Depende da definição de atrativa. Tudo em Portugal que não sejam altos cargos de gestão ou IT é trabalhar para aquecer.
Atrativa para o empregador.
define atrativa
Auto promoção dos cursos da Nova…
Pois não. Basta ter o cartão de militante do partido certo!
Não, basta uma cunha e/ou cartãozinho do partido.
Realmente agora com o trabalho fully remote já há hipótese de não emigrar e ter um trabalho com o mínimo de condições…
Lol estes gajos vivem com a cara enfiada no próprio cu, esfregaram as mãos de oportunidades no tempo da vacas gordas e vêm apregoar sermões aos jovens de que não precisam de emigrar para desenvolver uma carreira profissional atractiva, esquecendo-se que por este conceito a maioria das pessoas entende “ganhar bem” sem ser explorado até ao tutano.
Emigra
“Não é necessário emigrar para desenvolver uma carreira profissional atrativa” … mas de lá fora é provável ser mais atrativa
O país está podre e pobre. Viva o Xuxalismo.
Basta olhar para cara dele para medir o peso que se deve dar a este artigo
Diz o professor que vende cursos cujo conteúdo é completamente desatualizado e inútil no estrangeiro.
Como trabalhador no Uk sempre que vejo o conteúdo das cadeiras da Nova IMS fico triste, já entrevistei malta com os cursos de la e não se aproveita nada.
Além que este palerma nem tem noção do mercado, ele diz que as profissões mais procuradas é malta formada em block chain e smart contracts??
Para não emigrar É necessário um Salário atrativo
Títulos escolhidos a dedo dá nisto: basta ver os comentários.
“O contexto da frase do título: É uma área em que **é possível fazer muito trabalho em termos remotos**, o que significa que não é necessário emigrar para desenvolver uma carrreira profissional atrativa e compensadora.”
u/lakiarms convidado a juntar-se à CNN ou CMTV.
EDIT: Sem contar que está a falar de uma área muito específica de trabalho. Não é “qualquer trabalho”.
Deixar só aqui o artigo para não estarem aí a espumar só porque um zé qualquer não sabe fazer títulos com base no conteúdo
>A NOVA IMS, Escola da Universidade NOVA de Lisboa destaca-se na formação para a transição digital no sector financeiro. Oferece um mestrado em Análise e Gestão de Risco, muito direcionado para a gestão de risco de intermediários financeiros, banca, seguros, gestão de ativos e gestão de investimentos e duas Pós-Graduações: Ciência de Dados para Finanças ou Data Science for Finance, na designação em inglês, e Mercados e Riscos Financeiros.
>
>**Quais os desafios que se colocam ao sistema financeiro, do ponto de vista da tecnologia?**
>
>No essêncial trata-se de aproveitar a revolução tecnológica que tem vindo a ocorrer no sentido de transformar o negócio. Aliás, já está a acontecer. Temos assistido nos últimos anos e de forma mais acelerada desde o início da pandemia à crescente digitalização da atividade financeira, quer no sector bancário, quer no sector segurador, quer na área dos mercados de capitais. A transição digital no sector financeiro é importantíssima porquanto vai ao encontro das necessidades dos clientes de terem serviços e produtos financeiros em contexto real, de forma rápida e utilizando os sistemas de comunicação móvel existentes hoje.
>
>**Esta transição implica riscos?**
>
>Talvez o risco mais evidente, o que é mais debatido, tem a ver com as questões da cibersegurança. Em que medida é que a transição digital, a maior partilha de dados, a protecção dos dados, a segurança das operações em contexto digital pode ser afetada se não forem tidos em conta os cuidados adequados para estes processos.
>
>**A formação está a ajudar a resolver os desafios e riscos que enunciou?**
>
>Creio que sim, pelo menos, da nossa parte em contexto universitário, mas também a um nível mais geral.Tem havido um reforço muito grande da comunidade educativa, mas também das empresas do sector financeiro de promover uma requalificação geral dos seus quadros, dos seus colaboradores, no sentido de melhorar a literacia digital, aumentar as capacidades de tratamento, análise e processamento de dados, investir nos sistemas e processos de cibersegurança. Creio que Portugal a esse nível compara bem com o que se passa de melhor a nível internacional.
