Os chefes e subchefes das equipas do Serviço de Urgência de Medicina do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) apresentaram esta terça-feira a demissão, por considerarem estar em causa a qualidade assistencial e a segurança dos utentes.
Numa carta dirigida à diretora clínica do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, com conhecimento da presidente do Conselho de Administração, os 44 médicos signatários afirmam que o hospital “vive, uma vez mais, momentos de enorme dificuldade na nobre missão de prestar a melhor atividade assistencial à população que a ele recorre”.
“Depois de, com elevado esforço e sentido de dever, termos superado uma pandemia que exigiu a todas as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o melhor dos seus profissionais, olhamos para o futuro com enorme preocupação e apreensão”, afirmam na carta divulgada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM).
Os médicos podem queixar-se de muita coisa…
… mas mais ninguém vive rent-free na cabeça do nosso Óscarzão como os nossos whitecoat-men
E ao preço a que estão as casas, é um privilégio do caraças
Como é óbvio, depois da reunião com a tutela não ter dado resultado – obviamente – os médicos chefe dos hospitais públicos já ponhem todos os seus lugares à disposição. Garcia-Orta, Amadora … todos a condicionar o ministro. Estes ainda vão ser dissuadidos através de mais uns bónus salariais (o que eles querem). Bravo aos Sindicatos dos Médicos pela tão bela estratégia negocial. E ainda querem que o governo e a nação não se protejam de vocês, está bem está.
“Parte dos problemas do SNS estará resolvida na segunda feira “ 😀
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Os chefes e subchefes das equipas do Serviço de Urgência de Medicina do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) apresentaram esta terça-feira a demissão, por considerarem estar em causa a qualidade assistencial e a segurança dos utentes.
Numa carta dirigida à diretora clínica do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, com conhecimento da presidente do Conselho de Administração, os 44 médicos signatários afirmam que o hospital “vive, uma vez mais, momentos de enorme dificuldade na nobre missão de prestar a melhor atividade assistencial à população que a ele recorre”.
“Depois de, com elevado esforço e sentido de dever, termos superado uma pandemia que exigiu a todas as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o melhor dos seus profissionais, olhamos para o futuro com enorme preocupação e apreensão”, afirmam na carta divulgada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM).
Os médicos podem queixar-se de muita coisa…
… mas mais ninguém vive rent-free na cabeça do nosso Óscarzão como os nossos whitecoat-men
E ao preço a que estão as casas, é um privilégio do caraças
Como é óbvio, depois da reunião com a tutela não ter dado resultado – obviamente – os médicos chefe dos hospitais públicos já ponhem todos os seus lugares à disposição. Garcia-Orta, Amadora … todos a condicionar o ministro. Estes ainda vão ser dissuadidos através de mais uns bónus salariais (o que eles querem). Bravo aos Sindicatos dos Médicos pela tão bela estratégia negocial. E ainda querem que o governo e a nação não se protejam de vocês, está bem está.
“Parte dos problemas do SNS estará resolvida na segunda feira “ 😀
E eu fiquei sem médico de família hoje. 🙁
Não arranjam médicos do Bangladesh
Ha muito chefe de urgencia em marrocos