>J.M.T. está a legitimar um debate que não existe, nem pode existir.
Tudo o que precisam saber sobre este artigo e o cancro do cérebro que arriscam se o lerem.
nem 8 nem 80 como tudo na vida
é assim em td
Infelizmente a ciência está a ser altamente politizada.
Concordo inteiramente com a crítica que este artigo faz ao artigo do João Miguel Tavares e à sua falsa equivalência entre negacionistas e cientistas. Este dois-ladismo sonso só serve para fortalecer populistas e sabotar o prestígio da ciência.
“E o que mais me impressiona é a capacidade de alguns de pensarem que a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa), que regula todos os medicamentos que eu uso enquanto médico e tomo enquanto doente, desta vez esteja movida por interesses obscurantistas…”
Se este senhor que se diz médico de profissão, padece de uma ingenuidade grande o suficiente, para que apesar das toneladas de evidências existentes, seja ainda assim incapaz de acreditar, no FACTO de que GRANDE parte da indústria farmacêutica (tal como qualquer outra indústria) se move e sempre moveu, desde a sua génese, por interesses obscurantistas ou agendas internas que colocam o lucro acima do homem, então não me resta outra opção, senão a de lhe atribuir portanto, o termo de “aceitacionista acéfalo”, apenas que desta vez, retirando-lhe a carga de orgulho que o mesmo fez questão de lhe acrescentar, aquando do artigo que produziu. Sublinhando a grosso, o “acéfalo”.
Antes que comecem a chover as acusações do costume, de ser negacionista, anti-vaxxer, flat earther, ou teórico da conspiração, permitam-me esclarecer-me quanto à minha interpretação da coisa, que vale o que vale.
Não pretendo com este comentário, invalidar ou validar tudo o que foi dito no artigo em questão, ou sequer continuar a alimentar esta polaridade ridícula de aceitação/negação que vivemos nos dias que correm. Pretendo sim alertar, para o facto de que no desenrolar das coisas, ainda que sejam elas cheias de polaridades, existem também, fenómenos que se manifestam fora delas.
Que o mundo não é só feito de bons e de maus, ou de que acreditando nisto, não possamos acreditar naquilo.
Este senhor, ainda que munido de boas intenções, pintou um mundo onde a integridade de uma indústria que assenta, supostamente, na saúde e no bem-estar humano, não possa, por esse mesmo facto, ser questionada ou posta em causa e, que tenha também, por esse mesmo simples facto, que ser aceite como a verdade absoluta que não é.
Se este senhor não é capaz de aceitar, o facto de que esta pandemia, deu e continua a dar, jeito a muita gente e, que há muita gente a tirar enormes partidos da mesma, independentemente da gravidade ou não da mesma, terei portanto que dar razão ao João Miguel Tavares, quando apelida alguns que por aí andam, de acéfalos.
That’s all..
Este autor é mais aceiteiro
O João Miguel Tavares tem há mais de um ano uma posição super perigosa relativamente ao covid.
Do conforto da sua casa e da sua rotina, debita dúvidas, sempre em tom de superioridade, relativamente a tudo o que é medida para controlar a pandemia. Desde o início que tenta relativizar a sua gravidade, a mais recente é esta de menorizar a variante omicron (que diga-se de passagem os especialistas do uk já disseram que lá levará a mais admissões em hospital em janeiro de 2022 do que o que aconteceu nem 2021 em 3 dos 4 cenários estudados).
Ora esta posição do JMT é super confortável pois o mesmo nunca dá o braço a torcer quando, inevitavelmente, as suas previsões saem furadas, o mesmo nunca se retrata, não tem a humildade de dizer “não percebo um caralho disto”. Não, parte sempre para outra, qual Qanon mais sofisticado sempre a adiar a data da grande revelação.
Mais, para JMT eventualmente se a coisa descambar, melhor ainda. O mesmo não tem qualquer responsabilidade, é só um opinador com um grande palco. Se houver uma tragédia mais matéria isso lhe garante.
O autor deste artigo fazia bem em seguir o conselho que aplica a quem está do outro lado e deixar-se de histerismos e alarmismos catastróficos que em nada representam a situação da África do Sul até ao momento, que **é de facto o único país que está a passar por um surto descontrolado da nova estirpe**, e como tal é o único país habilitado e qualificado para o fazer se a situação nesse país o justificar.
Ainda mais vindo de um médico, que tem a responsabilidade e o dever de informar-se antes de vir dizer estas parolices num artigo de opinião.
Anda por aqui muita gente que podia tatuar um ” sou #médicodebarbearia”!
Agora não se pode questionar a ciência como sempre se fez… A ciência TEM de ser questionada, é isso que faz a ciência ser credível.
Não é só dizer que o Sol gira à volta da terra, tem de se provar isso, ou não lol…
Mas agora são todos geocentristas, o Copérnico é que é parvo e vocês andam a fazer o mesmo que a igreja…
Não li o artigo mas vou começar a usar o termo “aceitacionista”. Brilhante.