>
>**De que novas profissões está o mercado sedento?**
>
>São várias. Claramente analistas de dados e pessoas com formação específica na área de blockchain e “decentralized finance”, no fundo, os chamados “smart contracts”, i.e., contratos com menor intermediação financeira assentes na tecnologia. Gestores de risco e gestores de investimento – é uma área muito carenciada no sector financeiro, porque se sofisticou bastante esta matéria a nível internacional e também porque o leque de riscos a que estão sujeitas as instituições hoje é mmuito vasto. Inclui novos riscos até de natureza não financeira, como sejam as alterações climáticas, os riscos pandêmicos, a cibersegurança, etc.
>
>**Portugal está a conseguir formar para as necessidades?**
>
>Do feedback que vamos tendo dos empregadores, creio que manifestamente há espaço. As necessidades que o mercado tem não estão a ser suficientemente preenchidas pela oferta. A procura tem sido crescente e acelerou na sequência da pandemia da Covid-19.
>
>**A oferta pode aumentar?**
>
>Há espaço para alargar a diversidade da oferta e também o número de lugares de formação. Nem todas as áreas estão ainda cobertas ou suficientemente cobertas e há um problema no número de quadros qualificados que são necessários. Nós próprios, na Universidade NOVA, não temos uma capacidade ilimitada, mas estamos a procurar alargar essa oferta para ir ao encontro das necessidades do sistema financeiro em Portugal.
>
>**As profissões são atrativas do ponto de vista remuneratório?**
>
>Claramente são. Temos tido feedback dos nossos antigos alunos e informação dos recrutadores/empregadores, que nos fazem chegar ofertas de trabalho com bastante regularidade com condições bastante competitivas até por comparação com outras áreas. Estamos a falar de profissões altamente exigentes e complexas do ponto de vista da formação e da sua natureza, é natural que tenham também um salário diferenciado. Em termos competitivos, eu diria que são bastante atrativas para os jovens estudantes ou os quadros qualificados que se queiram (re) direcionar para esta área do sector financeiro.Temos bastantes antigos alunos que trabalham em multinacionais e trabalham em Portugal para múltiplas geografias. ***É uma área em que é possível fazer muito trabalho em termos remotos, o que significa que não é necessário emigrar para desenvolver uma carrreira profissional atrativa e compensadora.*** Creio que tenderá a atrair crescentemente mais quadros do sector financeiro.
Talvez, infelizmente é preciso emigrar para pagar a renda da casa em PT
Correcto. Levar no pacote de forma atrativa em Portugal ou noutro país deve doer na mesma proporção 😂
Atractiva = possivelmente realizado e/ou feliz com o trabalho, sim é possível em Portugal.
Atractiva = bem pago ou pelo menos justamente pago, NÃO é possível em PT (excepto para os “boys” do partido de sempre)
Escolher entre ser feliz no trabalho ou ter dinheiro para pagar a renda/prestação da casa, ter dinheiro para os filhos, ter dinheiro para uma qualidade de vida minima, etc, então a escolha é na realidade … uma não escolha! É uma necessidade que passa pela emigração.
Obs: atractiva (com C, não entro no novo acordo ortográfico abrasileirado)
Três opções:
Trabalhar para empresa estrangeira remotamente.
Criar empresa de preferência como prestador de serviços para clientes estrangeiros.
Ter cunhas e arranjar emprego na FP a receber 4mil euros sem experiência.
Todos os outros com menos de 40 anos e filhos ou expectativa de os ter, não sejam atrasados mentais. EMIGREM!! Vai doer mas o futuro das crianças vai ser muito melhor.
Mas para pagar menos impostos e comprar casa sim.
Sim, sou uma pessoa horrível
Eu não quero uma “carreira profissional”… Quero guito.
23 comments
Entao porque tens uma carreira de treta?
