> O gosto pela escola diminuiu entre os alunos do 6.º, 8.º e 10.º anos
Então, se é para andarem contentes, voltamos à escolaridade obrigatória só até ao 4o ano, assim depois só lá anda quem quer.
(/s se não for óbvio)
“Mas o que os alunos menos gostam na escola é da comida dos refeitórios, revela o estudo. Para o presidente da ANDAEP esta situação poderá explicar-se pelo facto de “nas cantinas ser servida comida saudável, quando lá fora eles podem comer o que querem, como pizas ou hamburgers”. ”
é óbvio que este senhor nunca foi experimentar um almocinho da cantina, então justifica a situação com pizas e hamburgueres…
Em 1990/2000 no começo do boom da internet e da informação era normal que os “jovens” da altura lá tinham de aguentar com a escola.
Agora em pleno 2022/2023 com tanta informação espalhada qualquer um consegue tirar um curso online do que quiser…como é que se consegue motivar alguém a ter de ir para a escola só porque sim? Principalmente com cada disciplina que só serve para encher a folha de horário, já para não falar, que já formam os putos desde novos a serem carneiros e a seguir o horário de trabalho a entrar às 8:15/8:30 e a saírem da escola às 18:00h fora os trabalhos de casa que ainda levam para fazer…realmente que bela motivação
Num futuro próximo, os directores vão pedir a pés juntos que os alunos frequentem as aulas /s
O futuro é meter as crianças todas a aprender por AI.
Os putos recebem um magalhães em casa para poderem comunicar com o Chat GPT que será o professor, as refeições serão entregues por estafetas da Glovo e os intervalos vão ser no metaverso.
Há comida saudável e boa. Mas normalmente é cara.
No meu caso achei que “aprendi” coisas sem interesse e outras podiam ter sido dadas com mais calma, dão outras línguas de forma muito rápida e há quem não consiga acompanhar e se perdes o fio à meada chega um ponto que já não vais lá…
Apesar de eu ter detestado a escola, não posso dizer que não aprendi coisas que mais tarde me ensinaram a entender alguns dos tópicos mais difíceis mas interessantes e a desenrascar-me quando a necessidade para tal se manifestou.
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> O gosto pela escola diminuiu entre os alunos do 6.º, 8.º e 10.º anos
Então, se é para andarem contentes, voltamos à escolaridade obrigatória só até ao 4o ano, assim depois só lá anda quem quer.
(/s se não for óbvio)
“Mas o que os alunos menos gostam na escola é da comida dos refeitórios, revela o estudo. Para o presidente da ANDAEP esta situação poderá explicar-se pelo facto de “nas cantinas ser servida comida saudável, quando lá fora eles podem comer o que querem, como pizas ou hamburgers”. ”
é óbvio que este senhor nunca foi experimentar um almocinho da cantina, então justifica a situação com pizas e hamburgueres…
Em 1990/2000 no começo do boom da internet e da informação era normal que os “jovens” da altura lá tinham de aguentar com a escola.
Agora em pleno 2022/2023 com tanta informação espalhada qualquer um consegue tirar um curso online do que quiser…como é que se consegue motivar alguém a ter de ir para a escola só porque sim? Principalmente com cada disciplina que só serve para encher a folha de horário, já para não falar, que já formam os putos desde novos a serem carneiros e a seguir o horário de trabalho a entrar às 8:15/8:30 e a saírem da escola às 18:00h fora os trabalhos de casa que ainda levam para fazer…realmente que bela motivação
Num futuro próximo, os directores vão pedir a pés juntos que os alunos frequentem as aulas /s
O futuro é meter as crianças todas a aprender por AI.
Os putos recebem um magalhães em casa para poderem comunicar com o Chat GPT que será o professor, as refeições serão entregues por estafetas da Glovo e os intervalos vão ser no metaverso.
Há comida saudável e boa. Mas normalmente é cara.
No meu caso achei que “aprendi” coisas sem interesse e outras podiam ter sido dadas com mais calma, dão outras línguas de forma muito rápida e há quem não consiga acompanhar e se perdes o fio à meada chega um ponto que já não vais lá…
Apesar de eu ter detestado a escola, não posso dizer que não aprendi coisas que mais tarde me ensinaram a entender alguns dos tópicos mais difíceis mas interessantes e a desenrascar-me quando a necessidade para tal se manifestou.