Maioria absoluta do PS esfumou-se, PSD também perde, Chega ganha força
Um ano depois das legislativas, o Bloco Central apresenta sinais de desgaste, a Direita deixa a Esquerda a sete pontos de distância, e os liberais multiplicam-se por dois.

11 comments
  1. > Um ano depois das últimas legislativas, o PS de António Costa voltaria a vencer umas eleições, mas longe da maioria absoluta (27,1%). Não conseguiria sequer liderar uma maioria parlamentar à Esquerda, porque ela desaparece. De acordo com a sondagem da Aximage para o DN, JN e TSF, o PSD de Luís Montenegro não consegue afirmar-se como alternativa (25,1%). A Direita teria primazia, mas à custa do crescimento de Chega (12,9%) e Iniciativa Liberal (9,5%). O BE também recupera, mas pouco (6,6%), enquanto a CDU parece estagnada (4,8%). Livre (3,4%) e PAN (3,1%) deixariam de ser partidos de deputado único. E o CDS ficaria fora do Parlamento.

  2. Pelos vistos o sonho molhado de alguns do IL ser o CDS 2.0 depois da convenção não só não se vão concretizar, como já caiu por terra.

  3. Para onde houve a transferência de voto do PS? Para o Chega? Para a abstenção?

    Não sei, parece tudo um tanto estranho. Depois de uma maioria absoluta, cair-se para os 27%.

  4. Outra vez a conversa de que o Chega pode chegar ao poder para ver se o pessoal vai a correr votar no PS para impedir isso, espero que não caiam na mesma treta outra vez.

  5. Grande Chega. Rumo ao governo!

    Só espero que a dita “direita” saiba depois convergir nos pontos que têm em comum e fazer o país andar para a frente, caso possa vir a formar governo maioritário no futuro. Se o PSD escolher antes um governo do centrão com o PS para evitar as “linhas vermelhas”, já sabem o que isso significa. Bem, pode ser que a IL aí abra um bocadinho os olhos e perceba que a oposição não é o CH, mas sim o centrão que foi governo nos últimos 47 anos.

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