Ah nao tavas a espera dessa oh “jornalista”
Depende da definição de atrativa. Tudo em Portugal que não sejam altos cargos de gestão ou IT é trabalhar para aquecer.
Atrativa para o empregador.
define atrativa
Auto promoção dos cursos da Nova…
Pois não. Basta ter o cartão de militante do partido certo!
Não, basta uma cunha e/ou cartãozinho do partido.
Realmente agora com o trabalho fully remote já há hipótese de não emigrar e ter um trabalho com o mínimo de condições…
Lol estes gajos vivem com a cara enfiada no próprio cu, esfregaram as mãos de oportunidades no tempo da vacas gordas e vêm apregoar sermões aos jovens de que não precisam de emigrar para desenvolver uma carreira profissional atractiva, esquecendo-se que por este conceito a maioria das pessoas entende “ganhar bem” sem ser explorado até ao tutano.
Emigra
“Não é necessário emigrar para desenvolver uma carreira profissional atrativa” … mas de lá fora é provável ser mais atrativa
O país está podre e pobre. Viva o Xuxalismo.
Basta olhar para cara dele para medir o peso que se deve dar a este artigo
Diz o professor que vende cursos cujo conteúdo é completamente desatualizado e inútil no estrangeiro.
Como trabalhador no Uk sempre que vejo o conteúdo das cadeiras da Nova IMS fico triste, já entrevistei malta com os cursos de la e não se aproveita nada.
Além que este palerma nem tem noção do mercado, ele diz que as profissões mais procuradas é malta formada em block chain e smart contracts??
Para não emigrar É necessário um Salário atrativo
Títulos escolhidos a dedo dá nisto: basta ver os comentários.
“O contexto da frase do título: É uma área em que **é possível fazer muito trabalho em termos remotos**, o que significa que não é necessário emigrar para desenvolver uma carrreira profissional atrativa e compensadora.”
u/lakiarms convidado a juntar-se à CNN ou CMTV.
EDIT: Sem contar que está a falar de uma área muito específica de trabalho. Não é “qualquer trabalho”.
Deixar só aqui o artigo para não estarem aí a espumar só porque um zé qualquer não sabe fazer títulos com base no conteúdo
>A NOVA IMS, Escola da Universidade NOVA de Lisboa destaca-se na formação para a transição digital no sector financeiro. Oferece um mestrado em Análise e Gestão de Risco, muito direcionado para a gestão de risco de intermediários financeiros, banca, seguros, gestão de ativos e gestão de investimentos e duas Pós-Graduações: Ciência de Dados para Finanças ou Data Science for Finance, na designação em inglês, e Mercados e Riscos Financeiros.
>
>**Quais os desafios que se colocam ao sistema financeiro, do ponto de vista da tecnologia?**
>
>No essêncial trata-se de aproveitar a revolução tecnológica que tem vindo a ocorrer no sentido de transformar o negócio. Aliás, já está a acontecer. Temos assistido nos últimos anos e de forma mais acelerada desde o início da pandemia à crescente digitalização da atividade financeira, quer no sector bancário, quer no sector segurador, quer na área dos mercados de capitais. A transição digital no sector financeiro é importantíssima porquanto vai ao encontro das necessidades dos clientes de terem serviços e produtos financeiros em contexto real, de forma rápida e utilizando os sistemas de comunicação móvel existentes hoje.
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>**Esta transição implica riscos?**
>
>Talvez o risco mais evidente, o que é mais debatido, tem a ver com as questões da cibersegurança. Em que medida é que a transição digital, a maior partilha de dados, a protecção dos dados, a segurança das operações em contexto digital pode ser afetada se não forem tidos em conta os cuidados adequados para estes processos.
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>**A formação está a ajudar a resolver os desafios e riscos que enunciou?**
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>Creio que sim, pelo menos, da nossa parte em contexto universitário, mas também a um nível mais geral.Tem havido um reforço muito grande da comunidade educativa, mas também das empresas do sector financeiro de promover uma requalificação geral dos seus quadros, dos seus colaboradores, no sentido de melhorar a literacia digital, aumentar as capacidades de tratamento, análise e processamento de dados, investir nos sistemas e processos de cibersegurança. Creio que Portugal a esse nível compara bem com o que se passa de melhor a nível internacional.
