>Apesar de “não ter havido despedimentos” no grupo durante a crise pandémica, o responsável lembra que, no ano passado, os contratos a prazo não foram renovados.
🙂
Há muito pessoal a formar -se na área que precisa de trabalho. Deixem de ser gulosos e a querer pagar 2 tostões por profissionais.
Que estranho, pagar mais não quer.
Os nossos empresários são tão “bons”, que só conseguem manter os seus negócios (ou lucros) a importar mão de obra a ganhar tostões. Falta de noção
Uma miséria o nosso patronato.
Venham eles.
É por estas e por outras que não me apanham no Vila Galé…
Todas esta entrevista é ridicula
>No caso do Vila Galé estamos a pensar iniciar um plano para contratar jovens à procura do primeiro emprego, dar-lhes formação, e esperamos que com o apoio do IEFP.
>
>O que temos que fazer é criar condições para as pessoas virem para cá e terem alojamento.
Ou seja,
Toca a importar mão de obra, metê-los a no IEFP, ir buscar essa malta que trouxeram de avião e tudo com apoios… Para ajudar à festa, querem alojamento barato e apoios para esses alojamentos, para essas mesmas pessoas!
E o tuga vai c’o crl porque
>Apesar de “não ter havido despedimentos” no grupo durante a crise pandémica, o responsável lembra que, no ano passado, os contratos a prazo **não foram renovados.**
NOJENTO… Simplesmente N O J E N T O!!!
​
Recordo também que a 8 de Julho
>6. Foi aprovada a resolução que aprova as minutas dos contratos fiscais de investimento a celebrar entre o Estado Português e diversas sociedades comerciais:
>
>- João de Deus & Filhos, S.A.;
>
>- Rauschert II, S.A.;
>
>- Repsol Polímeros, Unipessoal Lda.;
>
>- Siemens Gamesa Renewable Energy Blades, S.A.;
>
>- Tryba, S.A.;
>
>**- Vila Galé Internacional – Investimentos Turísticos, S.A..**
>
>Os projetos de investimento **ultrapassam 803 milhões de euros**, permitindo a criação de 579 e manutenção de 1.592 postos de trabalho.
14 comments
>Apesar de “não ter havido despedimentos” no grupo durante a crise pandémica, o responsável lembra que, no ano passado, os contratos a prazo não foram renovados.
🙂
Há muito pessoal a formar -se na área que precisa de trabalho. Deixem de ser gulosos e a querer pagar 2 tostões por profissionais.
Que estranho, pagar mais não quer.
Os nossos empresários são tão “bons”, que só conseguem manter os seus negócios (ou lucros) a importar mão de obra a ganhar tostões. Falta de noção
Uma miséria o nosso patronato.
Venham eles.
É por estas e por outras que não me apanham no Vila Galé…
Todas esta entrevista é ridicula
>No caso do Vila Galé estamos a pensar iniciar um plano para contratar jovens à procura do primeiro emprego, dar-lhes formação, e esperamos que com o apoio do IEFP.
>
>O que temos que fazer é criar condições para as pessoas virem para cá e terem alojamento.
Ou seja,
Toca a importar mão de obra, metê-los a no IEFP, ir buscar essa malta que trouxeram de avião e tudo com apoios… Para ajudar à festa, querem alojamento barato e apoios para esses alojamentos, para essas mesmas pessoas!
E o tuga vai c’o crl porque
>Apesar de “não ter havido despedimentos” no grupo durante a crise pandémica, o responsável lembra que, no ano passado, os contratos a prazo **não foram renovados.**
NOJENTO… Simplesmente N O J E N T O!!!
​
Recordo também que a 8 de Julho
>6. Foi aprovada a resolução que aprova as minutas dos contratos fiscais de investimento a celebrar entre o Estado Português e diversas sociedades comerciais:
>
>- João de Deus & Filhos, S.A.;
>
>- Rauschert II, S.A.;
>
>- Repsol Polímeros, Unipessoal Lda.;
>
>- Siemens Gamesa Renewable Energy Blades, S.A.;
>
>- Tryba, S.A.;
>
>**- Vila Galé Internacional – Investimentos Turísticos, S.A..**
>
>Os projetos de investimento **ultrapassam 803 milhões de euros**, permitindo a criação de 579 e manutenção de 1.592 postos de trabalho.
[https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/governo/comunicado-de-conselho-de-ministros?i=432](https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/governo/comunicado-de-conselho-de-ministros?i=432)
Se pagarem ordenados justos garanto que arranjam pessoal!
Ou seja, não renovam os contratos e querem ir buscar malta para vir ganhar menos que o SMN. Perfeito
A malta quer fronteiras abertas mas n quer que venha gente a aproveitar…
Também conseguiriam os 150 trabalhadores por cá se pagassem um salário em condições.
Outra vez sopa ..
O que vale é que o desemprego é baixo. Senão até me chateava
parece tempo da escravatura
ir buscar gajos fora para pagar côdeas
ahah
ta bem
Fdx…
Imagino, como não está fácil viajar para a Índia