Casal detido por submeter mulher de nacionalidade estrangeira a servidão em Espinho

8 comments
  1. F*da-se, isto está bonito está. É só disto todos os dias. Pergunto-me no entanto, o que mais haverá por aí que nem sonhamos que possa existir.

  2. >Já em Portugal, a mulher, de 29 anos, foi privada dos seus documentos, sendo obrigada a trabalhar 16 horas por dia, sem direito a folgas ou horário de descanso, e ganhando 50 euros por mês, adiantou.

    Basicamente é escravatura

  3. A defesa vai alegar que não foram contabilizadas a habitação e alimentação, que este generoso casal providênciava.

    Estes custos, se fossem contabilizados, acrescidos ao pagamento de 50€ quase que colocavam a mesma ao nível da “classe média” portuguesa.

  4. Em comunicado, a PJ esclarece que o casal suspeito de “servidão laboral e doméstica” tinha retirado os documentos a esta cidadã, e que apenas permitia que a vítima tomasse uma refeição por dia.

    Os detidos, de 40 e 42 anos, igualmente de nacionalidade estrangeira e a residir em Portugal, estão “fortemente indiciados” do crime de tráfico de pessoas, referiu a PJ, em comunicado enviado às redações.Ambos vão, agora, ser presentes à autoridade judiciária para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

    “Em novembro de 2021, os arguidos, sob a falsa promessa de poder vir estudar e trabalhar, aliciaram a vítima, em Moçambique, transportando-a para Portugal e submetendo-a depois a servidão laboral/doméstica”, explicou a judiciária.

    Já em Portugal, a mulher, de 29 anos, foi privada dos seus documentos, sendo obrigada a trabalhar 16 horas por dia, sem direito a folgas ou horário de descanso, e ganhando 50 euros por mês, adiantou.Segundo esta força policial, o casal apenas permitia que a vítima tomasse uma refeição por dia, limitando-lhe ainda os cuidados de higiene.

    “Aquando da sua sinalização foi-lhe diagnosticada uma anemia grave provocada por ausência de alimentação, sendo notória a sua debilidade geral e falência física”, sublinhou a PJ.

    Os detidos vão, agora, ser presentes à autoridade judiciária para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

  5. Multiplicam-se os casos de escravatura em Portugal, mas o governo continua a mostrar-se muito indignado sem reconhecer que podem ser as próprias políticas de imigração sem controlo que levam as estes casos.

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