Lmao parece o IEFP a tirar desempregados das estatísticas porque os colocou a fazer formação.
KPIs!
Mas isso está certo, tive consultas no Amadora-Sintra por telefone, foi ótimo.
Assim n tenho de ficar á espera como tinha antes das chamadas de telefone.
Depois recebia as receitas em casa por correio.
Se o telefonema for do médico ao doente onde este avalia o mesmo, eu conto como consulta. Online mas não deixa de ser consulta. Pode e deve vir descriminado na estatística que é consulta online, assim como respostas a emails para renovação de medicação
No centro de saúde onde estou a estagiar agora, renovação de receitas entra como “Receituário” e teleconsultas como “Teleconsulta”. Portanto, vem diferenciado. Marca-se na agenda do médico porque é uma atividade que ocupa tempo, mas aparece de forma descriminada.
Contas certas™
Não acho mal. Deve e estar discriminado como tal. Mas e trabalho e tem de ser contabilizado. Mesmo uma “simples receita” tem q ser contabilizada. Aliás e frequente outras especialidades não passarem receituário das suas receitas e virem pedir. E isso leva tempo.
E também cobram? Email 5€. Telefonema 2€.
Que tristeza..
Wait, what?
Se eu mandar um email a pedir uma baixa é contado como consulta?
Se é virtual é gratuito.
Muito sinceramente isto não interessa para nada, valores irrelevantes! O que importa são os tempos de espera para urgências, cirurgias, ter médicos de família para quem precisa, e a satisfação da população no geral. Essas são as métricas que importam!
Sou altamente crítico do atual estado do SNS, mas neste sentido não vejo qual o problema. O email posso considerar um pouco forçado, mas há consultas que podem perfeitamente ser feitas por telefone.
Presencialmente, quase tive alta com uma apendicite, sorte ter assumido antes uma médica competente, imagine por telefone.
Eu gosto das consultas online, inclusive faço-as, mas certos casos não há hipótese. Se estou com dor de garganta, vou ver no espelho ou por o telemóvel dentro da boca?! Dermatologia nem se fala.
Minha opinião é que deveria ser sim discriminado. Que se conte como consulta, mas consulta online.
Se dá no mesmo por que o “medo”?!
Se for o hospital a ligar, a consulta foi de quem? Do hospital ao do utente? Parece-me que quem liga, está a consultar. Vamos passar a cobrar aos hospitais? Se ao menos eles pagassem a horas em vez de com 3 meses de atraso.
O meu pai, doente oncológico tratado mas ainda com acomoanhamento no IPO, tem apenas uma consulta por ano. Por telefone. Está tão bem vigiado como o depósito de armas de Tancos…
16 comments
Como maquilhar estatísticas 101.
Lmao parece o IEFP a tirar desempregados das estatísticas porque os colocou a fazer formação.
KPIs!
Mas isso está certo, tive consultas no Amadora-Sintra por telefone, foi ótimo.
Assim n tenho de ficar á espera como tinha antes das chamadas de telefone.
Depois recebia as receitas em casa por correio.
Se o telefonema for do médico ao doente onde este avalia o mesmo, eu conto como consulta. Online mas não deixa de ser consulta. Pode e deve vir descriminado na estatística que é consulta online, assim como respostas a emails para renovação de medicação
No centro de saúde onde estou a estagiar agora, renovação de receitas entra como “Receituário” e teleconsultas como “Teleconsulta”. Portanto, vem diferenciado. Marca-se na agenda do médico porque é uma atividade que ocupa tempo, mas aparece de forma descriminada.
Contas certas™
Não acho mal. Deve e estar discriminado como tal. Mas e trabalho e tem de ser contabilizado. Mesmo uma “simples receita” tem q ser contabilizada. Aliás e frequente outras especialidades não passarem receituário das suas receitas e virem pedir. E isso leva tempo.
E também cobram? Email 5€. Telefonema 2€.
Que tristeza..
Wait, what?
Se eu mandar um email a pedir uma baixa é contado como consulta?
Se é virtual é gratuito.
Muito sinceramente isto não interessa para nada, valores irrelevantes! O que importa são os tempos de espera para urgências, cirurgias, ter médicos de família para quem precisa, e a satisfação da população no geral. Essas são as métricas que importam!
Sou altamente crítico do atual estado do SNS, mas neste sentido não vejo qual o problema. O email posso considerar um pouco forçado, mas há consultas que podem perfeitamente ser feitas por telefone.
Presencialmente, quase tive alta com uma apendicite, sorte ter assumido antes uma médica competente, imagine por telefone.
Eu gosto das consultas online, inclusive faço-as, mas certos casos não há hipótese. Se estou com dor de garganta, vou ver no espelho ou por o telemóvel dentro da boca?! Dermatologia nem se fala.
Minha opinião é que deveria ser sim discriminado. Que se conte como consulta, mas consulta online.
Se dá no mesmo por que o “medo”?!
Se for o hospital a ligar, a consulta foi de quem? Do hospital ao do utente? Parece-me que quem liga, está a consultar. Vamos passar a cobrar aos hospitais? Se ao menos eles pagassem a horas em vez de com 3 meses de atraso.
O meu pai, doente oncológico tratado mas ainda com acomoanhamento no IPO, tem apenas uma consulta por ano. Por telefone. Está tão bem vigiado como o depósito de armas de Tancos…