11 comments
>J.M.T. está a legitimar um debate que não existe, nem pode existir.
Tudo o que precisam saber sobre este artigo e o cancro do cérebro que arriscam se o lerem.
nem 8 nem 80 como tudo na vida
é assim em td
Infelizmente a ciência está a ser altamente politizada.
Concordo inteiramente com a crítica que este artigo faz ao artigo do João Miguel Tavares e à sua falsa equivalência entre negacionistas e cientistas. Este dois-ladismo sonso só serve para fortalecer populistas e sabotar o prestígio da ciência.
“E o que mais me impressiona é a capacidade de alguns de pensarem que a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa), que regula todos os medicamentos que eu uso enquanto médico e tomo enquanto doente, desta vez esteja movida por interesses obscurantistas…”
Se este senhor que se diz médico de profissão, padece de uma ingenuidade grande o suficiente, para que apesar das toneladas de evidências existentes, seja ainda assim incapaz de acreditar, no FACTO de que GRANDE parte da indústria farmacêutica (tal como qualquer outra indústria) se move e sempre moveu, desde a sua génese, por interesses obscurantistas ou agendas internas que colocam o lucro acima do homem, então não me resta outra opção, senão a de lhe atribuir portanto, o termo de “aceitacionista acéfalo”, apenas que desta vez, retirando-lhe a carga de orgulho que o mesmo fez questão de lhe acrescentar, aquando do artigo que produziu. Sublinhando a grosso, o “acéfalo”.
Antes que comecem a chover as acusações do costume, de ser negacionista, anti-vaxxer, flat earther, ou teórico da conspiração, permitam-me esclarecer-me quanto à minha interpretação da coisa, que vale o que vale.
Não pretendo com este comentário, invalidar ou validar tudo o que foi dito no artigo em questão, ou sequer continuar a alimentar esta polaridade ridícula de aceitação/negação que vivemos nos dias que correm. Pretendo sim alertar, para o facto de que no desenrolar das coisas, ainda que sejam elas cheias de polaridades, existem também, fenómenos que se manifestam fora delas.
Que o mundo não é só feito de bons e de maus, ou de que acreditando nisto, não possamos acreditar naquilo.
Este senhor, ainda que munido de boas intenções, pintou um mundo onde a integridade de uma indústria que assenta, supostamente, na saúde e no bem-estar humano, não possa, por esse mesmo facto, ser questionada ou posta em causa e, que tenha também, por esse mesmo simples facto, que ser aceite como a verdade absoluta que não é.
Se este senhor não é capaz de aceitar, o facto de que esta pandemia, deu e continua a dar, jeito a muita gente e, que há muita gente a tirar enormes partidos da mesma, independentemente da gravidade ou não da mesma, terei portanto que dar razão ao João Miguel Tavares, quando apelida alguns que por aí andam, de acéfalos.
That’s all..
Este autor é mais aceiteiro
O João Miguel Tavares tem há mais de um ano uma posição super perigosa relativamente ao covid.
Do conforto da sua casa e da sua rotina, debita dúvidas, sempre em tom de superioridade, relativamente a tudo o que é medida para controlar a pandemia. Desde o início que tenta relativizar a sua gravidade, a mais recente é esta de menorizar a variante omicron (que diga-se de passagem os especialistas do uk já disseram que lá levará a mais admissões em hospital em janeiro de 2022 do que o que aconteceu nem 2021 em 3 dos 4 cenários estudados).
Ora esta posição do JMT é super confortável pois o mesmo nunca dá o braço a torcer quando, inevitavelmente, as suas previsões saem furadas, o mesmo nunca se retrata, não tem a humildade de dizer “não percebo um caralho disto”. Não, parte sempre para outra, qual Qanon mais sofisticado sempre a adiar a data da grande revelação.
Mais, para JMT eventualmente se a coisa descambar, melhor ainda. O mesmo não tem qualquer responsabilidade, é só um opinador com um grande palco. Se houver uma tragédia mais matéria isso lhe garante.
O autor deste artigo fazia bem em seguir o conselho que aplica a quem está do outro lado e deixar-se de histerismos e alarmismos catastróficos que em nada representam a situação da África do Sul até ao momento, que **é de facto o único país que está a passar por um surto descontrolado da nova estirpe**, e como tal é o único país habilitado e qualificado para o fazer se a situação nesse país o justificar.
Ainda mais vindo de um médico, que tem a responsabilidade e o dever de informar-se antes de vir dizer estas parolices num artigo de opinião.
Anda por aqui muita gente que podia tatuar um ” sou #médicodebarbearia”!
Agora não se pode questionar a ciência como sempre se fez… A ciência TEM de ser questionada, é isso que faz a ciência ser credível.
Não é só dizer que o Sol gira à volta da terra, tem de se provar isso, ou não lol…
Mas agora são todos geocentristas, o Copérnico é que é parvo e vocês andam a fazer o mesmo que a igreja…
Não li o artigo mas vou começar a usar o termo “aceitacionista”. Brilhante.