Produto de um estado que se dedicou durante anos a ter doutores a varrer as ruas. A ideia suicida de que com “educação” os males de Portugal se iam resolver não tinha nem tem qualquer nexo histórico.
Em todos os países industrializados veio a necessidade pela educação primeiro, com a abertura de empregos mais qualificados e com mercados de trabalho favoráveis, e depois disso sim, a educação, para responder a essa demanda. Só na Califórnia da Europa é que se decidiu começar pela educação e tratar da sua demanda mais tarde.
A nossa classe política descobriu, para seu grande choque, que licenciados, mestrandos e doutores não querem esperar até que Portugal tenha alguma utilidade para a mão de obra qualificada que criou nas últimas décadas. Era impossível de prever, realmente.
8 comments
Quando se compete com escravos de outro mundo
Se hkuverem mais chegamos a primeiro!
Talento que foge todos os dias de Portugal
Depois da Índia, do Azerbaijão e da Tailândia.
Graças aos espetaculares salários que por cá se pagam.
Infelizmente ficamos ainda atrás dos senegaleses que trabalham de escravos na Mauritânia.
é a nossa melhor exportação
De alguma forma sinto que isto pertence no r/jovemedinamica
[Appeal: 40º.](https://www.youtube.com/watch?v=5qyygcMX8S0)
https://www.reddit.com/r/portugal/comments/zfy1mw/portugal_perdeu_capacidade_de_atrair_e_reter/?utm_source=share&utm_medium=android_app&utm_name=androidcss&utm_term=1&utm_content=share_button
Produto de um estado que se dedicou durante anos a ter doutores a varrer as ruas. A ideia suicida de que com “educação” os males de Portugal se iam resolver não tinha nem tem qualquer nexo histórico.
Em todos os países industrializados veio a necessidade pela educação primeiro, com a abertura de empregos mais qualificados e com mercados de trabalho favoráveis, e depois disso sim, a educação, para responder a essa demanda. Só na Califórnia da Europa é que se decidiu começar pela educação e tratar da sua demanda mais tarde.
A nossa classe política descobriu, para seu grande choque, que licenciados, mestrandos e doutores não querem esperar até que Portugal tenha alguma utilidade para a mão de obra qualificada que criou nas últimas décadas. Era impossível de prever, realmente.