Na sequência do meu post ontem sobre o ano de 1961 e a crónica feminina, deixo mais alguns recortes de jornal da altura.

7 comments
  1. É quase surreal ler uma explicação tão básica e detalhada do que é um supermercado sendo alguém que nasceu quando eles já eram do mais banal que existe. E ainda mais surreal pensar que esse artigo não é assim tão antigo, certamente da geração dos meus avós, e muitas outras pessoas que ainda andam por aqui e viram o aparecimento dos supermercados.

  2. Engraçado que já nessa altura, havia a ideia de ter o “próximo Eusébio” na família. Falo da publicidade da Milo.

    Para mim essa dos supermercados é estranha, nunca pensei como seria o modelo anterior ao agora estabelecido. No passado prevalecia a venda ao balcão.

  3. Adoro como o “parcómetro” foi anunciado como algo incrível e vanguardista.
    Ah, e “tele-receptor”. Adoro.

    Excelente post, OP. Obrigado.

  4. Quero destacar o facto de medirem o comprimento do carro em mm. Não em m, cm ou dm… mm!

    No futuro espero ver anúncios a carros em µm!

  5. As enfermeiras não podiam casar e as professoras tinham que pedir autorização ao ministério que só autorizava o casamento se o noivo tivesse determinadas características.

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