Entretanto no Porto 💪

12 comments
  1. Eu acho que nestes casos o condutor do autocarro devia simplesmente:

    1. Tirar foto a comprovar a obstrução da estrada;

    2. Abalroar o carro mal estacionado.

    O proprietário do carro receberia no espaço de duas semanas em casa a conta da reparação do autocarro.

    Garantidamente que muito depressa os estacionamentos em segunda fila iram-se tornar uma coisa do passado.

    Às vezes a violência é a única solução.

  2. Provavelmente não é o caso, mas conheço uma pessoa que se sentiu mal, encostou o carro assim com 4 piscas. Foi de ambulância para o hospital e o carro ficou no sítio obviamente.

    Não julgo por isso.

  3. Quando estava no secundário tivemos uma visita de estudo a Lisboa e estava um Smart ForTwo a impedir a passagem do autocarro em que estávamos. O condutor fartou-se de buzinar, esperámos, ele saiu do autocarro a tentar ver alguém e ninguém aparecia para tirar de lá o carro. Um dos meus colegas de turma começou a dizer que o conseguíamos tirar de lá à força e o meu professor de português disse que estávamos malucos, que nunca na vida conseguiríamos, que estávamos com algum síndrome de super-herói. Mal apanhámos a porta do autocarro aberto saímos uns 6 ou 7 e conseguimos desviar o suficiente para o autocarro passar. Nunca me esquecerei da cara do professor de português quando viu que conseguimos. E como bónus ainda deixámos o carro atravessado. O dono do carro deve ter achado que tinha enlouquecido quando chegou ao carro.

    Boa memória que isto me trouxe ao de cima.

  4. Para casos assim, que não seja comprovada justificada necessidade (condutor passou mal e foi para o hospital ou algo similar) – o condutor deveria perder a carta. Teria de tirar nova carta, pois quem faz isso, nada aprendeu – é preciso refazer tudo, novo exame teórico e prático.

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