>
>**De que novas profissões está o mercado sedento?**
>
>São várias. Claramente analistas de dados e pessoas com formação específica na área de blockchain e “decentralized finance”, no fundo, os chamados “smart contracts”, i.e., contratos com menor intermediação financeira assentes na tecnologia. Gestores de risco e gestores de investimento – é uma área muito carenciada no sector financeiro, porque se sofisticou bastante esta matéria a nível internacional e também porque o leque de riscos a que estão sujeitas as instituições hoje é mmuito vasto. Inclui novos riscos até de natureza não financeira, como sejam as alterações climáticas, os riscos pandêmicos, a cibersegurança, etc.
>
>**Portugal está a conseguir formar para as necessidades?**
>
>Do feedback que vamos tendo dos empregadores, creio que manifestamente há espaço. As necessidades que o mercado tem não estão a ser suficientemente preenchidas pela oferta. A procura tem sido crescente e acelerou na sequência da pandemia da Covid-19.
>
>**A oferta pode aumentar?**
>
>Há espaço para alargar a diversidade da oferta e também o número de lugares de formação. Nem todas as áreas estão ainda cobertas ou suficientemente cobertas e há um problema no número de quadros qualificados que são necessários. Nós próprios, na Universidade NOVA, não temos uma capacidade ilimitada, mas estamos a procurar alargar essa oferta para ir ao encontro das necessidades do sistema financeiro em Portugal.
>
>**As profissões são atrativas do ponto de vista remuneratório?**
>
>Claramente são. Temos tido feedback dos nossos antigos alunos e informação dos recrutadores/empregadores, que nos fazem chegar ofertas de trabalho com bastante regularidade com condições bastante competitivas até por comparação com outras áreas. Estamos a falar de profissões altamente exigentes e complexas do ponto de vista da formação e da sua natureza, é natural que tenham também um salário diferenciado. Em termos competitivos, eu diria que são bastante atrativas para os jovens estudantes ou os quadros qualificados que se queiram (re) direcionar para esta área do sector financeiro.Temos bastantes antigos alunos que trabalham em multinacionais e trabalham em Portugal para múltiplas geografias. ***É uma área em que é possível fazer muito trabalho em termos remotos, o que significa que não é necessário emigrar para desenvolver uma carrreira profissional atrativa e compensadora.*** Creio que tenderá a atrair crescentemente mais quadros do sector financeiro.
Talvez, infelizmente é preciso emigrar para pagar a renda da casa em PT
Correcto. Levar no pacote de forma atrativa em Portugal ou noutro país deve doer na mesma proporção 😂
Atractiva = possivelmente realizado e/ou feliz com o trabalho, sim é possível em Portugal.
Atractiva = bem pago ou pelo menos justamente pago, NÃO é possível em PT (excepto para os “boys” do partido de sempre)
Escolher entre ser feliz no trabalho ou ter dinheiro para pagar a renda/prestação da casa, ter dinheiro para os filhos, ter dinheiro para uma qualidade de vida minima, etc, então a escolha é na realidade … uma não escolha! É uma necessidade que passa pela emigração.
Obs: atractiva (com C, não entro no novo acordo ortográfico abrasileirado)
Três opções:
Trabalhar para empresa estrangeira remotamente.
Criar empresa de preferência como prestador de serviços para clientes estrangeiros.
Ter cunhas e arranjar emprego na FP a receber 4mil euros sem experiência.
Todos os outros com menos de 40 anos e filhos ou expectativa de os ter, não sejam atrasados mentais. EMIGREM!! Vai doer mas o futuro das crianças vai ser muito melhor.
Mas para pagar menos impostos e comprar casa sim.
Sim, sou uma pessoa horrível
Eu não quero uma “carreira profissional”… Quero guito.