
[https://tvi24.iol.pt/videos/politica/entrevista-ao-ministro-joao-leao-na-integra/6165fcc00cf241cadce2c6d0](https://tvi24.iol.pt/videos/politica/entrevista-ao-ministro-joao-leao-na-integra/6165fcc00cf241cadce2c6d0)
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Logo nos primeiros 60 segundos aprendemos que:
* Com a *baixa* do IRS, haverá uma ***poupança*** **de 150 milhões**, dinheiro que não vai ser retirado dos ordenados.
* Em apenas alguns **impostos indirectos** (Imposto sobre veículos, Imposto Único de Circulação, Imposto sobre Bebidas Alcoólicas etc.) vai se **buscar MAIS 180 milhões**.
Como se justifica todos os títulos de jornais sobre a poupança,a devolução de dinheiro a classe media, etc se no fim de contas vai ser cobrado mais impostos do que antes?
10 comments
Lol não se justifica. É só para fazer notícias a dizer que são os maiores.
desculpa mas o Costa disse que já viramos a página à austeridade não compreendo o que dizes /s
O dinheiro tem de vir de algum lado, se desce receita num lado há de aumentar no outro. O resto é marketing.
Quando se tira de um lado, tem de se ir buscar a outro e seguramente não se ficará por aqui, uma vez que as exigências de BE e PCP obrigarão seguramente a mais despesas que terá de ser compensada de alguma forma, uma vez mais por impostos indiretos, que é o que tem acontecido maioritariamente ao longo dos anos da solução governativa de nome geringonça.
Fácil, não usas carro, combustíveis, bebes álcool, comes açúcar, fumas, vês Netflix, etc. e consegues usufruir da poupança no IRS (0,34 € se ganhares 1000 brutos).
Até dormes melhor.
Isso não pode ser analisado assim.
Por exemplo, se existir maior consumo ou maior atividade económica, o dinheiro que se vai buscar com impostos indiretos será sempre maior.
Por isso é que a carga fiscal não é um bom indicador para medir estas coisas.
Com o Passos é que era bom eheh /s
Dão umas migalhas mas depois arranjam uma forma de retirar…
Do que já percebi, os velhos de Portugal mais analfabetos acreditam que o PS é o que partido que dá aumentos, mas esquecem que em impostos indirectos vão roubar em grande.
Portugal tem tanto imposto regressivo…
Resumindo, o maior governo de sempre produziu um orçamento assistencialista. Para quê tantos ministérios?