>O Ministério Público (MP) suspeita que o antigo autarca de Espinho, Joaquim Pinto Moreira, aceitou atrasar o licenciamento para a construção de um empreendimento do Grupo Fortera para beneficiar as vendas de outro empreendimento imobiliário, o “32 Nascente”, das Construções Pessegueiro.
>Quando foi presidente da Câmara de Espinho, Pinto Moreira terá sido abordado por Francisco Pessegueiro, o empresário que também detém os talhos Pessegueiro na cidade, para “retardar a construção do concorrente, até que o seu projeto fosse aprovado”. O objetivo era colocar o empreendimento “32 Nascente” à venda “antes do rival”, pode ler-se na edição de hoje do Jornal de Notícias.
IL enters the chat: a solução é acabar com a obrigaçao de licenciar obras.
Não pode ser!!! Impossível!!!
Estou a gostar de ver que a maquina do PS acordou pra dar uns tapas na concorrência, enquanto isso, o Chega esfregando as mãos agradecendo os votos 🤣
4 comments
>O Ministério Público (MP) suspeita que o antigo autarca de Espinho, Joaquim Pinto Moreira, aceitou atrasar o licenciamento para a construção de um empreendimento do Grupo Fortera para beneficiar as vendas de outro empreendimento imobiliário, o “32 Nascente”, das Construções Pessegueiro.
>Quando foi presidente da Câmara de Espinho, Pinto Moreira terá sido abordado por Francisco Pessegueiro, o empresário que também detém os talhos Pessegueiro na cidade, para “retardar a construção do concorrente, até que o seu projeto fosse aprovado”. O objetivo era colocar o empreendimento “32 Nascente” à venda “antes do rival”, pode ler-se na edição de hoje do Jornal de Notícias.
IL enters the chat: a solução é acabar com a obrigaçao de licenciar obras.
Não pode ser!!! Impossível!!!
Estou a gostar de ver que a maquina do PS acordou pra dar uns tapas na concorrência, enquanto isso, o Chega esfregando as mãos agradecendo os votos 🤣