Liberais às turras avançam com auditoria às eleições internas

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  1. Há uma coisa que gosto de ver, a descordância interna num partido político português que é rara, mas sinal de uma democracia interna.

    Agora nem no próprio partido se confiar para fazer eleições é passar um atestado de desconfiança a eles próprios.

  2. O pessoal da IL é bastante individualista e portanto um projeto de bem comum, como um partido político, nunca iria funcionar “com esta gente”.

  3. Se calhar se o BE e o CDS tivessem feito isto, não tinham tido membros importantes a abandonar o partido.

  4. Eleições online é uma ideia de merda. As eleições até podem ser eletrónicas como no Brasil, mas offline

  5. Não voto IL, mas gosto de algumas ideias do partido e tenho algum interesse em seguir os seus acontecimentos e conhecer +/- os discursos das figuras de mais destaque dentro do partido. Não conhecia o José Cardoso, mas se o Rui Rocha ou a Carla Castro ganharem, a IL tem os dias contados. Que políticos fracos! Da mesma forma que o touro segue o vermelho, estes seguem a ideologia e são incapazes de pensar fora dela. Fazem-me lembrar os comunistas mas dentro do espaço liberal.

    É uma pena o João Cotrim de Figueiredo sair da liderança do partido. Foi um homem muito inteligente que soube dirigir o partido de forma a captar o voto de muitos jovens e fazê-los interessar-se por política, soube ser populista para esse grupo etário sem alienar o restante eleitorado. A prova da sua competência está no crescimento do partido. Não será com Rui Rocha ou Carla Castro a levar tareia em qualquer debate contra a oposição ou com deputadas como a Patrícia Gilvaz que consegue gaguejar mais do que o Carlos Guimarães Pinto quando sobe ao palanque para ler o seu discurso (e deixo claro, o CGP tem mesmo um problema de saúde, a Patrícia Gilvaz é só incompetente). Esperava mais dos deputados eleitos da IL, até agora o partido mostrou ser uma força política de duas pessoas (CGP e JCF).

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