“O Ministério Público está a investigar suspeitas de crime fiscal na fórmula encontrada pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para pagar os ordenados a Fernando Santos e à equipa técnica da seleção nacional. O caso foi entregue a uma equipa de procuradores do DCIAP, o departamento onde são investigados os processos de maior gravidade e complexidade, sabe o Expresso.
Segundo uma fonte judicial, o processo não tem arguidos e está numa fase muito embrionária. “Fase de inquérito”, precisa a fonte. A investigação está a cargo dos procuradores Susana Araújo e Miguel F. Rodrigues, especializados em crimes fiscais, e ainda apanha os visados de surpresa. “A FPF não tem conhecimento de qualquer processo, seja da iniciativa do Ministério Público seja de qualquer outro órgão de investigação criminal a eventuais indícios de crime fiscal, tendo por base o contrato celebrado com a Femacosa”, diz fonte oficial da Federação, em linha com Fernando Santos: “Não tenho nenhum conhecimento de nada a esse respeito.””
“O polémico contrato da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) com a Femacosa, a empresa de Fernando Santos, está a ser analisado pela Segurança Social. Se os serviços chegarem à conclusão de que os cofres da Segurança Social também saíram lesados nos últimos anos, haverá mais notas de cobrança a caminho, a somar às do Fisco.
Na disputa judicial que venceu a Fernando Santos, referente aos exercícios de 2016 e 2017, a Autoridade Tributária (AT) centrou-se sobretudo nas questões fiscais. Contudo, já avisava que, além de menos IRS, o esquema de pagamento proposto em 2014 por Fernando Gomes ao selecionador nacional também permitira a ambas as partes diminuir os custos com contribuições sociais. O Fisco aproveitou o balanço do acórdão do tribunal arbitral para acelerar as inspeções tanto a Fernando Santos como aos seus adjuntos, e agora a Segurança Social faz o mesmo. “A Segurança Social está a analisar o processo”, garantiu fonte oficial ao Expresso, acrescentando que a instituição “não deixará de adotar as diligências necessárias para garantir o cumprimento de qualquer obrigação que seja apurada”.”
Num país a sério já estavam na rua mas aqui futebol significa imunidade.
Portugal ganhador = ilibados.
Portugal perdedor = condenados.
Portugal “meio da tabela” = chegaremos a um acordo entre as partes.
Fazem o que querem. Demissão era o mínimo.
Despeçam-no ou ele que se demita para podermos ter uma chance no mundial.
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Texto:
“O Ministério Público está a investigar suspeitas de crime fiscal na fórmula encontrada pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para pagar os ordenados a Fernando Santos e à equipa técnica da seleção nacional. O caso foi entregue a uma equipa de procuradores do DCIAP, o departamento onde são investigados os processos de maior gravidade e complexidade, sabe o Expresso.
Segundo uma fonte judicial, o processo não tem arguidos e está numa fase muito embrionária. “Fase de inquérito”, precisa a fonte. A investigação está a cargo dos procuradores Susana Araújo e Miguel F. Rodrigues, especializados em crimes fiscais, e ainda apanha os visados de surpresa. “A FPF não tem conhecimento de qualquer processo, seja da iniciativa do Ministério Público seja de qualquer outro órgão de investigação criminal a eventuais indícios de crime fiscal, tendo por base o contrato celebrado com a Femacosa”, diz fonte oficial da Federação, em linha com Fernando Santos: “Não tenho nenhum conhecimento de nada a esse respeito.””
E somar esta:
[Fernando Santos e Federação no radar da Segurança Social](https://expresso.pt/economia/2022-10-14-Fernando-Santos-e-Federacao-no-radar-da-Seguranca-Social-293a17e6)
“O polémico contrato da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) com a Femacosa, a empresa de Fernando Santos, está a ser analisado pela Segurança Social. Se os serviços chegarem à conclusão de que os cofres da Segurança Social também saíram lesados nos últimos anos, haverá mais notas de cobrança a caminho, a somar às do Fisco.
Na disputa judicial que venceu a Fernando Santos, referente aos exercícios de 2016 e 2017, a Autoridade Tributária (AT) centrou-se sobretudo nas questões fiscais. Contudo, já avisava que, além de menos IRS, o esquema de pagamento proposto em 2014 por Fernando Gomes ao selecionador nacional também permitira a ambas as partes diminuir os custos com contribuições sociais. O Fisco aproveitou o balanço do acórdão do tribunal arbitral para acelerar as inspeções tanto a Fernando Santos como aos seus adjuntos, e agora a Segurança Social faz o mesmo. “A Segurança Social está a analisar o processo”, garantiu fonte oficial ao Expresso, acrescentando que a instituição “não deixará de adotar as diligências necessárias para garantir o cumprimento de qualquer obrigação que seja apurada”.”
Num país a sério já estavam na rua mas aqui futebol significa imunidade.
Portugal ganhador = ilibados.
Portugal perdedor = condenados.
Portugal “meio da tabela” = chegaremos a um acordo entre as partes.
Fazem o que querem. Demissão era o mínimo.
Despeçam-no ou ele que se demita para podermos ter uma chance no mundial.
Ainda vai preso antes de embarcar!