Eu não me importo de ter um espaço com máquinas para lavar e secar roupa ou coisas assim.
Mas porra partilhar a cozinha e o sítio para comer já é demais 😂
coliving. marketing puro, novilingua. não é pobreza e incapacidade de acesso a recursos essenciais para o ser humano, é “coliving”. sai de casas dos teus pais, onde não é “coliving”, e vai viver com estranhos pagando renda, é “coliving”.
Isso sempre existiu, mas chamava-se viver em pensoes.
Co-living, aka, pobre demais para conseguir pagar renda sozinho
Na USSR, com a crise habitacional, eram de 2 a 7 famílias por casa. Será que conseguimos fazer melhor?
É só um estrangeirismo para servir de laço num presente repleto de mediocridade e desgraça alheia.
Que no no cérebro. O artigo começa por salientar os problemas no mercado de arrendamento e gentrificação. Conclui que a solução passa por espaços em vida “comunitária”. De luxo, mas “comunitária”.
….. odeio estes estrangeirismos.
sim, já se arrenda quartos há mto tempo…
Depois do covid veio a covida.
Mais uma forma de disfarçar a pobreza, em vez de pobres bora dizer que gostam de viver com desconhecidos, e depois ainda há quem diga que hoje em dia estamos melhor que antes, já a minha avó diz sempre, antes tinha posto médico, agora tem de fazer uns 20 km.
Eu cá fico em casa dos pais, ao menos já sei do que a casa gasta, agora com desconhecidos, ainda tenho amor à vida
Deixa adivinhar, promovido por ideais ESG e pelo world economic forum?
Isso é para o pessoal sem guito que não consegue arrendar um apartamento inteiro…
Se a opção é entre partilhar casa com os pais e pagar renda, ou partilhar casa com perfeitos desconhecidos e pagar renda, ainda considero a primeira a menos má.
Para que e que se tenta inventar e importar modas novas em vez de tentar recriar soluções que funcionam nos outros países.
Portugal precisa de uma oferta habitacional entre privado e habitação social. Muitos países acabam por ter as cooperativas habitacionais que funcionam bem. Para que é que se vai andar a tentar inventar com a história do co-living?
Os apartamentos em Portugal costumavam ser demasiado grandes. O mercado mudou bastante e já não há necessidade nem tanta procura para T3 e T4s. Tem de se apostar mais em T1 e T2. E cada unidade devia ser autónoma, incluindo cozinha ou kitchenette. Os espaços públicos podiam ser um componente, mas não obrigar uma pessoa a ter de ir para o espaço público para a vida diária. Lavandaria e alguns espaços de convívio fazem sentido.
E os preços que estão nesta reportagem parece estar a gozar com o povo português. Noutros países existem ofertas de co-living ou micro estúdios em que o menos o preço é compatível com o salário do país. Aqui um quarto sem cozinha custar mais que um salário mínimo líquido e chamaram a isto a solução para a crise habitacional é no mínimo ridículo.
Da minha parte acho que não teria problemas de viver em regime de co-housing.
Casernas comunitárias… Isto parece progresso? Parece algo que deve emergir numa sociedade que está a evoluir, que tem acesso a recursos e conhecimento que pareciam completamente impossíveis há meros 30 anos atrás?
Sempre acham termos “bonitos” em inglês pra descrever alguma coisa suspeita.
Coliving e car sharing, em prol da sustentabilidade do planeta.
co-living é optimo para criar familia.
Nada como ter um t2 bi-familiar.
O artigo começa logo bem: “Apesar da inflação, os preços das casas em Portugal continuam a aumentar.” Com inflação a aumentar o preço de tudo, porque acha o autor que isso é contraditório ao aumento dos preços das casas? 
Viver numa tenda. Luxo ou a única alternativa para ter um “tecto”.
*Brevemente numa cidade perto de si*
“Não vais ter nada e vais ser feliz.”
**COLIVING** – Uma definição *fofinha* para TUDO AO MOLHO.
O coliving é muito benefico para o planeta em termos ambientais, e é mais uma maneira dos jovens combaterem as alterações climáticas.
No tempo dos meus bisavós chamava-se alugar quartos porque não havia dinheiro para alugar uma casa sozinho (muito menos comprar porque créditos para a plebe não existiam).
Agora tem um nome fino.
A facilidade com que se arranja termos, em estrangeiro ou não, para esconder uma realidade completamente absurda… Daqui a pouco importamos a ideia das cápsulas japonesas e achamos normal.
30 comments
Um sintoma do problema.
Eu não me importo de ter um espaço com máquinas para lavar e secar roupa ou coisas assim.
Mas porra partilhar a cozinha e o sítio para comer já é demais 😂
coliving. marketing puro, novilingua. não é pobreza e incapacidade de acesso a recursos essenciais para o ser humano, é “coliving”. sai de casas dos teus pais, onde não é “coliving”, e vai viver com estranhos pagando renda, é “coliving”.
