Portugueses são os que mais valorizam o propósito do trabalho

12 comments
  1. “No entanto, quase 40% assume não se sentir concretizado nesse campo, uma percentagem muito superior à média europeia,”

    Poderá, com salários portugueses…..

  2. Resquícios da ditadura.

    Aquela ideia de que “O trabalho valoriza uma pessoa”, e que temos que “Ser gratos pelo emprego”, ainda está presente.

    Por curiosidade é um ponto em comum entre comunismo e fascismo, a necessidade de trabalhar para dar valor a nós e à nossa família. O que é melhor que escravos? Escravos que acreditam que o caminho que estão a percorrer é o correcto e com um sorriso na boca.

  3. Sim, são os que mais valorizam equipas jovens e dinâmicas, remuneração acima da média, possibilidade de integração em empresas em forte crescimento nacional e internacional, flexibilidade de horários e excelente ambiente de trabalho.

  4. Conheço muita gente, na familia inclusive, que não sabe fazer mais nada senão trabalhar. Não sabem tirar tempo para eles e irem aproveitar um pouco a vida. Só sabem trabalhar e trabalhar e quando tê, férias vão… arranjar mais um trabalho para fazer. E não o fazem por necessidade, fazem-no porque parece que não conseguem parar de trabalhar.

    E basta ver os típicos comentários de quando há alguma notícia de alguém que foi de férias ou de malta que foi a um concerto, por exemplo, “se fosse para trabalhar ninguém aparecia”.

    Enfim, é só mais uma triste realidade do nosso país.

    Trabalhar é importante, mas a vida tem de ser muito mais que isso.

  5. Os portugueses são também dos europeus que mais tempo passam a trabalhar, sem contar com horas extra muitas vezes não remuneradas. Acrescentando a isso o tempo de deslocação para o trabalho e vice-versa e durante a semana muito portugueses desperdiçam 10/12h por dia para o trabalho, se dormirem 8h/noite sobram umas 4-6 horas para higiene pessoal, desporto, alimentação (e comprar alimentação, produtos de higiene pessoal, etc). Daqui a maioria tem muito pouco tempo para dedicar a um hobby, novas experiências, formações, etc.

    Logo, faz sentido que quando a maior parte do teu tempo é passado no trabalho queiras que esse trabalho seja significativo.

  6. > À pergunta “Qual o grau de importância do propósito no trabalhado, numa escala de 1 a 10?”, os portugueses apresentaram uma média de resposta de 9,1, enquanto a média europeia se fixou nos 8,8.

    90% ao ouvir/ler isto pensou: claro se não trabalhar morro à fome porque dificilmente arranjo outra coisa

    ​

    >Contudo, é em Portugal onde se encontra uma maior probabilidade de trocar de trabalho nos próximos 12 meses.

    altamente positivo. Não sofro diretamente mas trabalho com empresas que são referências nacionais e que a cada par de anos as equipas mudam completamente e há problemas que nunca chegam a ser resolvidos à custa disso. Claramente o caminho a seguir para a prosperidade. Produtividade para o galheiro.

  7. Somos dos povos mais formatados desde nascença a pensar que temos de fazer tudo de bom grado e de que o trabalho árduo “faz parte” para meter o pão na mesa, caso contrário somos parasitas.

    Ao mesmo tempo somos dos povos mais formatados a exibir como uma mais valia a capacidade de fazer os mínimos olímpicos e não nos ralar com o trabalho.

    Conclusão: Valorizamos o trabalho mínimo que tem que ser feito, mas publicitamos aos outros que têm de dar no duro porque faz parte.

  8. Não valorizam é os trabalhadores e querem tudo para fazes os sonhos deles, fazem investimentos fantoches para criar mais postos, tem lucros que deviam ser distribuídos conforme a sua função por cada pessoa que dá o seu suor e em troca de um salário para poder viver. O capitalismo é assim! é uma piramide de classes.
    Povo esta na base, e está na hora de fazermos cair aos poucos o sistema . Sindicalizem-se, que é um começo.

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