Hospital de Braga abre inquérito a morte de jovem mandada para casa com covid

4 comments
  1. só por curiosidade, ela tinha comorbilidade grave e não estava vacinada (sem culpar a vítima, se ela tinha orgão transplantado por exemplo escolha perfeitamente legítima), certo? Isto é importante para o contexto.

    Mandar pessoa de 18 anos com covid para casa a tomar ben uron porque tinha febre não é necessariamente grave (e não vão para as urgencias se tiverem covid e febre), o problema é qual seria a comorbilidade. E quais os meios que o hospital tinha naquele momento.

  2. >Na última terça-feira, de madrugada, a adolescente piorou e teve uma paragem cardiorrespiratória. A mãe telefonou para o serviço Saúde 24 e disseram-lhe para chamar uma ambulância. Contactou, de imediato, os Bombeiros Voluntários da cidade, que não tinham meios para o transporte.
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    >Face ao agravamento do estado de saúde da doente, ao final da manhã de quarta-feira, a família ligou ao INEM, que se deslocou à residência.

    Ela ficou simplesmente a descansar em casa após a paragem cardiorrespiratória durante mais de 24 horas só porque os bombeiros da cidade não tinham meios para o transporte? Não ligou 112? Não a levou ao hospital?

    É que mandar alguém para casa por ter febre é normal, anormal seria o contrário.

  3. A forma como a notícia foi escrita escorre anti-médica… que nojo.

    >Apesar de apresentar um quadro febril, foi aconselhada a voltar para casa e a regressar à unidade hospitalar se o estado de saúde piorasse.

    **APESAR DE??** Foi uma decisão clínica, que envolveu prescrição de medicamento e orientação de conduta…

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