O fotógrafo Luís Ferreira Alves, de 83 anos, recorda os dias que passou junto de quem trabalhava nas searas de Peroguarda, “uma aldeia alentejana mergulhada na pobreza” do Estado Novo – nu​ma aventura que terminou com uma detenção da PIDE. “A monda era um trabalho violentíssimo, doloroso, absolutamente desgastante”, conta. “O que mais me impressionou foi como mantinham aquele sorriso.” 
[https://www.publico.pt/2021/12/13/p3/fotogaleria/duro-terno-inesquecivel-retrato-alentejo-195859-407252](https://www.publico.pt/2021/12/13/p3/fotogaleria/duro-terno-inesquecivel-retrato-alentejo-195859-407252)

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3 comments
  1. Sou um apaixonado incurável pelo Alentejo. Os meus avós eram de Serpa e sempre me contaram as histórias das dificuldades em que viviam (e não só), que sempre ouvi com todo o fascínio e admiração. Quando lá vou há uma sensação de vínculo que me é difícil de explicar. Obrigado pela partilha. Que não deixemos morrer a história destes fascinantes anónimos 🙂

  2. LOL, burgues filho de bancario a fazer turismo de pobreza. Va pra fora ca dentro.

    Ironico e’ lembrar que foi quando chegou PREC, nao so eram pobres como deixaram de ter a terra onde trabalhavam, para militares que tinham vindo “colectivizar” a agricultura.

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