Obrigado, RTP, pela tentativa de branqueamento, mas, não obrigado.
Qual o homem que a autorizou a ser selecionadora?
Antes que comecem os downvotes da ignorância..
> Para conseguir trabalhar no Catar, Paula viu-se perante um dilema. “Eu não queria estar presa a um sponsor, então a única solução era casarmos. O meu marido é o meu sponsor”. Pedimos a Paula que nos explique o que é que, na prática, isso significa. **“Para abrir uma conta no banco, tratar de assuntos em instituições públicas, comprar um cartão de telemóvel, ele tem de estar comigo. O meu número de telemóvel vai ficar para sempre associado ao meu passaporte.”**
Who cares? Lamber escroto a esses retrógradas é que não.
No Catar sponsor é eufemismo para dono.
é um pouco estranho que ela la tenha ido parar, tinha melhor ideia dela.
Não penses que é exclusivo para mulheres, os os homens tb tem que ter um sponsor para emigrarem para lá.
E sim ficam com os dados todos, só faltava ficarem com as impressões digitais dos tomates. Não há desorganização a esse nível, pk ao acontecer, os países ocidentais iriam pra lá enviar pessoas pra criarem ainda mais problemas, países com oil, são alvo a abater por parte do ocidente. (se me disseres um pais com oil que não tenha problemas com o ocidente, eu repenso a cena)
Aliás, o sponsor pode ser uma mulher local, um homem ou uma empresa.
Como é óbvio a maneira mais fácil é ser sponsored é pelo marido caso lá esteja, exactamente como acontece nos países ocidentais.
Outro interesting fact, sabes onde há um problema grande com o sistema de sponsoring? Mulheres locais gcc a serem sponsors de africanas ou asiáticas pra tratarem da lide doméstica.
Os países gcc são tipo uma UE do middle east, e estão a tentar abrir ao mundo e melhorar as condições de vida de todos, estão ao nivel das condições da UE, não, mas estão a melhorar, estão muito melhor que há 15 anos.
Quanto menos hate, sentimento de superioridade e ganância existir por parte dos ocidentais, mais rapidamente eles vão conseguir abrir e deixar de ser tão controladores.
Mas ao ver o mundial, a generalidade dos ocidentais está muito longe de ter empatia pelo médio oriente, falta muita informação, a maioria do ppl vê o médio oriente como se fosse igual há 20 anos.
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Obrigado, RTP, pela tentativa de branqueamento, mas, não obrigado.
Qual o homem que a autorizou a ser selecionadora?
Antes que comecem os downvotes da ignorância..
> Para conseguir trabalhar no Catar, Paula viu-se perante um dilema. “Eu não queria estar presa a um sponsor, então a única solução era casarmos. O meu marido é o meu sponsor”. Pedimos a Paula que nos explique o que é que, na prática, isso significa. **“Para abrir uma conta no banco, tratar de assuntos em instituições públicas, comprar um cartão de telemóvel, ele tem de estar comigo. O meu número de telemóvel vai ficar para sempre associado ao meu passaporte.”**
https://magg.sapo.pt/atualidade/atualidade-nacional/artigos/entrevistamos-uma-portuguesa-que-vive-no-catar-para-comprar-um-cartao-de-telemovel-o-meu-marido-tem-de-estar-comigo
Who cares? Lamber escroto a esses retrógradas é que não.
No Catar sponsor é eufemismo para dono.
é um pouco estranho que ela la tenha ido parar, tinha melhor ideia dela.
Não penses que é exclusivo para mulheres, os os homens tb tem que ter um sponsor para emigrarem para lá.
E sim ficam com os dados todos, só faltava ficarem com as impressões digitais dos tomates. Não há desorganização a esse nível, pk ao acontecer, os países ocidentais iriam pra lá enviar pessoas pra criarem ainda mais problemas, países com oil, são alvo a abater por parte do ocidente. (se me disseres um pais com oil que não tenha problemas com o ocidente, eu repenso a cena)
Aliás, o sponsor pode ser uma mulher local, um homem ou uma empresa.
Como é óbvio a maneira mais fácil é ser sponsored é pelo marido caso lá esteja, exactamente como acontece nos países ocidentais.
Outro interesting fact, sabes onde há um problema grande com o sistema de sponsoring? Mulheres locais gcc a serem sponsors de africanas ou asiáticas pra tratarem da lide doméstica.
Os países gcc são tipo uma UE do middle east, e estão a tentar abrir ao mundo e melhorar as condições de vida de todos, estão ao nivel das condições da UE, não, mas estão a melhorar, estão muito melhor que há 15 anos.
Quanto menos hate, sentimento de superioridade e ganância existir por parte dos ocidentais, mais rapidamente eles vão conseguir abrir e deixar de ser tão controladores.
Mas ao ver o mundial, a generalidade dos ocidentais está muito longe de ter empatia pelo médio oriente, falta muita informação, a maioria do ppl vê o médio oriente como se fosse igual há 20 anos.