  5. Ainda não entendi o entusiasmo português por uma ligação a rede de gasodutos europeus sem o acesso ao gás russo, e também não consigo ver nada de verde nisto: O gás natural não tem nada de verde e se oriundo dos EUA produzido pelo sistema de fracking é bem mais negro do que de qualquer outra cor.

    Parece-me bem o hidrogénio enquanto armazenamento da energia elétrica excedentária, mas como é de mais difícil armazenamento e transporte que outros gases porque não é reconvertido no local em energia elétrica e injectada na mesma rede quando esta fica deficitária? Uma rede europeia de distribuição de energia elétrica parece muito mais fácil barata e segura.

    Posso estar meter a foice em seara alheia e como não tenho todos os conhecimentos e informações técnicas posso estar a cometer erros de avaliação, mas é o que me parece.

  6. Nao sei se Portugal vai ganhar muito com isto. A Espanha tem mais portos e armazenamento para LNG e gasoduto para o norte de África.

  7. A parte do gasoduto que falta em Portuga, é um troço que vai ligar a Bragança.

    Então querem enviar o gás de Sines indo passear por Bragança, e depois sem nenhuma ligação direta a frança, tendo o gás de andar a passear por vários sítios de Espanha?

    E o gás tem de ser bombeado/’empurrado’, o que gasta energia.

    Além de que agora, temos o nosso fornecedor principal a não nos querer enviar gás.

    Então queremos um gasoduto, para enviar um produto que não temos?

    OK, será para os barcos dos EUA.

    Mas não será mais eficiente esses barcos irem logo para Roterdão (ou outros perto), do que vir para Sines, para depois transformas gás, e este ter de andar dias a passear nos tubos?

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