Isso sempre existiu, mas chamava-se viver em pensoes.
Co-living, aka, pobre demais para conseguir pagar renda sozinho
Na USSR, com a crise habitacional, eram de 2 a 7 famílias por casa. Será que conseguimos fazer melhor?
É só um estrangeirismo para servir de laço num presente repleto de mediocridade e desgraça alheia.
Que no no cérebro. O artigo começa por salientar os problemas no mercado de arrendamento e gentrificação. Conclui que a solução passa por espaços em vida “comunitária”. De luxo, mas “comunitária”.
….. odeio estes estrangeirismos.
sim, já se arrenda quartos há mto tempo…
Depois do covid veio a covida.
Mais uma forma de disfarçar a pobreza, em vez de pobres bora dizer que gostam de viver com desconhecidos, e depois ainda há quem diga que hoje em dia estamos melhor que antes, já a minha avó diz sempre, antes tinha posto médico, agora tem de fazer uns 20 km.
Eu cá fico em casa dos pais, ao menos já sei do que a casa gasta, agora com desconhecidos, ainda tenho amor à vida
Coliving definição requintada de pobreza
O imposto ao valor do solo resolvia isto.
Co-Consequência. Co-tornar-isso-cool-para-quem-vive-assim-pensar-que-foi-uma-ideia-e-não-o-que-lhe-foi-imposto-devido-`a-maior-transferência-de-riqueza-da-história.
Deixa adivinhar, promovido por ideais ESG e pelo world economic forum?
Isso é para o pessoal sem guito que não consegue arrendar um apartamento inteiro…
Se a opção é entre partilhar casa com os pais e pagar renda, ou partilhar casa com perfeitos desconhecidos e pagar renda, ainda considero a primeira a menos má.
Para que e que se tenta inventar e importar modas novas em vez de tentar recriar soluções que funcionam nos outros países.
Portugal precisa de uma oferta habitacional entre privado e habitação social. Muitos países acabam por ter as cooperativas habitacionais que funcionam bem. Para que é que se vai andar a tentar inventar com a história do co-living?
Os apartamentos em Portugal costumavam ser demasiado grandes. O mercado mudou bastante e já não há necessidade nem tanta procura para T3 e T4s. Tem de se apostar mais em T1 e T2. E cada unidade devia ser autónoma, incluindo cozinha ou kitchenette. Os espaços públicos podiam ser um componente, mas não obrigar uma pessoa a ter de ir para o espaço público para a vida diária. Lavandaria e alguns espaços de convívio fazem sentido.
E os preços que estão nesta reportagem parece estar a gozar com o povo português. Noutros países existem ofertas de co-living ou micro estúdios em que o menos o preço é compatível com o salário do país. Aqui um quarto sem cozinha custar mais que um salário mínimo líquido e chamaram a isto a solução para a crise habitacional é no mínimo ridículo.
É importante saber a seguinte distinção: [https://medium.com/@all.things.coliving/coliving-vs-cohousing-whats-the-difference-f8dd98da021](https://medium.com/@all.things.coliving/coliving-vs-cohousing-whats-the-difference-f8dd98da021) , de modo a evitar confusões.
Da minha parte acho que não teria problemas de viver em regime de co-housing.
Casernas comunitárias… Isto parece progresso? Parece algo que deve emergir numa sociedade que está a evoluir, que tem acesso a recursos e conhecimento que pareciam completamente impossíveis há meros 30 anos atrás?
Sempre acham termos “bonitos” em inglês pra descrever alguma coisa suspeita.
Coliving e car sharing, em prol da sustentabilidade do planeta.
co-living é optimo para criar familia.
Nada como ter um t2 bi-familiar.
O artigo começa logo bem: “Apesar da inflação, os preços das casas em Portugal continuam a aumentar.” Com inflação a aumentar o preço de tudo, porque acha o autor que isso é contraditório ao aumento dos preços das casas? 
Viver numa tenda. Luxo ou a única alternativa para ter um “tecto”.
*Brevemente numa cidade perto de si*
“Não vais ter nada e vais ser feliz.”
**COLIVING** – Uma definição *fofinha* para TUDO AO MOLHO.
O coliving é muito benefico para o planeta em termos ambientais, e é mais uma maneira dos jovens combaterem as alterações climáticas.
No tempo dos meus bisavós chamava-se alugar quartos porque não havia dinheiro para alugar uma casa sozinho (muito menos comprar porque créditos para a plebe não existiam).
Agora tem um nome fino.
A facilidade com que se arranja termos, em estrangeiro ou não, para esconder uma realidade completamente absurda… Daqui a pouco importamos a ideia das cápsulas japonesas e achamos normal.