
“A senhora Renata retira ou não retira a expressão ‘Almada colonial’?” A senhora Renata não retirou e Inês de Medeiros desligou-lhe o microfone

“A senhora Renata retira ou não retira a expressão ‘Almada colonial’?” A senhora Renata não retirou e Inês de Medeiros desligou-lhe o microfone
21 comments
Wtf
Urbanoide woke vs alguem com cultura.
A inês a coberto de um manto socialista eventualmente democrático é uma fascistazinha do pior…
A outra é uma provocadora, a mando do BE. O objetivo era criar escândalo.
A pobre Inês caiu na casca de banana.
O que a Inês deveria ter feito era deixar a outra falar e, no fim, responder “quando escutei as palavras Almada Colonial deixei de ouvir. Gostaria muito de lhe responder, mas confesso que não sei ler os lábios. Próxima pessoa”.
Não concordo muitas vezes com a Inês de Medeiros, mas desta vez esteve certa. Não há pachorra para este wokismo. A ideia é mesmo essa, criar momentos para as redes sociais. Colonialismo? Wtf… Não me venham com a história de que é suposto estarmos a ser culpabilizados por sistemas que acabaram há décadas.
Colonialismo é um sistema caraterizado pela subjugação dos povos indígenas. Dado que os portugueses são os indígenas de Almada, não sei ao que é a senhora que falava em “Almada colonial” se estava a referir exatamente.
Não percebi nada da história.
Inês Medeiros com tiques ditatoriais.
A Inês só teve bem, quem, a mando de quem quer que seja, ou por iniciativa própria, vier com estas modinhas ou paneleirices “coloniais”, tem bom remédio……fazer malinhas e voltar pro covil de onde veio…..
Se a ignorância desse dinheiro meia população da terra estaria rica.
Apraz-me dois comentários:
1- Aparentemente a tolerância da esquerda é apenas quando são eles a atacar e denegrir a direita. Quando é a esquerda a ser “insultada”, a solução é cortar a palavra.
2- Os aviões da TAP fazem a viagem de ida e volta.
Nada vai bater a presidente da câmara da minha cidade dizer que ela já se limpou todo o colonialismo que havia.
10/10 nezinha resolve.
Conseguiu o que queria. Criar um escândalo. Era o único objetivo
Táctica dos brasileiros ignorantes, criar escândalo e sensação… se calhar querem importar o modelo favela para Portugal. Ou então que lhe dêem casas com vista para Lisboa… deportação já! Farto que os meus impostos sirvam para isto…
A parte mais repugnante para mim foi:
>Contactada pela CNN Portugal, a Câmara de Almada remeteu esclarecimentos para uma publicação de Inês de Medeiros no Facebook
É este o meio oficial de comunicação agora: o Facebook. Daqui a uns anos temos Orçamentos de Estado anunciados em danças do TikTok.
O melhor é deixar já os brasileiros subirem ao poder na política. Podem implementar cá o modelo deles das favelas, crime organizado e corrupção, e quando estiver tudo igual a lá é irmos todos em massa para as redes sociais culpar os espanhóis e os franceses por nos terem invadido e subjugado (ser há 400/200 é pra omitir, galera)
à que trazer um Megafone para estas situações, nunca sabemos quando a esquerda nos vai censurar.
Socialistas a provarem o veneno que dão de comer aos outros. E pelos vistos não gostam.
Não consigo perceber tanta gente aqui do lado da Inês de Medeiros. Não sei o suficiente da história de Almada para saber se “Almada colonial” é adequado ou um exagero. Mas mesmo que seja um exagero, saliento que estamos a olhar para uma presidente de uma câmara que decidiu cortar a palavra a alguém que estava a participar de forma democrática e civilizada.
Os comentadores aqui que acham bem a actuação da Inês de Medeiros será que aceitarão também se um dia tiverem direito legal a ter voz e alguém decidir unilateralmente retirá-la só porque não concorda? Certamente que sim… /s
Parabéns Inês, falaste corretamente, ninguém tem direito a insultar aos portugueses mesmo sendo imigrantes. Convido a senhora Renata a dizer o mesmo na Alemanha, de chamar Na*iz aos autarcas desse pais.
Isto -> “as afirmações proferidas por Renata Camargo têm como “único intuito criar um caso para as redes sociais”. Acusa ainda a cidadã de “se aproveitar de causas relevantes e dignas de respeito para proveito próprio, intoleráveis”.