A Aliança será formalizada entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), que irá coordenar, em articulação com a Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão — APPDI e as restantes entidades parceiras, desde empresas, universidades e municípios.
O objetivo continua a ser o de promover a “inclusão digital das mulheres e da respetiva participação nas engenharias e nas tecnologias, consolidando e estruturando formas de cooperação sistemáticas e de divulgação do trabalho realizado pelas entidades parceiras”.
“No âmbito da Aliança, as entidades parceiras reforçam ainda o seu compromisso de cooperarem entre si de forma ativa e muito concreta para promover o objetivo mais genérico de combate à segregação sexual nas escolhas educativas e nas profissões, nas suas várias dimensões”, lê-se no protocolo que será assinado hoje.
Esperemos o mesmo para incentivar a partição de homens e rapazes em Enfermagem, Medicina, Serviços Sociais, Educação…
Quer dizer que finalmente vão remover as proibições que impedem as mulheres de ir para cursos tecnológicos???
Espera lá…..não existem proibições nenhumas???? Então o que vão fazer?
Sugiro ser este pessoal bem pensante a decidir para que curso cada pessoa vai para assegurar divisão de 50-50 em tudo…..porque isto as pessoas terem a liberdade de escolherem o que querem mas depois o que as pessoas querem não ser o que os betos de uma comissão qualquer acha que devia ser é uma chatice.
Em 2021, dos 411.995 alunos matriculados no ensino superior, 191.144 são homens e 220.851 mulheres.
Esta diferença, mais mulheres do que homens no ensino superior, existe interruptamente desde 1986 em Portugal.
Não existe descriminação de género em todos os segmentos do ensino em Portugal, desde o básico até ao ensino superior, as mulheres têm exatamente as mesmas oportunidades do que os homens, e há mais de 30 anos que até têm “agarrado” mais do que os homens essas oportunidades.
Existem menos mulheres em cursos de tecnologia de informação? É capaz, mas tal fato não é devido a qualquer descriminação de género, do mesmo modo que não é descriminação haver mais mulheres a frequentar cursos de medicina e o ensino superior em geral.
“Engenheiras Por Um Dia”
Não havia nome mais condescendente para dar? Ahahah.
E aquelas consultoras de TI que andam a proclamar 50/50 quando têm a esmagadora maioria das empregadas mulheres em posições de recursos humanos em estágios de IEFP da piça?
As camadas de oportunismo e azeite por cima do desprezo pela individualidade e liberdade de escolha são um mimo.
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A Aliança será formalizada entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), que irá coordenar, em articulação com a Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão — APPDI e as restantes entidades parceiras, desde empresas, universidades e municípios.
O objetivo continua a ser o de promover a “inclusão digital das mulheres e da respetiva participação nas engenharias e nas tecnologias, consolidando e estruturando formas de cooperação sistemáticas e de divulgação do trabalho realizado pelas entidades parceiras”.
“No âmbito da Aliança, as entidades parceiras reforçam ainda o seu compromisso de cooperarem entre si de forma ativa e muito concreta para promover o objetivo mais genérico de combate à segregação sexual nas escolhas educativas e nas profissões, nas suas várias dimensões”, lê-se no protocolo que será assinado hoje.
Esperemos o mesmo para incentivar a partição de homens e rapazes em Enfermagem, Medicina, Serviços Sociais, Educação…
Quer dizer que finalmente vão remover as proibições que impedem as mulheres de ir para cursos tecnológicos???
Espera lá…..não existem proibições nenhumas???? Então o que vão fazer?
Sugiro ser este pessoal bem pensante a decidir para que curso cada pessoa vai para assegurar divisão de 50-50 em tudo…..porque isto as pessoas terem a liberdade de escolherem o que querem mas depois o que as pessoas querem não ser o que os betos de uma comissão qualquer acha que devia ser é uma chatice.
Em 2021, dos 411.995 alunos matriculados no ensino superior, 191.144 são homens e 220.851 mulheres.
Esta diferença, mais mulheres do que homens no ensino superior, existe interruptamente desde 1986 em Portugal.
Não existe descriminação de género em todos os segmentos do ensino em Portugal, desde o básico até ao ensino superior, as mulheres têm exatamente as mesmas oportunidades do que os homens, e há mais de 30 anos que até têm “agarrado” mais do que os homens essas oportunidades.
Existem menos mulheres em cursos de tecnologia de informação? É capaz, mas tal fato não é devido a qualquer descriminação de género, do mesmo modo que não é descriminação haver mais mulheres a frequentar cursos de medicina e o ensino superior em geral.
“Engenheiras Por Um Dia”
Não havia nome mais condescendente para dar? Ahahah.
E aquelas consultoras de TI que andam a proclamar 50/50 quando têm a esmagadora maioria das empregadas mulheres em posições de recursos humanos em estágios de IEFP da piça?
As camadas de oportunismo e azeite por cima do desprezo pela individualidade e liberdade de escolha são um mimo.