Centro hospitalar de Lisboa Central abre Clínica da Diversidade de Género

20 comments
  1. > No ano passado, 300 pessoas transgénero estavam a realizar ou a iniciar terapia hormonal no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, “um universo populacional bastante significativo”.

    Num universo de 3,5 milhões de habitantes que tem L&VdT, 300 pessoas correspondem a 0,008% da população, o que é exatamente o contrário de *“um universo populacional bastante significativo.”*

  2. Porque é que não podem esperar na fila convencional para a cirurgia? Quer dizer uma pessoa que está a morrer com um tumor tem de esperar 500 anos para uma cirurgia mas tem de se criar um centro hospitalar para a diversidade de género para acelerar o processo. Fazer isso é criar desigualdade. Somos todos iguais, os trans conseguem aceder aos cuidados de saúde como uma pessoa comum a não ser que apanhem médicos que ainda vivem em 1500.

  3. Da próxima vez que for a minha médica de família e precisar de uma intervenção rápida, já sei que bandeira levar… Nesses dias vou ser transgenero não binário xafsgshsjdn com tudo a que tenho direito 😀 e quem dizer que não sou transgenero eu ligo para uma das capatazes (Rita Ferro Rodrigues) para me ajudar a prender está malta transfobica!! viva a “igualdade” de tratamento entre transgenero e não transgeneros em temas tão sensíveis, de vida e morte como a saúde é 🏳️‍🌈🏳️‍🌈🏳️‍🌈🏳️‍🌈🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️

  4. Como se não houvesse problemas maiores a resolver tais como os tempos de espera da população em geral e não apenas de uma pequeníssima parte dela. 300 pessoas ???

  5. Não entendo estes comentários, sabem que ter equipas multidisciplinares e diferenciadas é uma coisa super positiva na saúde, é por essa mesma razão que existe o IPO, e existem clínicas pediátricas, e centros geriátricos, e milhentas outras instituições especializadas. Isto passa por uma questão de gestão e eficiência dos recursos, e também permite ter profissionais de saúde mais competentes numa determinada área.

    A disforia de género causa sofrimento e até mata, está fortemente associada a sintomas depressivos, isto é incontestável, quer queiram quer não. E como tal as pessoas que sofrem dela merecem cuidados de saúde que aliviem a sua disforia.

    E não se iludam que não sabem mais sobre este assunto que os profissionais de saúde que o estudam.

  6. 1 troll com tantas contas? É que só pode ser o mesmo troll por tantos comentários a dizer que vão ter prioridade, não acredito que haja tanto mentecapto incapaz de ler uma simples notícia e compreendê-la.

  7. A última linha da notícia:

    “agora é uma população bastante mais jovem na casa dos 20 anos e até com *menos de 18 anos*”

    Que tipo de ajudas pretendem dar a menores de 18 anos?

    Referir-se-ão ao apoio psiquiátrico ou também a operações cirurgicas/medicação?

  8. Somos todos peritos em medicina, gestão, hospitais, futebol, vacinação, economia, guerra, assuntos geopolíticos. Somos é todos treinadores de bancada.

  9. posso morrer á espera de uma cirurgia, ou o meu filho pode morrer no parto por falta de pediatrias, mas por o menos não se vão enganar nos meus pronomes. Viva ao progresso.

  10. Hoje descobri que apenas se deixou de chamar desordem para não causar estigma a quem sofre de disforia de género.

    Portanto continua a ser uma desordem mas não se pode usar porque é politicamente incorreto.

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